O projeto "Casa do Blues" após oito anos, abre suas portas para São Jose do Rio Preto e região.

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São José do Rio Preto, São Paulo, Brazil
O projeto "Casa do Blues", após 8 anos, transfere suas atividades para São Jose do Rio Preto, trazendo uma opção diferenciada em entretenimento noturno para a cidade e região, acreditando no seguimento blues-rock, oferecemos o melhor do seguimento, videos em altíssima definição, cardápio muito bem elaborado com pratos da culinária nacional e internacional, bebidas de variadas nacionalidades e cerveja artesanal da melhor qualidade, venha conhecer nosso espaço, também com musica ao vivo aos finais de semana, Fone: (17)991491352.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Da Escócia para o mundo.

A JOHNNIE WALKER tem uma história de determinação que se estende por três gerações de uma família. Cada geração compartilhou da mesma paixão pela fabricação e destilação do uísque. Johnnie era filho do fazendeiro, Alexander Walker, que morreu em 1819, e o rapaz, então com 15 anos, era muito novo para continuar tocando a fazenda da família.


Com a venda da fazenda, John abriu uma pequena loja em 1820 na cidade de Kilmarnock, localizada no oeste da Escócia, investindo £417 no novo negócio. O pequeno estabelecimento vendia chás, vinhos, bebidas e comidas secas, começando a desenvolver uma clientela de alta reputação. Enquanto isso, o mercado de uísque estava mudando no mundo inteiro. As destilarias, muitas delas ilícitas, começaram a se profissionalizar e Johnnie viu uma grande oportunidade de ingressar nesse ramo de atividade, começando a destilar seu próprio uísque. Utilizando toda sua habilidade, iniciou a produção, vendendo o produto para seus clientes, que logo começaram a exigir um nome para o uísque. Foi neste momento que o uísque ganhou o nome de JOHNNIE WALKER. Em 1857, o filho de John, Alexander, assumiu os negócios da família com a morte de seu pai.

Em 1865 surgiu o percussor do Black Label chamado Walker Old Highland Whisky, mediante a combinação de cerca de 40 dos melhores maltes e uísques de grãos escoceses, envelhecidos por, no mínimo, 12 anos. Em 1867, criou a etiqueta para o uísque, muito parecida com a etiqueta atual do Black Label. Em 1876, conseguiu registrar como marca, o modelo da tradicional garrafa quadrada, introduzida em 1870, e as cores preta e ouro das escritas de seu rótulo. Em 1880, abriu escritório na cidade Londres, por onde exportava seu produto para o resto do mundo. Quando Alexander morreu em 1889, deixou o negócio para seus dois filhos, George e Alexander. Alexander ficava responsável pela produção dos uísques e George viajava o mundo estabelecendo uma rede de distribuição. Em 1920, podia-se encontrar os uísques Johnnie Walker em 120 países. Nas décadas de 30 e 40, investiu no setor de distribuição para popularizar ainda mais a marca pelo mundo.

O resto da história é o sucesso de uma marca que se espalhou pelo mundo.

Whisky Johnnie Walker Red Label 1L. Produzido na Escócia e envelhecido em barris de carvalho. Seu sabor leve e curto é resultado da fermentação precisa de seus maltes. Sua cor, força e aroma exuberante o fazem o whisky mais vendido no mundo. Graduação alcoólica 40% vol.
Johnnie Walker Black Label é o resultado criterioso da mistura de mais de 40 "single malts" envelhecidos, por no mínimo, 12 anos. Graduação alcoólica 40% vol.
Johnnie Walker Green Pure Malt. Primeiro Scotch Whisky vendido no Brasil, composto apenas por maltes, tendo como principal diferencial o sabor scotch whisky mais suave que os simples maltes. Esses maltes são provenientes unicamente da região mais famosa da Escócia, as Terras Altas, que é reconhecida pela indiscutível qualidade de seus whiskies.
Johnnie Walker Gold Label. Com 18 anos de envelhecimento, este Scotch Whisky Premium é composto por 15 whiskys, que compõe a profundidade, doçura e aroma fresco, principais características do Gold Label. A água utilizada em sua composição, provém de um manancial de onde se extrai ouro, fazendo com que seu sabor seja único. Graduação alc. 40% vol.
Johnnie Walker Blue Label. Lançado em 1909 por George & Alexender Walker, netos de John Walker, que decidiram criar um "Blended Scoth Whisky" que fosse ao mesmo tempo rico e encorpado. Blue Label tem uma selação inigüalável de mais de 35 maltes na sua composição, que garantem a sua superioridade. Possui aroma doce amadeirado, cravo-da-índia, doce de manteiga e sabor rico com mel. Johnnie Walker é o whisky escocês mais vendido no mundo e sinônimo de categoria no Brasil. Acompanha lindo cartucho, com parte interna em cetim. Ideal para presente! Graduação alc. 40% vol.
Edição de colecionador contendo 4 tipo diferentes de miniaturas de 200 ml, lançada em 2002 sendo que as graduaçoes alcoolicas são de 43%.

Trabalhamos com toda linha da Diageo e Pernod Ricard
distribuída no Brasil, inclusive bebidas de alto luxo,
encomendas por telefone ou email.

sábado, 27 de novembro de 2010

Paul McCartney Live in Brasil 2010-11-27

Beatlemaníaco de carteirinha, desde 1990, nós esperávamos ansiosamente por um retorno de Paul McCartney ao Brasil, e em  21 de Novembro de 2010, dia do músico, Sir Paul, mais uma vez deu o ar de sua graça, para nós que somos apaixonados por sua obra, e apaixonados por rock and roll. Aos primeiros acordes de Magical Mistery Tour começou a gritaria. Ao fim da canção, Paul, extremamente bem humorado, perguntou ao público em um português arrastado: “Tudo bem com a chuva?” E respondeu rindo aos fãs: “Chove chuva”. O Morumba foi ao delírio. Paul depois dos óbvios e esperados hits engrena uma sequência de canções do Wings, sua banda formada em 1971, logo após o término dos Beatles.  Os três telões gigantes (dois na vertical e um na horizontal) e a aparelhagem de iluminação posicionada ao redor de todas as arquibancadas mostram toda parafernália técnica que envolve um espetáculo desse porte.
 Ao cantar My Love, dedicada a sua mulher que faleceu em 1998, ele dispara: “Eu escrevi essa música para minha gatinha, Linda. Mas esta noite ela é para todos os enamorados”.
Em Here Today, McCartney presta uma singela homenagem ao amigo John Lennon, música gravada logo após seu assassinato em 1980. O ex-parceiro de banda voltaria a ser lembrado mais para frente, quando Give Peace a Chance entra no medley de A Day in the Life. Depois foi a vez de homenagear George Harrison, com a canção Something. Nas primeiras notas. No telão, imagens do amigo morto em 2001, vítima de câncer no pulmão.
Paul pula do violão para a guitarra, da guitarra para o bandolim, do bandolim para o piano. Nesta sequência, mais hits dos Beatles: Ob-la-di, Ob-la-da, Back in the USSR, Paperback Writer, A Day in the Life, Let it Be. Em Live and Let Die, colunas de fogo, fumaça e muitos fogos de artifício atrás do palco “incendiaram” a apresentação da música que foi tema de um filme de 007. Bom acho que já escrevi de mais, e o negócio é ver esse show altamente recomendado pela casa do blues, mais um clássico que recebe o selo de qualidade da casa do blues, Paul McCartney Live in Brasil 2010-11-27, venham e confiram aqui na nossa casa que também é sua casa, em altíssima definição de áudio e vídeo.

domingo, 21 de novembro de 2010

Buddy Guy - Living Proof "74 Years Young"

Acordei hoje domingo 21 de novembro de 2010, e logo após ter acordado fui presenteado por um amigo
com um álbum de um senhor de 74 anos, sim aos 74 anos e com muita energia  Buddy Guy acaba de lançar
seu novo álbum, chamado “Living Proof“. Como alguém que definitivamente não precisa provar nada a ninguém, Buddy Guy vem provar o excelente bluesman que é com esse lançamento, ele simplesmente prova que está cada vez melhor.
Numa sequência de excelentes CDs lançados nos últimos cinco anos (“Bring ‘em In”, 2005, e “Skin Deep”, 2008), “Living Proof” vem celebrar os 74 anos de idade desse guitarrista que, sem dúvida, é um dos ícones e
 mestres do blues elétrico.O álbum começa manso, num violão, em “74 Years Young”. Buddy Guy canta: “I’m 74 years young, there ain’t nothing, i haven’t done“. A música parece que vai tranqüila, com ele destilando na letra sua vida, até que chega o momento do solo, e então Buddy Guy mostra ao que veio, com uma guitarra vibrante e ensandecida. E o restante das músicas, acredito que agradará a todos os amantes do bom e velho blues. Outro ponto alto do álbum, na minha opinião, é o dueto de Buddy com o amigo de longa data, B.B. King. Na melódica “Stay Around A Little Longer“, os dois celebram a vida, e ouvir B.B. King aos 85 anos com esta energia, e tocando Lucille é emocionante. Outra participação especial no álbum é do guitarrista Santana, na música “Where The Blues Begins”, e ai vai mais uma recomendação da Casa do Blues, item religiosamente indispensável, confiram, altamente recomendado.

domingo, 14 de novembro de 2010

Crossroads Guitar Festival 3



Mais uma vez os ícones  do Blues e Rock and Roll se juntam para mais um Crossroads Guitar Festival, edição esta de 2010, no dia 26 de junho,  aconteceu no Toyota Park, em Chicago, nos Estados Unidos, a terceira edição do Crossroads Guitar Festival, tendo como anfitrião do evento, o guitarrista Eric Clapton, que dispensa apresentações.
O festival  beneficiou  o Centro Crossroads, uma instalação de tratamento de dependência, fundada por Clapton na ilha caribenha de Antigua, na década de 1990, e que hoje vem a ser um centro de referencia em tratamento de dependência química no mundo inteiro. E então temos mais um evento que,  sem duvida nenhuma, se torna um espetáculo digno de elogios, e não poderia ser diferente, devido é claro aos integrantes deste maravilhoso festival de musica, e ai vai a lista de feras, Albert Lee, BB King, Bert Jansch, Buddy Guy, Ronnie Wood, David Hidalgo e Cesar Rosas  dos Los Lobos, Derek Trucks, Doyle Bramhall II, Earl Klugh, Eric Clapton, Gary Clark Jr., Hubert Sumlin, James Burton, Jeff Beck, Jimmie Vaughan, Joe Bonamassa, John Mayer, Johnny Winter, Jonny Lang, Keb' Mo', Pino Daniele, Robert Cray, Robert Randolph, Sheryl Crow, Susan Tedeschi, Sonny Landreth, Stefan Grossman, Steve Winwood, Vince Gill, Warren Haynes e ZZ Top. E hoje podemos curtir este maravilhoso espetáculo, em alta definição de imagem e áudio, aqui na Casa do Blues, e então está aberto o convite para todos os amantes do blues e rock and roll, para vir e curtir mais esta obra prima, que com certeza entrará para a história da musica.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O Carpaccio nosso de cada dia



O Carpaccio surgiu meio por acaso num beco sem saída perto da Praça São Marcos, em Veneza. Ali, na Calle Vallaresso nº 1232, fica o Harry's Bar - de Giuseppe Cipriani que, nos seus quase oitenta anos, foi sempre freqüentado por gente famosa, Ernest Hemingway, Somerset Maugham, Arturo Toscanini, Orson Welles, Aristóteles Onassis, Maria Callas, Truman Capote, Charles Chaplin. Para eles Ciprianni inventou drinks de sucesso -como o "Bellini" ou o "Tiziano".
Mas nada lhe deu tanto prestígio quanto aquelas lâminas muito finas de carne crua, acompanhadas de molho à base de mostarda. Tudo se deu em 1950, quando a condessa Amália Nani Moncenigo pediu a seu velho amigo Giuseppe, que lhe preparasse algo com carne crua (rica em ferro) - exigência do seu médico, que tentava curá-la de severa anemia.
Não era tarefa fácil. Sobretudo porque havia, nesse tempo, grande preconceito em relação a carnes cruas. Mas a receita acabou sendo um sucesso absoluto. O nome foi escolhido por estar havendo na cidade exposição do pintor renascentista Vittore Carpaccio (1460-1525), conhecido por usar em todos os seus quadros luminosos tons vermelhos. Lembrando a cor da carne crua.
Prato testado e aprovado, e recomendado por nós da Casa do Blues, fazendo também parte de nosso cardápio, sofre algumas alterações do original, mas sem perder a essência, e com muita criatividade adicionamos Bourbon ao molho, tornando o marcante no sabor, e muito aromático, experimente acompanhado é claro de um ótimo vinho tinto à sua escolha, e uma boa musica.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

The Black Crowes Unplugged




Durante o final da década de 80 e até recentemente, os Black Crowes eram uma "máquina de puro Rock n Roll". Com um visual "retro" copiado de uma banda acabada de sair de "Woodstock", os Crowes eram apontados como dignos sucessores dos Rolling Stones , Allman Brothers Band ou Lynyrd Skynyrd.Um som que agradou imediatamente os puristas do Rock e que se demarcou dos restantes grupos da época. Confesso que até bem pouco tempo atrás não conhecia o trabalho desta banda digna de elogios, até ver uma participação de Cris em um tributo à Bob Marley, interpretando a musica Kink Reggae, ai foi o ponto de partida para a aquisição de mais alguns itens para o acervo, dentre eles um ao vivo junto com Jimmy Page, repaginando as melhores do Led, datado do final de 1998, um outro show de 2006, e agora um Unplugged de 2008 creio eu, o qual estou assistindo agora, um best of acústico, formato que lhes assenta bem, onde encontramos grandes pérolas do Rock como "Jealous Again"; "Soung Singing" e "Remedy" (talvez a melhor música deles de sempre) e algumas baladas que não envergonham ninguém. É o caso de "Wiser Time"; "She Talks to Angels" e "Thorn in My Pride".Pelo meio ainda há uma versão de "She", um original do malogrado Graham Parsons para tornar as coisas mais interessantes. Enfim, mais um item indispensavel , e que nós da Casa do blues, convidamos a virem curtir junto de nós, em alta definição de áudio e vídeo, altamente recomendado.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Stevie Ray Vaughan & Double Trouble Nashville 09-09-1987



Neste inédito vídeo de Stevie vemos que seu estilo musical de tocar blues era fortemente influenciado por Albert King, que se auto-proclamou "padrinho" de Stevie, e por outros músicos de blues como Otis Rush e Buddy Guy.Stevie é reconhecido por seu som de guitarra característico, que em parte provinha do uso de cordas de guitarra espessas,pesadas, calibre .013 e também da afinação meio tom abaixo do normal . O som e, o estilo de Vaughan tocar, que freqüentemente mescla partes de guitarra solo com guitarra rítmica, também traz freqüentes comparações com Jimi Hendrix; Vaughan gravou várias canções de Hendrix em seus álbuns de estúdio e ao vivo, como "Little Wing", "Voodoo Child (Slight Return)" e "Third Stone from the Sun". Ele também era fortemente influenciado por Freddie King, outro grande músico texano, principalmente pelo tom e ataque. O pesado vibrato de King pode ser claramente ouvido no estilo de Vaughan. Outra influência no estilo foi Albert Collins. Sua técnica da mão direita.
Apesar de não termos neste vídeo uma definição de vídeo hi-fi, vale apena por sua raridade, e o áudio é muito bom, um prato cheio para os fãs, que nós convidamos em primeira mão, para curtir aqui, na Casa do Blues, uma cortesia de nosso amigo Gustavo “El pollo”, uma pessoa iluminada, e amante do blues, muita saúde a ti nosso amigo blueseiro.

TRACKLIST

1-Scuttle Buttin-Say What!
2-Superstition
3-Look At Little Sister
4-Life Without You
5-Mary Had A Little Lamb
6-Cold Shot
7-Voodoo Chile (Slight Return)

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

The Little Red Rooster




I am the little red rooster too lazy to crow for days

I am the little red rooster too lazy to crow for days

Keep everything in the farm yard upset in every way

The dogs begin to bark and hounds begin to howl

Dogs begin to bark and hounds begin to howl

Watch out strange cat people little red rooster’s on the prowl

If you see my little red rooster please drive him home

If you see my little red rooster please drive him home

Ain’t had no peace in the farm yard since my little red rooster’s been gone

Escrita por Chester Arthur Burnett , mais conhecido como Howlin' Wolf, Little Red Rooster se torna então um dos blues mais notáveis composto pelo ícone "O Lobo Uivante", com diversas versões, se tornou clássica na interpretação dos The Rolling Stones, influenciados por Wolf, que também influenciou diversos artistas de sua época como Eric Clapton, dentre outros, e fazendo parte da história secreta do rock and roll. No alto de seus 1,98 m e 130 Kg, ficou marcado como uma das mais graves e memoráveis vozes entre todos os clássicos cantores de blues da década de 50. Howlin' Wolf, Sonny Boy Williamson, Little Walter e Muddy Waters freqüentemente são apontados como os maiores artistas de blues que gravaram pela Chess Records em Chicago. Em 2004 a revista Roling Stone colocou Wolf em 51º lugar na sua lista dos "100 Maiores Artistas de Todos os Tempos".
Ele morreu em 10 de janeiro de 1976 e foi enterrado no Oak Ridge Cemetery, em Hillside, Cook County, Illinois e em sua lápide tem a imagem de um violão e de uma harmônica, deixando então um legado musical sem precedentes, e influenciando até hoje, estes dias estou com um amigo no MSN e ele me disse : “Acabei de tirar “The Little Red Rooster”. Falei então : esta é uma das minhas preferidas.
E isto é apenas um pouco de nossa história, a história do blues que faz parte de nossas vidas, e que aqui na Casa do Blues, todos podem conhecer um pouco desta história, em vídeos raros, que registram esta parte da história, surpreendente para os fãs, e uma descoberta para os que não conhecem, venham e confiram.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Festival Express


Festival Express é um filme de 2003, sobre uma viagem de trem que rolou em 1970 em
todo o Canadá, que contou com alguns dos maiores artistas da musica do mundo do rock and roll e blues, dentre eles Buddy Guy, The Grateful Dead , Janis Joplin , The Band e Delaney & Bonnie & Friends .
O filme combina filmagens ao vivo durante a década de 1970 dos concertos, bem como imagens a bordo do trem em si, intercaladas com entrevistas atuais com os participantes do tour compartilhando suas lembranças.
Em meio as viagens, muitas Jam's da rapaziada, dentro dos vagões, com nomes de peso, muita curtição e muito Rock and Roll.
Festival Express foi o único entre os festivais de rock, que ao invés de ser realizada em um único local, foi encenado em três cidades do Canadá, Toronto , Winnipeg e Calgary no verão de 1970.
A idéia era que ao invés de voar de cidade em cidade, os músicos viajando de trem,
criasem uma atmosfera de criatividade musical e de proximidade entre os artistas. Os passeios de trem entre as cidades acabaram por se tornar uma combinação de "jam sessions" sem parada e festa, alimentada por excesso de álcool, e outras coisas, memoraveis cenas de informais jam sessions entre The Band, Rick Danko , Jerry Garcia e Bob Weir e Janis Joplin . Entre as cenas mais memoráveis que descreve essas jam sessions informal, é um congestionamento de bêbados que caracterizam a faixa de Rick Danko , Jerry Garcia, Bob Weir e Janis Joplin .
Não percam as lendarias performances de The Grateful Dead, The Band, Janis Joplin, e Buddy Guy , dentre muitos outros, mais um presente da Casa do Blues, para todos os fãns incondicionais do blues e rock ando roll, não percam, venham conferir mais esta preciosidade do nosso acervo.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

BEAT CLUB


Beat-Club foi um programa musical alemão que durou de setembro de 1965 a dezembro de 1972.Foi transmitido a partir de Bremen, Alemanha, através de um dos canais da televisão pública nacional ARD, era produzido pela Radio Bremen, a partir do 38º programa, passou a ser co-produzido pela WDR.
Teve muita projeção por ser o primeiro programa alemão a basear-se em torno da música popular e contou com artistas lendários como, Muddy Waters, John Mayall, Jonny WInter, The Rolling Stones, Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Tina Turner, The Who, Black Sabbath,The Bee Gees, The Beach Boys, Kraftwerk, The Beatles, Spirit, Atomic Rooster ( em duas formações diferentes), Colosseum, como você poderá acompanhar nestes históricos 24 DVD's, que compoem nosso acervo, e nós da Casa do Blues temos o prazer de apresentar em altissima definição estas obras primas, a verdadeira mina do ouro do rock and roll, blues , jazz, fusion e prog,

High Voltage Festival 2010


Dias 24 e 25 de julho passados, ocorreu pela primeira vez em Londres
o High Voltage Festival no Victoria Park (o parque público mais antigo da cidade),
que trouxe o melhor do classic rock, metal e progressivo em todas as suas vertentes
e que agora podemos curtir em altissima definição de imagem e som, aqui na Casa do Blues.
Dois momentos se tornaram marcantes para o público presente,
como o último show do Heaven & Hell homenageando o saudoso Ronnie James Dio (\m/)
e o único show do Emerson Lake and Palmer (ELP) em 12 anos.
Sobre o show do Heaven & Hell, Geezer Butler disse à revista inglesa Classic Rock: “It’s gonna be very emotional doing this set with different singers [Glenn Hughes and Jorn Lande], and it will very strange being on stage without Ronnie. But Wendy Dio told us that, if he could, then Ronnie would certainly have given this his blessing.”As the band prepare to go into rehearsals for this special set, Butler added: “What we’ll do is a typical Heaven & Hell set as we’ve been touring with it recently. But it’s the only time we’ll do this. It won’t happen again.”
Já Glenn Hughes em seu site oficial, disse o seguinte: “When I walk onto the stage at High Voltage with my mates in Heaven and Hell, it will be to celebrate the life of our Brother Ronnie James Dio. I can’t think of any other Artist who has given so much with his generosity and charitable contribution. We will remember Ronnie as the Voice of Metal, we have also lost a loving, intelligent, sweet and Caring Human Being..RJD was a Giver, not a Taker.. Your Songs will live forever Brother,and you will never be forgotten…”
Para os fãs do Emerson Lake and Palmer, a performance deles no High Voltage não passa em branco o show mostrou o peso da banda. Além de tocar com os velhos amigos Keith Emerson e Greg Lake,Carl Palmer tocou também no sábado com o Asia no palco Prog do festival - haja pique para um senhor de 60 anos recém completados em março passado!
Algumas bandas do festival ( Asia, Argent, Focus, Marillion, Uriah Heep,
ELP e Martin Turner's Wishbone Ash) terão suas performances gravadas e que serão lançadas em CD.

domingo, 4 de julho de 2010

Slash - Nurburgring, germany, june 4, 2010




Este acabou de sair do forno, sim o mais novo trabalho deste guitarrista que dispensa comentarios, foi transmitido em primeira mão aqui na "Casa do Blues", rock and roll da melhor qualidade , uma apresentação digna de elogios, foi na alemanha a exatamente um mês atras, e ai sim fomos surpreendidos novamente, até mesmo os fãs mais assíduos não tinham noticias do ocorrido, surpeendidos sim, e convidamos todos os fãs e admiradores a vir apreciar, em altissima definição de audio e video; mais um item indispensavel para que aprecia o bom e velho rock and roll.

domingo, 6 de junho de 2010


Iron Man 2 é um álbum da banda australiana de Rock and Roll AC/DC, lançado em 19 de abril de 2010 como trilha sonora para o filme Iron Man 2 de Jon Favreau. O álbum foi anunciado em 26 de janeiro de 2010 e é visto como sendo usado do mesmo modo como foi Who Made Who no filme Maximum Overdrive de Stephen King, não como uma compilação dos maiores sucessos, mas uma coletânea da banda, mesmo contendo alguns de seus grandes sucessos.

O co-presidente da Columbia Records, Steve Barnett disse: "A visão de Jon Favreau e a paixão pela música do AC/DC fazem a mistura perfeitamente para este filme incrível; a música realmente destaca a alta energia e a emoção do filme". O álbum traz uma mistura quase meio-a-meio das canções de Bon Scott e Brian Johnson no período AC/DC.[1] O álbum traz quinze faixas de dez álbuns diferentes, que vão de 1975 a 2008.

Altamente recomendado para todos os amantes do bom e velho Rock and Roll, desta banda que dispensa apresentações, e nós da Casa do Blues, convidamos todos amigos, e fãns da banda, a vir e conferir este espetaculo, em altissima definição de imagem e audio, em telões que vão de 42''a 125'', venham e confiram, e sejem nossos convidados.

quarta-feira, 3 de março de 2010

"The house of the rising sun"



É éssa noite foi longa, 8:00am do domingo, depois de uma caixa de cerveja e quase um litro de vodka. Ninguem chegava com o pão, pro café da manhã.

Fotos da "Casa do Blues"





Foto Frontal.
Salão Lateral.
Sala da entrada.

terça-feira, 2 de março de 2010

Strat Pack - Live in Concert




Inventada por Leo Fender em 1954, a Stratocaster tinha três características que a distinguiam imediatamente como uma guitarra revolucionária. Em primeiro lugar, o corpo, desenhado para oferecer o máximo conforto: recorte duplo, bordas chanfradas e a parte superior traseira do fundo dotada de uma depressão abaulada.

Além disso apresentava um vibrato, ou "trêmolo", magnificamente projetado, embutido num cavalete "flutuante"especial. Era a primeira guitarra maciça de três captadores, que ligava um de cada vez. Cedo, porém, os guitarristas descobriram que era possível equilibrar o seletor entre as duas posições, o que produzia um som "fora de fase" todo especial, ao longo dos últimos 50 anos, a Strato tem sido o instrumento preferido de vários imortais do Blues e rock como: Jimi Hendrix, Stevie Ray Vaughan, Eric Clapton, Joe Walsh, David Gilmour, Rory Gallagher , Buddy Guy e muitos mais!

Sobre o show ...
Filmado em 2004 para comemorar os 50 anos de aniversario, o concerto Strat Pack é um sonho para os amantes da guitarra. O conjunto apresenta alguns dos guitarristas mais famosos do mundo, ai vai , Joe Walsh (Eagles), Brian May (Queen), David Gilmour (Pink Floyd), Hank Marvin (The Shadows), Ron Wood (Rolling Stones), Gary Moore, Mike Rutherford (Genesis / Mike + The Mechanics) e muito mais! E nós da Casa do Blues convidamos todos amigos, clientes e fãns, para curtir junto conosco esta festa digna de recomendações, sem medo de errar, tiro certo, confiram.


Track list:


1. Peggy Sue - The Crickets, Albert Lee and Brian May
2. Maybe Baby - The Crickets, Albert Lee and Brian May
3. I Fought The Law - The Crickets, Albert Lee and Brian May
4. Oh Boy - The Crickets, Albert Lee and Brian May
5. That’ll Be The Day - The Crickets, Albert Lee and Brian May
6. The Rise And Fall Of Flingel Bunt - Hank Marvin
7. Sleepwalk - Hank Marvin
8. Apache - Hank Marvin
9. Im On My Way - Theresa Andersson
10. Country Boy - Albert Lee and Theresa Andersson
11. How Long - Mike Rutherford and Paul Carrack
12. All Along The Watchtower - Mike Rutherford and Paul Carrack
13. While My Guitar Gently Weeps - Mike Rutherford and Paul Carrack
14. I Cant Dance - Mike Rutherford and Paul Carrack
15. Red House - Gary Moore
16. Angel - Jamie Cullum
17. Stronger Than Me - Amy Winehouse
18. Muddy Water Blues - Paul Rodgers
19. Drinking - Paul Rodgers featuring Jasmine & Steve Rodgers
20. Alright Now - Paul Rodgers and Brian May
21. Cant Get Enough - Paul Rodgers and Joe Walsh
22. Funk 49 - Joe Walsh
23. Lifes Been Good - Joe Walsh
24. Life In The Fast Lane - Joe Walsh
25. Rocky Mountain Way - Joe Walsh
26. 6pm - Phil Manzanera
27. Marooned - David Gilmour
28. Coming Back To Life - David Gilmour
29. Sorrow - David Gilmour
30. Ooh La La - Ronnie Wood
31. Stay With Me - The All Star Line-Up

domingo, 21 de fevereiro de 2010

The 30th Anniversary Concert Celebration


The 30th Anniversary Concert Celebration é o sexto álbum gravado ao vivo pelo cantor Bob Dylan,
lançado a 24 de Agosto de 1993, Bob é para muitos o mais importante compositor norte-americano dos últimos 50 anos.
A matéria prima de suas canções é tão boa, mas tão boa, que qualquer bom intérprete que pegue,
sai com uma obra prima, os exemplos clássicos são All Along The Watchtower, adotada por Jimi Hendrix,
e Like A Rolling Stone, que os Stones levaram anos para adotar.
O disco foi editado no aniversário dos 30 anos de carreira do artista.
Foi gravado no Madison Square Garden em Nova Iorque em 1992 e teve a participação de outros artistas,
que em sua grande maioria dispensam apresentaçoes, verdadeiros icones, lendas vivas do mundo da musica, e neste exato momento
estamos apreciando esta verdadeira obra prima da musica, um verdadeiro deleite para os apreciadores da boa musica, venham
curtir conosco , aqui na Casa do Blues, item recomendado sem medo de errar.





"Like a Rolling Stone" (John Cougar Mellencamp) – 6:53
"Leopard-Skin Pill-Box Hat" (John Cougar Mellencamp) – 4:20
"Introduction by Kris Kristofferson" – 0:55
"Blowin' in the Wind" (Stevie Wonder) – 8:53
"Foot of Pride" (Lou Reed) – 8:47
"Masters of War" (Eddie Vedder e Mike McCready) – 5:06
"The Times They Are A-Changin'" (Tracy Chapman) – 3:01
"It Ain't Me Babe" (June Carter Cash e Johnny Cash) – 3:50
"What Was It You Wanted?" (Willie Nelson) – 5:47
"I'll Be Your Baby Tonight" (Kris Kristofferson) – 3:04
"Highway 61 Revisited" (Johnny Winter) – 5:05
"Seven Days" (Ronnie Wood) – 5:26
"Just Like a Woman" (Richie Havens) – 5:50
"When the Ship Comes In" (The Clancy Brothers e Robbie O'Connell com participação especial de Tommy Makem) – 4:23
"You Ain't Going Nowhere" (Mary Chapin Carpenter, Rosanne Cash e Shawn Colvin) – 3:52
"Just Like Tom Thumb's Blues" (Neil Young) – 5:38
"All Along the Watchtower" (Neil Young) – 6:20
"I Shall Be Released" (Chrissie Hynde) – 4:26
"Don't Think Twice, It's All Right" (Eric Clapton) – 6:09
"Emotionally Yours" (O'Jays) – 5:43
"When I Paint My Masterpiece" (The Band) – 4:23
"Absolutely Sweet Marie" (George Harrison) – 4:43
"License to Kill" (Tom Petty & the Heartbreakers) – 4:52
"Rainy Day Women #12 & 35" (Tom Petty & the Heartbreakers) – 4:44
"Mr. Tambourine Man" (Roger McGuinn com Tom Petty & the Heartbreakers) – 4:10
"It's Alright, Ma (I'm Only Bleeding)" (Bob Dylan) – 6:21
"My Back Pages" (Bob Dylan, Roger McGuinn, Tom Petty, Neil Young, Eric Clapton, George Harrison) – 4:39
"Knockin' on Heaven's Door" (Todos os artistas) – 5:38
"Girl from the North Country" (Bob Dylan) – 5:12

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Mais Shows



Magic Slim

O grande guitarrista de Chicago blues Magic Slim é outro nome em turnê por aqui. Ele tocará em Guaramiranga, no Ceará, no Festival de Jazz & Blues de Guaraminga e no Garanhunhs Jazz Festival, em Pernambuco no dia 15 de fevereiro. Ele fará show também no dia 27 de fevereiro, na Urca, em Poços de Caldas no pré-lnaçamento do 3º Poços de Caldas Jazz & Blues Festival.

Johnny Winter

O virtuoso guitarrista texano se apresenta pela primeira vez no Brasil e será o músico com a turnê mais longa em solos brasileiros. Essa é com certeza uma oportnidade única. Eles se apresenta nas seguintes datas e cidades:
14/05/2010 (sexta-feira) Studio 5, Manaus
15/05/2010 (sábado) Centro De Convenções, Brasilia
16/05/2010 (domingo) Teatro Guararapes, Recife
20/05/2010 (quinta-feira) Canecão, Rio de Janeiro
21/05/2010 (sexta-feira) Chevrolet Hall, Belo Horizonte
22/05/2010 (sábado) Via Funchal, São Paulo

Shows confirmados em 2010, altamente recomendados!!!


BB King voltará ao Brasil !!!!
Boas notícias para os amantes do blues. Temos ótimos shows já confirmados para 2010. Preparem o coração blueseiro pois não vai ser facil não, é muita história pra tocar.
BB King voltará ao Brasil em março para shows em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasilia e talvez Porto Alegre, dependendo ainda do fechamento das negociações.Na passagem do Rei do Blues por aqui em 2006, ele anunciou que aquela seria sua turnê de despedida e que passaria a tocar somente em solo americano. Para nossa sorte, ele mudou de idéia e aos 84 anos saiu em turnê pela Europa e agora para shows por toda América do Sul. Imperdível!
Data: 16/03/2010 – terça-feira
Local: Vivo Rio – Rio de Janeiro/RJ
Data: 19 e 20/03/2010 – sexta-feira e sábado
Local: Via Funchal – São Paulo/SP
Data: 22/03/2010 – segunda-feira
Local: Brasília/DF

domingo, 14 de fevereiro de 2010

SWEET TORONTO PEACE FESTIVAL 1969


SWEET TORONTO PEACE FESTIVAL 1969

"Give Peace a chance" , foi o tema principal do Sweet Toronto Festival realizado em 1969, um concerto inesquecível que reuniu grandes nomes do blues e rock'n'roll numa manifestação em defesa da paz mundial.
Apresentando-se ao lado de Eric Clapton e Yoko Ono na recém-formada Plastic Ono Band, John Lennon mostra seis canções, enquanto Chuck Berry, Little Richard, Jerry Lee Lewis e o grande mestre do blues Bo Diddley , cantam seus maiores sucessos.
E nós aqui da Casa do Blues, convidamos todos os apaixonados por blues e rock, bem como todos nossos amigos, a vir conferir este imperdivel show, que é uma verdadeira obra prima do blues-rock, confiram.

Bo Diddley (Bo Diddley)
Houdnd Dog (Jerry Lee Lewis)
Jhohnny B Goode (Chuck Berry)
Lucille (Little Richard)
Blue Suede Shoes (John Lennon)
Money (John Lennon)
You Make Me Dizzy Miss Lizzly
Yer Blues (John Lennon)
Cold Turkey (John Lennon)
Give Peace a Chance(John Lennon)
Don't Worry Kyoto (Yoko Ono)
"John, John Let's Hope for Peace" (Yoko Ono)

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Ten Years After Bouton Rouge – Paris 1968



Isso mesmo para todos os fãs de Alvin Lee e companhia, e para aqueles que ainda não são fãs, trazemos para todos , esta histórica apresentação do Ten Years After, em Paris no ano de 1968, blues e heavyrock da melhor qualidade, um real espetáculo direto dos celebres anos sessenta, direto para a Casa do Blues, sim venham conferir em altíssima definição, a Casa do Blues recomenda, sem medo de errar, eles dão inicio detonando com “Walk Your Mama”, seguindo com” Portable People”, depois com “Call Me” e finalizando com You May Be Wrong (Count Basie), poucos venenos mas de efeito mais que garantido, tiro certo, e a qualidade do vídeo impressiona.

Alvin Lee - Guitarra, voz
Chick Churchill - orgão
Leo Lyons - Baixo
Ric Lee - Batería

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

AS LENDAS DO BLUES


Uma noite muito especial, e hoje histórica, quando as lendas do blues, se juntaram para deixar esse registro espetacular, blues mans ingleses e americanos se juntam e então, algo mágico acontece. Uma noite quente em junho de 1982 no Capitol Theater de Nova Jersey, John Mayall e os Bluesbreakers, com Mick Taylor (Rolling Stones) na guitarra, John McVie (Fleetwood Mac) no baixo, e Colin Allen (da banda de Rod Stewart) na bateria, homenagearam e se juntaram à cinco imortais do blues: Albert King, Etta James, Buddy Guy, Junior Wells e Sippie Wallace. Cada um dos grandes blues mans foram apoiados pelos Bluesbreakers, resultando, em alguns momentos musicais incríveis . Inesquecível é a única palavra para descrever o guitar jams entre Albert King, Buddy Guy, e Mick Taylor.
Agora podemos desfrutar de cada momento de grandeza daquela noite especial quando o Bluesbreakers se juntaram aos expoentes do blues. A noite em que as lendas saíram para tocar. Blues em sua forma mais pura e autentica, altamente recomendado, item indispensável de nosso acervo, sem medo de errar, venha e confira, aqui na Casa do Blues, aonde mora o blues.

SETENTA ANOS DE JOHN MAYALL




Nascido na Inglaterra em 29 de novembro de 1933, o músico JOHN MAYALL é considerado com toda a justiça o Avô do Blues Britânico. No início dos anos 60, sua banda, JOHN MAYALL & THE BLUESBREAKERS era a grande referência do blues no Reino Unido, e foi nela que Eric Clapton, juntamente com John McVie (baixo), Mick Fleetwood (bateria) e Peter Green (guitarra),iniciaram suas careiras, os ultimos tres ao deixarem Mayall, montaram uma das bandas mais importantes do blues-rock de todos os tempos, o FLEETWOOD MAC.

Sobre o show John Mayall disse:

"Preciso dizer que durante muitos anos sonhei em fazer algo assim. Na noite do show, fiquei sinceramente emocionado, e não só pela resposta dos quatro mil e quinhentos fãs de blues, que tinham vindo a Liverpool dos mais diversos lugares.Tocar novamente com Eric Clapton depois de um intervalo de 38 anos fez com que o tempo parecesse não existir. Quando o show chegou ao fim, fiquei chocado em olhar para o relógio e perceber que ficamos duas horas e meia no palco! Imagino que nunca mais haverá outra noite como essa, então é uma benção que o som e a imagem tenham sido registrados, para que todos possam apreciar o show ainda por muitos e muitos anos".

E nós da Casa do blues recomendamos este registro histórico com grandes feras do blues inglês, item indispensável do nosso acervo, venham e confiram!!!
Altamente recomendado, blues da melhor qualidade e executado com maestria, por esses mestres do blues.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

John the Revelator


VENENO HOLANDÊS!! BLUES PSYCH EXCELENTE!! OS PIRADOS POR FLETWWOD MAC E PETER GREEN NÃO DEVIAM DEIXAR DE ESCUTAR ESTE DISCO!! OLHA BEM: OS CARAS CRESCERAM ESCUTANDO DISCOS DE ELMORE JAMES, WILLIE DIXON E SOBRETUDO DE JOHN MAYAL!!! SÓ COM COM ESSAS INFLUÊNCIAS DÁ PRA IMAGINAR O QUE OS CARAS FAZIAM!! BOM VENENO!! COMO O TÍTULO DIZ: "BLUES SELVAGEM" E PSICODÉLICO!!!

A Casa do Blues recomenda, item mais doque indispensavel, como o proprio nome do album diz "selvagem", para ouvidos exigentes, com uma versão de "Little Red Rooster", que é de esquenta o sangue, confiram aqui na casa do blues, um presente de nosso grande amigo Luiz Carlos Menegon, esse cara é fera.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010


Sábadão Blues-Rock, na rádio ROCKFLY !! Confiram!! Isso mesmo todos os sábados , aqui na "Casa do Blues", estaremos transmitindo, o programa Rock n Roll Goldmine, com o melhor do Blues-Rock, em altissíma definição, não percam, esse programa é uma verdadeira mina de ouro do rock dos anos 60 e 70, altamente recomendado. Bandas obscuras do cenário blues-rock, trazidas até nós por nosso querido amigo e apresentador Luis Carlos Menegon, é todo sábado a partir das 22:00hs, venha conferir, esperamos vocês.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

O poderoso chefão do blues


Muddy Waters (4 de abril de 1915 – 30 de abril de 1983) foi um músico de blues norte-americano, considerado o pai do Chicago blues. Atribui-se a Muddy Waters a idéia de invenção da Guitarra Elétrica. Seu nome completo de batismo é McKinley Morganfield.
O nome artístico (em português, Águas Lamacentas) ele ganhou devido ao costume de quando criança brincar em um rio. Ele mudaria-se mais tarde para Chicago, Illinois, onde trocou o violão pela guitarra elétrica. Sua popularidade começou a crescer entre os músicos negros, e isso o permitiu passar a se apresentar em clubes de grande movimento. A técnica de Waters é fortemente característica devido a seu uso da braçadeira na guitarra. Suas primeiras gravações pela Chess Records apresentavam Waters na guitarra e nos vocais apoiado por um violoncelo. Posteriormente, ele adicionaria uma seção rítmica e a gaita de Little Walter, inventando a formação clássica de Chicago blues.
Com sua voz profunda, rica, uma personalidade carismática e o apoio de excelentes músicos, Waters rapidamente tornou-se a figura mais famosa do Chicago Blues. Até mesmo B. B. King referiria-se a ele mais tarde como o "Chefe de Chicago". Suas bandas eram um "quem é quem" dos músicos de Chicago blues: Little Walter, Big Walter Horton, James Cotton, Junior Wells, Willie Dixon, Otis Spann, Pinetop Perkins, Buddy Guy, e daí em diante.
As gravações de Waters do final dos anos 1950 e começo dos 60 foram particularmente suas melhores. Muitas das músicas tocadas por ele tornaram-se sucesso: "I’ve Got My Mojo Working", "Hoochie Coochie Man", "She’s Nineteen Years Old" e "Rolling and Tumbling", grandes clássicos que ganhariam versões de várias bandas dos estilos mais diversos.
Sua influência foi enorme em muitos gêneros musicais: blues, rhythm and blues, rock, folk, country. Foi Waters quem ajudou Chuck Berry a conseguir seu primeiro contrato.
Suas turnês pela Inglaterra no começo dos anos 1960 marcaram provavelmente a primeira vez que uma banda pesada, amplificada, se apresentou por ali (certo crítico sentiu-se obrigado a sair de um show para escrever sua análise por achar que a banda tocava muito alto). As músicas de Waters inclusive exerceram grande influência nas bandas britânicas. O Rolling Stones tirou seu nome de "Rollin’ Stone", de 1950, mais conhecida como "Catfish Blues". Um dos maiores sucessos do Led Zeppelin, "Whole Lotta Love", foi baseado em "You Need Love", composta por Willie Dixon . Foi Dixon quem compôs algumas das músicas mais conhecidas de Muddy Waters, como "I Just Want to Make Love to You", "Hoochie Coochie Man" e "I’m Ready".
Entre outras canções com as quais Waters tornou-se conhecido estão "Long Distance Call", "Mannish Boy" e o hino do rock/blues "I’ve Got My Mojo Working".
E aqui na Casa do Blues, videos de altissima definiçao com o melhor do pai do blues de Chicago, desde os primeiros registros até seus ultimos registros em videos , você amante do blues venha conferir, e para os que não conhecem, item obrigatório e altamente recomendado pela Casa do blues.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Rock n Roll Goldmine na Casa do Blues


Sabadão Blues-Rock, na rádio ROCKFLY das dez a meia noite!! Confiram!! Isso mesmo neste sabado 30 de janeiro de 2010, aqui na "Casa do Blues", estaremos transmitindo, o programa Rock n Roll Goldmine, com o melhor do Blues-Rock, em altissima definição, não percam, uma cortesia de nosso querido amigo e apresentador Luis Carlos Menegom, esse programa é uma verdadeira mina de ouro do rock dos anos 60 e 70, altamente recomendado.

Só pra ter uma idéia do que vai rolar vejam o primeiro bloco como deve ficar:

"A SONZERA COMEÇA COM A BANDA SATIN WHALE COM “SEASONS OF LIFE”. SEGUE COM A BANDA BORN AGAIN COM “NO GOOD REASON”. DEPOIS VEM A BANDA GALADRIEL E A MUSICA “SHE LEFT HER LOVE”. E FECHA O BLOCO COM A BELA VERSÃO DA MUSICA “TOBACCO ROAD” AQUI INTERPRETADA PELA BANDA ORANGE PEEL."

É nesse sábado na Casa do Blues, aonde mora o blues, das dez a meia noite!! Confiram!!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Canned Heat - Live at Montreux 1973

Para aqueles que não conhecem, Canned Heat foi uma banda norte-americana de blues-rock fundada em 1965 pelo guitarrista Alan Wilson e pelo vocalista e gaitista Bob Hite. Outros integrantes da banda eram o baixista Larry Taylor, o guitarrista Henry Vestine e o baterista Adolf Fito de la Parra. O álbum de estréia do grupo foi lançado pouco tempo depois de sua aparição no Festival Pop de Monterey, mas o estouro da banda viria mesmo depois do lançamento do disco seguinte, Boogie with Canned Heat e de sua participação no Festival de Woodstock.
Depois de alcançar grande reconhecimento com suas versões de "Goin' Up The Country" e "Let's Work Together" Wilson morreu em setembro de 1970 sob circunstâncias misteriosas, e Hite por sua vez tocou a banda com importantes apresentações entre elas no Festival de Montreux em 1973, apresentação esta que venho recomendar como um dos momentos célebres desta banda, que na minha opinião, é um dos icones da história do blues-rock, contando ainda com a presença do bluesman Clarence "Gatemouth" Brown - que dispensa apresentações -, item indispensável para amantes do blues, aqui na Casa do Blues item essencial no nosso acervo.



1. On the Road Again
2. Please Mr. Nixon w/ Clarence "Gatemouth" Brown
3. Worried Life Blues w/ Clarence "Gatemouth"
4. Ooh Poo Pah Doo w/ Clarence "Gatemouth" Brown
5. Funky w/ Clarence "Gatemouth" Brown
6. Night Time is the Right
7. Let's Work Together
8. Rock and Roll Music
9. Lookin' for My Rainbow
10. Montreux Boogie (improvisation)

Buddy Guy - Live: The Real Deal With G.E. Smith & The Saturday Night Live Band


Buddy Guy uma lenda viva do blues, e um dos melhores guitarristas do genero, juntamente com G.E. Smith produtor musical e exelente musico, em uma noite de arrebentar a alma de qualquer blueseiro, "Live: The Real Deal" é sem duvida um dos trabalhos que mais admiro de Buddy, procurado por mim em video durante mais de uma decada, a primeira vez que me deparei com esse trabalho foi em CD, somente o audio do show, já foi combustivel o bastante pra me por em orbita, e hoje tenho o prazer de convidar à todos que quiserem ver este show sem igual, blues na veia, efeito mais que garantido, item obrigatório no nosso acervo, a Casa do blues recomenda.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010


O grupo britânico de blues-rock Fleetwood Mac é um dos casos que dispensa apresentações para os amantes do blues, formado em 1967, quando o guitarrista e compositor Peter Green e o baixista John McVie deixaram o John Mayall's Bluesbreaker para formar seu próprio grupo, juntando-se ao vocalista e guitarrista Jeremy Spencer e o baterista Mick Fleetwood, estava formada então uma das bandas britanicas pioneiras no blues, e no meu ponto de vista um dos maiores expoentes do blues britânico, verdadeira perola da música, item obrigatório para os amantes do blues, e neste dvd "The Original Fleetwood Mac - The Early Yeas", temos uma coletãnea de tirar o chapéu, são quinze videos em alta definição imperdivel, sempre requisitado aqui na "Casa do Blues", venha conferir.

sábado, 23 de janeiro de 2010

"Shine a Light in Blues"



O poder de Mick Jagger e companhia não é brincadeira. E é isso que parece ter fascinado Martin Scorsese, em mais uma de suas recentes incursões musicais. Em 2003, o cineasta produziu uma ótima série de documentários sobre as raízes do blues. Dois anos depois, conseguiu jogar um holofote sobre o recluso Bob Dylan em No Direction Home. E agora, fingindo que não era nada demais, resolveu captar o quarteto inglês no palco.The Rolling Stones - Shine a Light seria só mais um ordinário registro de banda ao vivo, se os envolvidos não fossem quem são. Os Stones entram com a excelência musical , e como quem não tem mais nada a provar. E o cineasta soma com seu amor pelas canções da banda (que freqüentemente aparecem nas trilhas sonoras de seus filmes) e sua boa mão de documentarista. A escolha do setlist faz parte do momento cômico do filme. Jagger enrolou Scorsese até o último momento: o diretor só ficou sabendo quais músicas seriam tocadas quando a banda abria a introdução de "Jumpin' Jack Flash" . No final das contas, a lista deu preferência aos grandes clássicos dos Stones. As músicas mais recentes são de Tattoo You, álbum de 1981. Os convidados especiais incluem Christina Aguilera, surpreendentemente boa em "Live With Me" , Jack White em "Loving Cup" e Buddy Guy, que dispensa apresentações e na minha opinião foi o ponto alto do filme, interpretando "Champagne & Reefer", de Muddy Waters, um verdadeiro clássico do blues, para os amantes do blues , item indispensavel. Richards é um espetáculo à parte no meio da apresentação, assumindo o vocal blueseiro e chapado de "You Got the Silver" e "Connection".Entre os riffs de Keith Richards e Ronnie Wood, um sorriso mal-humorado de Charlie Watts para a câmera e as requebradas de Mick Jagger, Shine a Light é um registro superior da velha carreira dos britânicos.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

O blues e a madrugada


Catanduva, sexta feira, 22 de janeiro de 2010, são exatamente 1:20hs, e algumas pessoas chegam na "Casa do Blues", perguntando sobre um bluesman branco, me perguntaram se eu conhecia Stevie Ray Vaugan, e então pedi para eles sentarem e assistirem "Live at the El Mocambo", um show de 1991 um verdadeiro show de blues, aquele blues selvagem do Texas, que meus amigos Stevie sabia fazer como poucos, altamente recomendado, para todo aquele que tem uma alma de blues, item essencial e fundamental, se não conhece vem ver com seus proprios olhos...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Mais uma dose de blues, é claro que eu estou afim!


Mick Taylor, nascido em 17 de janeiro de 1949, em Welwyn Garden City, Inglaterra é mais conhecido musicalmente por ter sido guitarrista dos Rolling Stones entre 1969 e 1974, quando saiu para seguir carreira solo. Antes, havia tocado com John Mayall's Bluesbreakers. A partir da saida dos Stones sua carreira se tornaria um pouco obscura, mas neste DVD ele mostra muito de sua tecnica como guitarrista de blues, um otimo show com o melhor do blues, não deixem de assistir, aqui na "Casa do Blues" é apresentação obrigatória.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

QUEM PROCURA O BLUES ACHA!!


Agora a pouco chegou um casal, estava rolando um dvd do AC/DC, e então o rapaz perguntou se não tinhamos dvd's de blues, apresentei a ele, uma noite muito especial que aconteceu no Montreux Jazz Festival, em que Carlos Santana recebe três de seus grandes idolos do blues, coloquei o que ele toca com Clarence "Gatemouth" Brown, e então mais uma vez quem procurou pelo blues, o encontrou, e ficamos felizes em ver que as pessoas procuram a "Casa do Blues", e encontram oque esperam.