O projeto "Casa do Blues" após oito anos, abre suas portas para São Jose do Rio Preto e região.

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São José do Rio Preto, São Paulo, Brazil
O projeto "Casa do Blues", após 8 anos, transfere suas atividades para São Jose do Rio Preto, trazendo uma opção diferenciada em entretenimento noturno para a cidade e região, acreditando no seguimento blues-rock, oferecemos o melhor do seguimento, videos em altíssima definição, cardápio muito bem elaborado com pratos da culinária nacional e internacional, bebidas de variadas nacionalidades e cerveja artesanal da melhor qualidade, venha conhecer nosso espaço, também com musica ao vivo aos finais de semana, Fone: (17)991491352.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Rock n Roll Goldmine na Casa do Blues


Sabadão Blues-Rock, na rádio ROCKFLY das dez a meia noite!! Confiram!! Isso mesmo neste sabado 30 de janeiro de 2010, aqui na "Casa do Blues", estaremos transmitindo, o programa Rock n Roll Goldmine, com o melhor do Blues-Rock, em altissima definição, não percam, uma cortesia de nosso querido amigo e apresentador Luis Carlos Menegom, esse programa é uma verdadeira mina de ouro do rock dos anos 60 e 70, altamente recomendado.

Só pra ter uma idéia do que vai rolar vejam o primeiro bloco como deve ficar:

"A SONZERA COMEÇA COM A BANDA SATIN WHALE COM “SEASONS OF LIFE”. SEGUE COM A BANDA BORN AGAIN COM “NO GOOD REASON”. DEPOIS VEM A BANDA GALADRIEL E A MUSICA “SHE LEFT HER LOVE”. E FECHA O BLOCO COM A BELA VERSÃO DA MUSICA “TOBACCO ROAD” AQUI INTERPRETADA PELA BANDA ORANGE PEEL."

É nesse sábado na Casa do Blues, aonde mora o blues, das dez a meia noite!! Confiram!!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Canned Heat - Live at Montreux 1973

Para aqueles que não conhecem, Canned Heat foi uma banda norte-americana de blues-rock fundada em 1965 pelo guitarrista Alan Wilson e pelo vocalista e gaitista Bob Hite. Outros integrantes da banda eram o baixista Larry Taylor, o guitarrista Henry Vestine e o baterista Adolf Fito de la Parra. O álbum de estréia do grupo foi lançado pouco tempo depois de sua aparição no Festival Pop de Monterey, mas o estouro da banda viria mesmo depois do lançamento do disco seguinte, Boogie with Canned Heat e de sua participação no Festival de Woodstock.
Depois de alcançar grande reconhecimento com suas versões de "Goin' Up The Country" e "Let's Work Together" Wilson morreu em setembro de 1970 sob circunstâncias misteriosas, e Hite por sua vez tocou a banda com importantes apresentações entre elas no Festival de Montreux em 1973, apresentação esta que venho recomendar como um dos momentos célebres desta banda, que na minha opinião, é um dos icones da história do blues-rock, contando ainda com a presença do bluesman Clarence "Gatemouth" Brown - que dispensa apresentações -, item indispensável para amantes do blues, aqui na Casa do Blues item essencial no nosso acervo.



1. On the Road Again
2. Please Mr. Nixon w/ Clarence "Gatemouth" Brown
3. Worried Life Blues w/ Clarence "Gatemouth"
4. Ooh Poo Pah Doo w/ Clarence "Gatemouth" Brown
5. Funky w/ Clarence "Gatemouth" Brown
6. Night Time is the Right
7. Let's Work Together
8. Rock and Roll Music
9. Lookin' for My Rainbow
10. Montreux Boogie (improvisation)

Buddy Guy - Live: The Real Deal With G.E. Smith & The Saturday Night Live Band


Buddy Guy uma lenda viva do blues, e um dos melhores guitarristas do genero, juntamente com G.E. Smith produtor musical e exelente musico, em uma noite de arrebentar a alma de qualquer blueseiro, "Live: The Real Deal" é sem duvida um dos trabalhos que mais admiro de Buddy, procurado por mim em video durante mais de uma decada, a primeira vez que me deparei com esse trabalho foi em CD, somente o audio do show, já foi combustivel o bastante pra me por em orbita, e hoje tenho o prazer de convidar à todos que quiserem ver este show sem igual, blues na veia, efeito mais que garantido, item obrigatório no nosso acervo, a Casa do blues recomenda.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010


O grupo britânico de blues-rock Fleetwood Mac é um dos casos que dispensa apresentações para os amantes do blues, formado em 1967, quando o guitarrista e compositor Peter Green e o baixista John McVie deixaram o John Mayall's Bluesbreaker para formar seu próprio grupo, juntando-se ao vocalista e guitarrista Jeremy Spencer e o baterista Mick Fleetwood, estava formada então uma das bandas britanicas pioneiras no blues, e no meu ponto de vista um dos maiores expoentes do blues britânico, verdadeira perola da música, item obrigatório para os amantes do blues, e neste dvd "The Original Fleetwood Mac - The Early Yeas", temos uma coletãnea de tirar o chapéu, são quinze videos em alta definição imperdivel, sempre requisitado aqui na "Casa do Blues", venha conferir.

sábado, 23 de janeiro de 2010

"Shine a Light in Blues"



O poder de Mick Jagger e companhia não é brincadeira. E é isso que parece ter fascinado Martin Scorsese, em mais uma de suas recentes incursões musicais. Em 2003, o cineasta produziu uma ótima série de documentários sobre as raízes do blues. Dois anos depois, conseguiu jogar um holofote sobre o recluso Bob Dylan em No Direction Home. E agora, fingindo que não era nada demais, resolveu captar o quarteto inglês no palco.The Rolling Stones - Shine a Light seria só mais um ordinário registro de banda ao vivo, se os envolvidos não fossem quem são. Os Stones entram com a excelência musical , e como quem não tem mais nada a provar. E o cineasta soma com seu amor pelas canções da banda (que freqüentemente aparecem nas trilhas sonoras de seus filmes) e sua boa mão de documentarista. A escolha do setlist faz parte do momento cômico do filme. Jagger enrolou Scorsese até o último momento: o diretor só ficou sabendo quais músicas seriam tocadas quando a banda abria a introdução de "Jumpin' Jack Flash" . No final das contas, a lista deu preferência aos grandes clássicos dos Stones. As músicas mais recentes são de Tattoo You, álbum de 1981. Os convidados especiais incluem Christina Aguilera, surpreendentemente boa em "Live With Me" , Jack White em "Loving Cup" e Buddy Guy, que dispensa apresentações e na minha opinião foi o ponto alto do filme, interpretando "Champagne & Reefer", de Muddy Waters, um verdadeiro clássico do blues, para os amantes do blues , item indispensavel. Richards é um espetáculo à parte no meio da apresentação, assumindo o vocal blueseiro e chapado de "You Got the Silver" e "Connection".Entre os riffs de Keith Richards e Ronnie Wood, um sorriso mal-humorado de Charlie Watts para a câmera e as requebradas de Mick Jagger, Shine a Light é um registro superior da velha carreira dos britânicos.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

O blues e a madrugada


Catanduva, sexta feira, 22 de janeiro de 2010, são exatamente 1:20hs, e algumas pessoas chegam na "Casa do Blues", perguntando sobre um bluesman branco, me perguntaram se eu conhecia Stevie Ray Vaugan, e então pedi para eles sentarem e assistirem "Live at the El Mocambo", um show de 1991 um verdadeiro show de blues, aquele blues selvagem do Texas, que meus amigos Stevie sabia fazer como poucos, altamente recomendado, para todo aquele que tem uma alma de blues, item essencial e fundamental, se não conhece vem ver com seus proprios olhos...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Mais uma dose de blues, é claro que eu estou afim!


Mick Taylor, nascido em 17 de janeiro de 1949, em Welwyn Garden City, Inglaterra é mais conhecido musicalmente por ter sido guitarrista dos Rolling Stones entre 1969 e 1974, quando saiu para seguir carreira solo. Antes, havia tocado com John Mayall's Bluesbreakers. A partir da saida dos Stones sua carreira se tornaria um pouco obscura, mas neste DVD ele mostra muito de sua tecnica como guitarrista de blues, um otimo show com o melhor do blues, não deixem de assistir, aqui na "Casa do Blues" é apresentação obrigatória.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

QUEM PROCURA O BLUES ACHA!!


Agora a pouco chegou um casal, estava rolando um dvd do AC/DC, e então o rapaz perguntou se não tinhamos dvd's de blues, apresentei a ele, uma noite muito especial que aconteceu no Montreux Jazz Festival, em que Carlos Santana recebe três de seus grandes idolos do blues, coloquei o que ele toca com Clarence "Gatemouth" Brown, e então mais uma vez quem procurou pelo blues, o encontrou, e ficamos felizes em ver que as pessoas procuram a "Casa do Blues", e encontram oque esperam.

O que rola na "Casa do Blues"


O que rola na "Casa do Blues", neste exato momento que são 21:11hs de quarta feira, é a histórica apresentação da banda Jefferson Airplane cantando Somebody to Love, durante o Woodstock 1969, video de altíssima definição, um espetáculo de show imperdível para os amantes do gênero, esse e muitos outros espetáculos da história do blues-rock fazem parte de nosso acervo venha conferir...

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Aonde mora o Blues?

Bluseiros de fé a "Casa do Blues" é para todos aqueles que têm uma alma de blues, esteja certo aqui é o lugar aonde mora o Blues, de segunda a sabádo a partir das 19:00hs, os melhores registros em videos da história do Blues e Rock and Roll, com acervo que remonta às origens do Blues-Rock, e atravessa quase 5 decadas até os dias de hoje, sejam nossos convidados.

A Fada Verde



A "Fada Verde"

Absinto é uma bebida destilada feito da erva Artemisia absinthium. Anis, funcho e por vezes outras ervas compõem a bebida. Ela foi criada e utilizada primeiramente como remédio pelo Dr. Pierre Ordinaire, médico francês que vivia em Couvet na Suíça por volta de 1792.
É por vezes incorretamente chamado de licor, mas é na verdade uma bebida destilada.
O absinto foi especialmente popular na França, sobretudo pela ligação aos artistas parisienses de finais do século XIX e princípios do século XX, até a sua proibição em 1915, tendo ganho alguma popularidade com a sua legalização em vários países. É também conhecido popularmente de fada verde em virtude de um suposto efeito alucinógeno.
Charles Baudelaire, Paul Verlaine, Arthur Rimbaud, Vincent van Gogh, Oscar Wilde, Henri de Toulouse-Lautrec e Aleister Crowley eram adeptos da fada verde.
Tem geralmente uma cor verde-pálida, transparente ou, no caso de envelhecido, castanho claro.
Criada originalmente como infusão medicinal pelo médico francês, com uma porcentagem de álcool muito elevada de 70%, na Belle epoque tornou-se a bebida da moda, contando com certo poder alucinógeno da planta Artemisia absinthium que a integrava e que deu nome à bebida.
Em 1999 no Brasil, foi trazida pelo empresário Lalo Zanini e legalizada no mesmo ano, porém teve de adaptar-se à lei brasileira, com teor alcoólico máximo de 54ºGL.

Alguns drinks com Absinto:

Head Shock

1 parte de tequila
2 partes de Absinto

É só misturar, não leva gêlo.

Inferno

2 partes de Absinto
1 limão cortado como para Caipirinha
1 parte de xarope simples
Fôlhas de hortelã
Gelo picado

O método de preparo é o mesmo que o da Caipirinha.

Absinto Tropical

2 cubos de gelo
1 colher pequena de açúcar
2 doses de absinto
complete com água de côco.

Absinto Cítrico

2 cubos de gelo
1/2 colher pequena de açúcar
1 dose de absinto
complete com suco de laranja puro.

O Absinto Cítrico mistura o sabor ácido da laranja, com o sabor
anisado do absinto, resultando num composto exótico.

Absinto Fresh

Amasse folhas de hortelã num copo
2 cubos de gelo
1 colher pequena de açúcar
1 dose de absinto
água mineral à gosto.

Alta refrescância nesta combinação, principalmente se
a Hortelã for fresca.

Absintonic

2 cubos de gelo
1 dose de absinto
completar com água tônica à gosto.

Um clássico, só que em vez de Gim você
estará usando absinto!

Orange-Lemon Absinthe

2 dedos de Absinto
3 cubos de gelo
Meio limão
1 laranja média
2 cubos de açúcar (ou 1 colher de sobremesa)

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

"Creation with Felix Pappalardi"


Quem conhece a japonesa banda de blues-rock Blues Creation,
pois bem eu conhecia os 4 primeiros trabalhos desta banda liderada por Kasuo Takeda,
as raizes bem firmes no blues, e as asas fortes plainando sobre o rock
essa banda de japas soube como poucos interpetrar um blues muito autentico,
e neste dia vim a descobrir mais trabalhos desta banda e venho apresentar a vós,
juntamente com o ex-moutain, e produtor do legendario Cream, Felix Pappalardi,
a banda que então passou a se chamar apenas Creation vem a deixar mais um trabalho muito bom,
que neste mesmo momento estou a degustar, entitulado de "Creation with Felix Pappalardi",
vale a pena conferir, principalmente para quem já é fã dos riffs de Kasuo, não deixem de procurar,
pois quem procura, acha, isso é certo, indicação garantida, efeito mais que certo.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Blues Addctis - 1970




Blues Addctis - 1970


Quarteto dinamarquês e uma verdadeira lenda do blues-rock nesse país. O disco é raro e não há quase nenhuma informação sobre a banda. Mas o som dispensa maiores apresentações - um blues-rock pesado e ácido, algo que oscila entre Blue Cheer e Ten Years After, na suas fases iniciais. O som incendeia em "5/4" e "Eletric" e se mosta encharcado de psicodelia em faixas como "Bottleneck" e "Smukke". Existe uma outra versão desse disco (reedição), com alguns bônus, vale a pena conferir, carne crua, acida, para ouvidos famintos, particularmente um de meus discos preferidos, riffs pesados, solos insanos, coisa boa mesmo, se tiverem oportunidade não deixem de ouvir.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

"Crossroads Guitar Festival"


DVD perpetua a segunda edição do 'Crossroads'
Em 28 de julho de 2007, astros do blues, do rock e do country gravitaram em torno de Eric Clapton, a estrela anfitriã de mega-show realizado em Chicago (EUA). Tratava-se da segunda edição do Crossroads Guitar Festival, projeto beneficente de Clapton que busca angariar fundos para um centro de reabilitação que ajuda dependentes químicos (a primeira edição aconteceu em 2004). O evento foi captado para edição em DVD lançado no exterior em novembro de 2007. Editado pela Warner Music no mercado brasileiro neste mês de maio de 2008, o DVD Crossroads Guitar Festival 2007 é duplo e reúne 39 números em roteiro que começa com introdução feita pelo ator Bill Murray e desemboca no número coletivo, Sweet Home Chicago, em que o bluesman Buddy Guy recebe Clapton, Robert Cray, John Mayer, Hubert Sumlin, Jimmie Vaughan e Johnny Winter. Além destes nomes, a segunda edição do festival aglutinou Sheryl Crow, Willie Nelson, Vince Gill, Albert Lee, Los Lobos e Jeff Beck, entre outros. Todos pela ótima causa...

OS HAXIXINS

Da beira de um córrego da Zona LOST, apelido dado para a Zona Leste da cidade de São Paulo, a parte da periferia de onde vieram as bandas mais garageiras da cena brasileira, surgem Os Haxixins. Talvez pelos vapores, a poeira ou o ar do local, eles são a banda mais obscura, psicodélica e autêntica da vizinhança.

Influenciados pelo rock obscuro dos 60's, garage punk e psicodelia, os amigos Sir Uly (bateria) e Fábio (guitarra) resolveram montar um repertório “Só com o pedal Fuzz e a coragem”, segundo o próprio Uly, depois de terem feito parte da extinta banda The Merry Pranksters.

O nome do grupo surgiu após o convite feito para o baixista Daniel Villafranca e o organista Alexandre "Alôpra" Romera, inspirados no livro “Clube dos Haxixins”, sobre as experiências de um grupo de fumantes de haxixe fundado em 1845, que reunia artistas como Charles Baudelaire e Téophile Gautier. As reuniões, realizadas no Hotel Pimodan, serviam para promover o uso de haxixe, levando seus membros a se deliciarem nas mais fantásticas alucinações e pesadelos, coisas com as quais os atuais Haxixins se identificam.

Além do visual retrô, os caras só tocam com equipamentos antigos e, sempre que possível, carregam seus Gianini Tremendões e Phelpas por onde vão. Outro diferencial das apresentações ao vivo é o "light show", projetores de luzes psicodélicas sobre a banda.

Na estrada desde meados de 2003, já tocaram em lugares ímpares, como o Bar do Bal, no extremo sul da Zona Sul, e o Bar do Aranha no coração da Vila Formosa, além de clubes do circuito de música independente e festivais, como Goiânia Noise (Goiânia) e Be-Bop-a-Lula (São Carlos).

Depois de quase desistirem de gravar um disco devido a tentativas frustradas de alcançar a sonoridade de bandas dos 60s (ou pelo menos se aproximarem do estilo das gravações, sujas e pequenas), em 2007 foram apadrinhados pelo Berlin Estúdio, produzidos por Jonas Serodio (Thee Butcher's Orchestra e The Blackneedles), e conseguiram alcançar o resultado tão esperado com o uso de gravador de rolo, amplificadores valvulados e instrumentos de época.

O disco saiu pelo selo independente português Groovie Records em vinil de 12 polegadas, apresentando composições próprias banhadas em ácido lisérgico, e covers, como "Dirty Old Man" (The Electras) e "In The Deep End" (Artwoods). Na seqüência, veio a primeira turnê européia, que passou por Portugal, Espanha e Itália.

Na viagem, a banda fez shows memoráveis em santuários do garage rock mundial, como La Pequeña Betty e La Gramola (Espanha) por onde já passaram importantes bandas da cena garagera e Skalleta (Itália), por onde já passou o eterno líder do Love, Arthur Lee. O disco também trouxe resenhas em publicações conceituadas, como Shinding (Inglaterra) e Lost In Tyme (Grécia), além do portal de garage punk espanhol I-Punk.

De volta ao Brasil, o baixista Daniel deixou a banda para se dedicar a outro combo, Os Cavernas, e foi substituído pelo amigo de longa data, Caio Sérgio. Logo voltaram ao Berlin Estúdio e registraram duas composições próprias ("Depois de um LSD" e "Espelho Invisível"), que saíram num compacto simples, também pelo selo português Groovie Records.

Para 2009, preparam o lançamento de um compacto duplo por um selo do Texas (EUA) e aguardam o relançamento do primeiro álbum pelo selo americano Get Hip, também dos EUA, casa de bandas como The Cynics e Ugly Beats.

A segunda passagem pela Europa teve uma grande marca para Os Haxixims. Com o set list recheado de músicas inétidas, tocaram em clubes importantes como Gruta 77 (Madri)d), Bullitt (Bilabao) e talvez o mais esperado, Primitive Festival. Um Festival que conta com os apreciadores da garage sessentista de todo o continente velho e outros. Segundo palavras do organizador do festival, Dave Andriese, Os Haxixins mostraram como se faz o vedadeiro rock primitivo, nú e cru. Sem contar que dividiram o palco com a banda Fleshtones dos anos 80. De volta ao Brasil, Caio Sérgio seguiu seu rumo e hoje não faz mais parte dos Haxixins, dando lugar para o antigo amigo da banda Edu Osmédio. Os Haxixins fazem questão de ressaltar o CCPC, um novo clube que tocam todo mês. Um lugar que abraçou a verdadeira causa da garage e que dá oportunidade para bandas com as mesmas referências que os Haxixins para tocar. Com as vinhetas do video clipe dos Haxixins mostrada pela MTV, o espaço tem crescido e até no Ampá vão tocar. by:(Gregor Izidro) e (Marcelo Schenberg)


Para saber mais:

www.myspace.com/oshaxixins

www.myspace.com/groovierecords

www.groovierecords.com

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Um pouco de blues

Há várias versões sobre aquela que é a primeira composição típica de blues, assim como seu primeiro idealizador. Diz a lenda que o autoproclamado "Pai do Blues" W. C. Handy ouviu este tipo de música pela primeira vez em 1903, quando viajava clandestinamente em um vagão de trem e observava um homem que tocava violão com um canivete.[carece de fontes?] Daí teria surgido aquele que é dito como o primeiro blues da história, St. Louis Blues. Porém o mais correto a afirmar é que o blues surgiu de uma forma mais ambiental e progressiva do que uma única canção. De fato, a instrumentalização das work songs (canções de trabalho) foi o marco inicial para o surgimento do blues como estilo de música.

O primeiro nome popular a surgir como músico específico de blues foi o de Charley Patton, em meados da década de 20. Posteriormente, na mesma época, surgiram nomes como de Son House, Willie Brown, Leroy Carr, Bo Carter, Silvester Weaver, Blind Willie Johnson, Tommy Johnson entre outros. A princípio, a maioria das canções interpretadas eram cantos tradicionais como Catfish Blues e John The Revelator, canções essas que tiveram vários intérpretes e versões variadas no decorrer da história. Porém, foi na década de 30 que surgiu aquele que é talvez o nome mais influente e idolatrado do blues: Robert Johnson. Influenciado sobretudo por Son House e Willie Brown, Johnson viveu pouco tempo, cerca de 27 anos, sendo que a sua data de nascimento não é totalmente precisa. Vitimado, segundo a lenda, por um whisky envenenado pelo marido de uma de suas amantes.[carece de fontes?] Gravou 29 canções apenas, entre 1936 e 1937, porém são considerados os maiores clássicos de blues de todos os tempos. Diz ainda a lenda que o estrelato de Robert Johnson veio após um trato feito com o diabo numa encruzilhada.[carece de fontes?] Johnson entregou sua alma ao diabo e em troca ele se tornaria o maior cantor de blues de todos os tempos. Coincidências à parte, de fato a curta vida de Robert Johnson é repleta de mistérios, sobretudo a sua controvertida morte.

No final dos anos 30 e inícios dos 40 surgiram as primeiras grandes bandas de blues, de Sonny Boy Williamson e Big Bill Broonzy. E a partir de 1942 o blues sofre sua primeira grande "revolução" interna com o soar das primeiras notas eletrificadas do legendário guitarrista T-Bone Walker. Certamente é deste nome que remonta as origens do formato consagrado do blues moderno, baseado na repetição 12 compassos da melodia base e com o solo totalmente livre do acompanhamento, (ou seja, o puro improviso) o que não ocorria até então já que o solista era na maioria dos casos também o responsável pelo parte rítmica instrumental. O que certamente tornou possível a T-Bone Walker ser o precursor do estilo clássico moderno do blues foram suas raízes no Jazz, que posteriormente imortalizariam a marca de seu Blues. Com a explosão do blues em Chicago e o advento da eletricidade na música, o blues atingiu um patamar novo, deixando de ser restrito a um pequeno grupo, para se tornar cultura popular no sul dos Estados Unidos.

Em meados dos anos 40, começa um período intenso de migração do delta do Mississippi para Chicago, que já ocorria há alguns anos, porém de forma mais escassa. A população negra do sul dos Estados Unidos, procurando fugir da repressão e das condições precárias de vida que lá encontravam, viram em Chicago um lugar para novas oportunidades. Os músicos de Blues que, por essa época, chegavam em grande número a Chicago, encontraram a eletricidade na música, o que possibilitou uma gama enorme de novas possibilidades e os permitiu alçarem vôos mais altos com sua música. Talvez o grande nome dessa nova fase tenha sido o de Muddy Waters, o primeiro a eletrificar todos os instrumentos de sua banda. Com seu blues carregado, poderoso e intenso, Muddy Waters é talvez, junto com Robert Johnson, a figura mais influente e popular do blues americano, sendo o primeiro bluesman a ter seu nome reconhecido fora dos Estados Unidos, sobretudo na Inglaterra, onde influenciaria posteriormente o surgimento de diversas bandas importantes como The Beatles, Yardbirds e The Rolling Stones. Essa última inclusive teve seu nome baseado em uma música de Muddy Waters, Rollin' Stone. Waters compôs e/ou interpretou inúmeros clássicos máximos do blues como Baby Please Don't Go, I Can't Be Satisfied, Honey Bee e Hoochie Coochie Man, entre muitas outras. Sua importância no desenvolvimento do blues como gênero dominante no cenário mundial é tão grande que é necessário um capítulo à parte para descrever toda a sua obra.

Outro grandioso nome do blues surgido nesse período foi o de Willie Dixon. Um dos poucos baixistas líder de banda do Blues, Dixon é considerado o "poeta do blues", já que suas letras se tornaram hinos da cultura bluesística. Sem dúvida é o mais importante compositor da segunda geração do blues. É dele a composição de um dos maiores clássicos, Hoochie Coochie Man, que se tornou famosa na versão de Muddy Waters. Entre outros clássicos estão You Shock Me, I Can't Quit You Baby, Little Red Hooster (composição em parceria com Howlin' Wolf), Spoonful e Back Door Man.

Não menos importante foi o nome de Howlin' Wolf. Guitarrista e gaitista de origem, ficou famoso por sua voz rouca e de um blues bastante swingado. Definiu um estilo impossível de não ser reconhecido, que influenciaria de forma marcante posteriormente músicos como Eric Clapton, Jeff Beck e Stevie Ray Vaughan. Suas parcerias com Willie Dixon renderam verdadeiras obras primas, além de composições conjuntas. Destaques para The Little Red Rooster e Howlin' For My Baby.

A guitarra elétrica se tornou unanimidade absoluta no blues, nesse período, porém nenhum outro nome consagrou tanto a guitarra solo como elemento central do blues quanto B.B. King. Influenciado diretamente por T-Bone Walker, outro virtuose da guitarra solo, B.B. King criou um estilo único e quase inigualável de frasear o instrumento, de forma pura e melódica como poucos conseguem. O seu vibrato tornou-se marca registrada, dando aos solos de guitarra uma forma quase verbal. Sem falar de seu vocal-tenor que muitas vezes se destacava mais que o próprio instrumento. Influenciando praticamente todos os guitarristas que vieram posteriormente, é classificado, merecidamente, como o "rei do blues". De fato, blues e B.B. King hoje são termos quase inseparáveis.

Inevitável não citar a figura de John Lee Hooker, que se identificaria posteriormente pelo seu Booggie, e seu estilo falado de cantar, que se tornaria sua marca registrada. Porém sua importância no blues vai muito mais além do que apenas uma vertente adjunta. Além de ter sido um dos primeiros a eletrificar a guitarra no blues, John Lee Hooker foi o percursor do Blues de Chicago, antes mesmo de Muddy Waters ganhar renome e importância, e suas obras foram de total referência na estilo Rock que estava nascendo.


Bourbon Makers Mark

Maker`s Mark considerado um dos melhores Bourbons do mercado.
A diferenca entre ele e os demais e o sabor delicado devido ao uso de trigo de inverno no mosto ao inves de usar centeio.
A marca e exigente quanto aos elevados padroes de qualidade e minucioso controle do processo de destilacao e envelhecimento.
Makers Mark e produzido em Loreto, cidade que fica a 1 hora de Lousville no estado do Kentucky.
Ela faz parte da empresa Beam Global Spirits & Wine e e distribuido no Brasil pela Pernod Ricard.A Maker's Mark é sem duvida uma das mais tradiçionais destilarias de bourbon dos Estados Unidos, utilizando-se um processo bem peculiar, usa-se água de nascente de rios, exclusivamente para a fabricação do bourbon. O selo de cera vermelha que você vê na garrafa é como um floco de neve, não existem dois iguais. Nós tínhamos muita dificuldade em explicar o que está por trás das diferenças de flocos de neve, mas é fácil de explicar a individualidade dos padrões de cera. São as pessoas que tenham sido mão mergulhando a garrafa durante mais de um quarto de século. Cada um tem uma personalidade diferente que se expressa na forma como os pingos de cera. Este é apenas mais um passo no processo do Maker's Mark, onde as pessoas, não máquinas, controlam a qualidade de seus produtos.






Na cidade de Clermont, Kentucky é produzido desde 1795, o Bourbon mais vendido no mundo com 6 milhoes de
caixas produzidas no ano passado.
Alem do Jim Beam eles tambem produzem a serie Bourbon Collection formada por 4 produtos ultra premium,
Knob Creek Bourbon (50%), Booker`s Bourbon (65,05%), Hayden`s Bourbon (40%) e Baker`s Bourbon (53,55).
E recentemente tivemos o lancamento do Jim Bean Red Stag,
que sofre a infusao de cerejas pretas. Ele nao pode ser considerado um Bourbon por conta deste processo mas
ja e um grande sucesso desde seu lancamento no mercado norte-americano no inicio de junho deste ano.
No Brasil temos apenas o Jim Beam White (4 anos) e o Jim Beam Black (8 anos) distribuidos pela Pernod Ricard..
Ele vem em um frasco retangular com uma rolha e cera alto-selado. O bourbon em si tem uma coloração escuro, cor castanho-dourada. O sabor é bastante diferente devido a sua doçura. Segundo a empresa Small Batch, isto é devido ao longo processo de envelhecimento, durante o qual ele absorve mais açúcar do que de costume. É com idade próxima ao centro da rackhouse devido às temperaturas mais quentes lá, que são requeridas para produzir um bourbon de maior qualidade.

Em 2009, o Boca fez uma campanha para divulgar a sua falta de bourbon Knob Creek. A procura excedeu a previsão de 2000, quando as ações começaram o processo de envelhecimento.



Quatro bluesmans em uma noite muito especial.
  • O blues sempre foi um ingrediente essencial na música de Carlos Santana. Em uma noite mágica do Montreux Jazz Festival, Santana teve a oportunidade de se apresentar com três de seus bluesman preferidos: Clarence "Gatemouth" Brown, Bobby Parker e Buddy Guy. Este DVD registra o melhor das apresentações. Indispensável para os fãs de blues!

domingo, 10 de janeiro de 2010

O melhor do Blues-Rock em videos de altissima definição, desde os primórdios até os mais contemporãneos blues, acompanhado é claro do bom e velho Rock and Roll, isso de segunda a sabado, a partir das 19:00 hs, com otimos drinks, e comidas dos mais variados tipos.

Aonde mora o blues


Casa do Blues,  já a quatro anos uma diferenciada opção em entretenimento noturno para Catanduva e região, estamos na Avenida São Vicente de Paulo nº730, na cidade de Catanduva, interior de São Paulo, um lugar aonde o carro forte é a musica de qualidade, o seguimento Blues-Rock é a orientação musical, um lugar descontraído para quem aprecia boa musica, com um cardápio muito bem elaborado, e tudo com extrema qualidade, de terça a sabado a partir das 19:00 hs,  sejam nossos convidados, e venham  apreciar o melhor do Blues e Rock and Roll, contando com um acervo de mais de 700 títulos em vídeos raros e também atuais, confiram.