O projeto "Casa do Blues" após oito anos, abre suas portas para São Jose do Rio Preto e região.

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São José do Rio Preto, São Paulo, Brazil
O projeto "Casa do Blues", após 8 anos, transfere suas atividades para São Jose do Rio Preto, trazendo uma opção diferenciada em entretenimento noturno para a cidade e região, acreditando no seguimento blues-rock, oferecemos o melhor do seguimento, videos em altíssima definição, cardápio muito bem elaborado com pratos da culinária nacional e internacional, bebidas de variadas nacionalidades e cerveja artesanal da melhor qualidade, venha conhecer nosso espaço, também com musica ao vivo aos finais de semana, Fone: (17)991491352.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Lou Reed & Metallica, Cologne, Germany 11,11, 2011

Bom vamos começar pelo quesito originalidade, não tem preço, e o mais novo trabalho de Lou Reed e Metallica, é antes de mais nada ORIGINAL, e particularmente eu adorei, não ouvi ainda o álbum de estúdio, mas segunda feira passada recebi de presente de um amigo, a apresentação em Cologne Alemanha, apresentação promocional do álbum, e sem duvida ficou muito bom, diferente de tudo que se tem feito ultimamente dentro do seguimento, eu sou suspeito para falar pois curto muito Velvet Underground, e também o trabalho do Metalica, me lembro quando presenciei esta parceria pela primeira vez, foi na The 25th Anniversary Rock & Roll Hall Of Fame Concerts (2009), o Metalica no palco convida Lou Reed para juntos cantarem Sweet Jane, foi emocionante, e algo me dizia que aquilo não ia parar por ali, para nós fãs um deleite, e fica então o convite para todos os que curtem o bom e velho rock and roll, curtam com agente mais esta obra prima do rock and roll, poesia e peso, de mãos dadas.

sábado, 5 de novembro de 2011

Guitar Hero na Casa do Blues.

Após dois anos de pedidos do nosso publico, e seguindo uma tendência, no seguimento de entretenimento, nós da Casa do Blues estaremos disponibilizando um espaço exclusivo para jogos de Guitar Hero no console PS3, jogo este composto exclusivamente por clássicos do Rock and Roll. Guitar Hero é um videojogo de música desenvolvido para o console Playstation 2, e agora PS3. O jogo apresenta um controlador de jogo em forma de guitarra que o jogador usa para simular a reprodução dos riff's, acordes, slides, tocando assim sua guitarra virtual. A jogabilidade é semelhante à GuitarFreaks, em que o jogador pressiona os botões do controlador com notas musicais na hora em que o deslocamento do ecrã do jogo. O jogo apresenta 30 canções populares de rock abrangendo cinco décadas do rock, de 1960 até 2005, além de faixas bônus de artistas independentes. I Love Rock ‘n Roll – Joan Jett & The Blackhearts I Wanna Be Sedated - The Ramones Thunder Kiss '65 - White Zombie Smoke On The Water - Deep Purple Infected - Bad Religion Iron Man - Black Sabbath More Than A Feeling - Boston You Got Another Thing Coming - Judas Priest Take Me Out - Franz Ferdinand Sharp Dressed Man - ZZ Top Killer Queen - Queen Hey You - The Exies Stellar - Incubus Heart Full of Black - Burning Brides Symphony Of Destruction - Megadeth Ziggy Stardust - David Bowie Fat Lip - Sum 41 Cochise - Audioslave Take It Off - The Donnas Unsung - Helmet Spanish Castle Magic - Jimi Hendrix Higher Ground - Red Hot Chili Peppers No One Knows - Queens of the Stone Age Ace Of Spades - Motorhead Crossroads - Cream Godzilla - Blue Oyster Cult Texas Flood - Stevie Ray Vaughan Frankenstein - The Edgar Winter Group Cowboys From Hell - Pantera Bark at the Moon - Ozzy Osbourne Call Out - Acro-Brats Behind the Mask - Anarchy Club The Breaking Wheel - Artillery Fire It Up - Black Label Society Sail Your Ship By - Count Zero Fly on the Wall - Din Decontrol - Drist Get Ready 2 Rokk - Freezepop Cheat on the Church - Graveyard BBQ Hey - Honest Bob and the Factory-to-Dealer Incentives Farewell Myth - Made in Mexico Guitar Hero - Monkey Steals the Peach Caveman Rejoice - The Bags The Story of my Love - The Model Sons Even Rats - The Slip Eureka! I Found Love - The Upper Crust All of This - Shaimus

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

MARIE BRIZARD, A ELEGÂNCIA ENGARRAFADA.

No dia 11 de janeiro de 1750, Marie Brizard de 36 anos, atravessava a praça Real em Bordeaux, em uma esquina, Thomas, um marinheiro do oeste da Índia a bordo do Intrépido, estava jogado no chão com muita febre. Marie Brizard o cuidou e salvou sua vida. Como forma de agradecimento, Thomas ofereceu-lhe seu único tesouro: A receita secreta de um licor de anis, composto com 11 plantas, especiarias e frutas que era extremamente refrescante e aromatizado. Nasceu então o licor de Anis da Marie Brizard. Em 1755 em parceria com seu sobrinho Jean-Baptiste Roger, Marie Brizard fundou a jovem companhia Marie Brizard e a primeira destilaria próxima ao porto. Outro primo, Capitão Paul Brizard, fornecia as especiarias da África e do oeste da Índia. Logo o famoso licor de Anis havia viajado pelo mundo e até servido nos jardins do rei Louis XV em Versailles. No século 19, a companhia estendeu a sua gama de licores e estabeleceu a primeira cadeia de agentes distribuidores a nível mundial. No século 20, Marie Brizard consolidou seu negocio e criou um grupo verdadeiramente internacional. Hoje orgulhosa de seu passado e totalmente comprometida com a inovação, Marie Brizard esta se preparando para somar outra centena a sua história.
Cordial Citron Verte (26% suco de Limão) Essence Licor Cannele(Canela) Essence Licor Jasmini (Jasmim) Essence Licor Romarin(Alecrim) Essence Licor Spicy Mix(Especiarias) Essence Licor Thé(Chá) Essence Licor Violette(Violeta) Linha Clássica – Amaretto (Amêndoa) Linha Clássica – Apry – Apricot Linha Clássica – Banane (Banana) Linha Clássica – Cacao Blanc (Cacau Branco) Linha Clássica – Cacao Brun (Cacau) Linha Clássica – Café Linha Clássica – Cherry Brandy (Cereja) Linha Clássica – Créme de Cassis de Dijon Linha Clássica – Curaçao Bleu Linha Clássica – Fraise – Strawberry (Morango) Linha Clássica – Fraise des Bois – Wild Strawberry (Morango Silvestre) Linha Clássica – Framboise – Rasberry (Framboesa) Linha Clássica – Grenade (Romã) Linha Clássica – Kiwi Linha Clássica – Lemon Grass (Capim Limão) Linha Clássica – Menthe Blanche (Menta Branca) Linha Clássica – Menthe Verte (Menta Verde) Linha Clássica – Mûre – Blackberry (Amora) Linha Clássica – Pêche du Verger – Peach (Pêssego) Linha Clássica – Perfect Amour Linha Clássica – Poire William (Pera) Linha Clássica – Triple Sec (Casca de Laranja) Linha Clássica – Vanille de Madagascar (Baunilha) Linha Exclusiva – Licor Anisette Linha Exclusiva – Licor Charleston Blue´s Linha Exclusiva – Licor Chocolat Royal Linha Exclusiva – Licor Grand Orange Linha Exclusiva – Licor Litchao (Licor de Lichia) Linha Exclusiva – Licor Mint´s (Menta) Linha Exclusiva – Licor Charleston Linha Latino – Ananas (Abacaxi) Linha Latino – Coconut (Coco) Linha Latino – Cranberry (Oxicoco) Linha Latino – Limoncini (Limão Siciliano) Linha Latino – Mangoa (Manga) Linha Latino – Manzanita (Maçã Verde) Linha Latino – Melocotón (Pêssego) Linha Latino – Melon (Melão) Linha Latino – Watermelon (Melancia)

domingo, 23 de outubro de 2011

PORQUE USAMOS GIBSON, E ADORAMOS.

Em 1950, com o lançamento da Fender Telecaster, logo a guitarra se tornou um dos instrumentos mais populares, e a Fender ia ganhando espaço no mercado com isso. Como uma sacada inteligente, Ted McCarty trouxe um dos músicos mais populares da época para ser o endorser da Gibson. Na verdade, o Les Paul, nos idos dos anos 45 e 46, já havia desenvolvido uma guitarra para ele mesmo, ela era conhecida como “The Log” . O guitarrista chegou a apresentar a guitarra a fábrica da Gibson, mas foi rejeita. Mas em 1951, a rejeição inicial, tornou-se em uma das parcerias de maior sucesso da história da produção de instrumentos musicais. Foi acordado que a nova guitarra Les Paul era para ser um instrumento de altíssimo nível, caro e de tradição da Gibson. Apesar de sempre se ter histórias diferentes a respeito de quem contribuiu com o quê para o projeto da Gibson Les Paul, com certeza, a Les Paul era uma guitarra diferenciada, bem diferente das Fenders, que lideravam o mercado da época. Desde 1930, a Gibson era conhecida por suas Guitarras Acústicas e Semi Acústicas, como a ES-150 . Estes modelos elétricos de corpo oco forneceram um boa gama de sugestões para o projeto básico da nova guitarra Gibson, incluindo um corpo curvado e o braço colado no corpo, em contraste com as Fenders em que os braços eram parafusados. Mas apesar de tudo, apesar da guitarra ter levado seu nome, a importância das contribuições de Les Paul para o projeto da nova Gibson permanece até hoje um pouco controverso. Quer um exemplo? O livro “50 Years of the Gibson Les Paul” limita as contribuições de Paul para apenas dois conselhos: o estandarte trapézio, e uma preferência por cor dourada, que geraria o sentimento de desejo, e preta porque a guitarra ficaria parecida com um Smoking e da impressão de que os dedos se movem mais rápido. Quer mais? O presidente da Gibson Ted McCarty afirmou que a Gibson Guitar Corporation apenas usou Les Paul para o nome do modelo, já que o guitarrista era o ShowMan da época e consequentemente as vendas aumentariam muito. Entretanto, muitos historiadores e o próprio Les Paul, consideram a Gibson Les Paul GoldTop como desenhada totalmente por Les Paul. Mas todo esse misticismo sobre a criação da Gibson Les Paul, provavelmente, nunca será realmente comprovado. Modelos e Variações A linha de guitarras Gibson Les Paul foi originalmente concebida para incluir dois modelos: o modelo limpo e regular (apelidado de Goldtop), e o modelo Custom , que ofereceu um upgrade de hardware e acabamento preto mais formal. No entanto, com os avanços da tecnologia, vieram inúmeras melhorias no corpo e novos projetos de hardware, o que permitiu que a Gibson Les Paul tornasse em uma série de guitarras de longo prazo e longo sucesso. Foram criados modelos para todo o tipo de gosto e guitarrista. Além da concepção e do desenho do corpo, há uma série de características que distinguem a Gibson Les Paul de outras linhas guitarras. Por exemplo: elas possuem uma forma similar as guitarras acústicas e as cordas das guitarras Les Paul são sempre montadas na parte superior do corpo da guitarra, em contrapartida das Stratocaster, da concorrente Fender, onde as cordas passam através do corpo da guitarra. A Gibson também apresenta uma variedade de cores, como Cherry Sunburst, Wine Red, Ebony, Classic White, Fire Burst, e Alpine White. Além disso, os modelos Les Paul oferecem uma variedade de acabamentos decorativos e níveis, uma diversidade de opções de hardware e um conjunto inovador da parte elétrica: como as muitas opções pick-ups Humbuckers. 1961 O nascimento das Gibson SG Em 1960, a Gibson teve um declínio nas vendas de guitarra, devido aos preços elevados e um gigante fortalecimento de sua eterna rival a Fender com as Stratocasters. Em resposta, a Gibson modificou sua Les Paul Standard, linha de 61, transformando-a em uma guitarra mais esguia, mais leve, confortável, com um sistema de vibrato e ainda mais roqueira. No entanto, este “redesign” foi feito sem o conhecimento de Les Paul. Quando o músico viu a nova guitarra Gibson, pediu na hora para tirar seu nome do instrumento. Embora este pedido tenha ocorrido em 1960, a Gibson já tinha fabricado um bom tanto desta nova guitarra com o nome de Les Paul, logo, a mudança só se deu devidamente em 1963, quando as novas guitarras chegaram no mercado com o nome de SG (Solid Guitar). E até a reinstauração das Gibson Les Paul em 1968 (uma nova Standard GoldTop e a Custom 68), as SG foram os modelos padrões de guitarra da Gibson. Um interesse renovado nas Gibson Les Paul Em 1964, Keith Richards (frontman dos The Rolling Stone), obteve uma Gibson Les Paul de 59, guitarra equipada com uma ponte vibrato Bigsby. Keith usou esta Les Paul como sua principal guitarra até 1966. Em 1966, Eric Clapton também reconheceu o potencial do rock do final dos anos 50 e adotou a Les Paul (particularmente os modelos 1958-1960 Standard Sunburst), e deu-lhes ampla exposição. Ele começou a usar as Gibson Les Paul, devido à uma forte influência de Freddie King e Hubert Sumlin. Logo artistas como Peter Green , Mike Bloomfield , Mick Taylor, Tony Iommi, Jeff Beck, Jimmy Page e Joe Perry começaram a usar o modelo Gibson Les Paul. Este repentino interesse aconteceu também porque os novos modelos Les Paul da Gibson estavam muito mais estabilizados e com timbres mais potentes que as antigas Les Paul da década de 50. Apesar disso as autênticas 1950 Gibson Les Paul, ao longo dos anos, se tornaram em algumas das guitarras mais desejadas e caras de todo o mundo. Apenas 1.700 foram feitas entre 1958 e 1960. Em revenda de hoje, uma Les Paul 1959 em bom estado pode ser facilmente fixado o preço entre US$ 200.000,00 e US$ 750.000,00. DeLuxe (1968-1982) A DeLuxe estava entre as “novas” Gibson Les Pauls de 1968. Esse modelo apresentado com exclusivos mini humbuckers, também conhecido como “New York” humbuckers. O captador humbucker caber no mini-carved P-90 pickup cavidade pré usando um anel adaptador desenvolvido por Gibson (na verdade, apenas um corte sem tampa captador P90) a fim de utilizar uma fonte de Epiphone mini-humbuckers que sobraram de quando Gibson mudou para o Japão produção Epiphone. A DeLuxe foi introduzido no final de 1968 e ajudou a padronizar a produção das Gibson Les Paul nos E.U.A. Deu uma cara nova as Les Paul e ajudou a fortalecer o modelo Les Paul. Se hoje quem vê uma guitarra, seja qual for o modelo de Les Paul, e já reconhece a guitarra como uma Gibson Les Paul, é graças a DeLuxe. Les Paul Studio A “Studio” foi um modelo lançado em 1983, e ainda está em produção. O mercado destinados a esta guitarra foi o músico de estúdio e, portanto, as características do projeto “Les Paul Studio” foram centradas em torno de saída de som ideal, com altíssima qualidade. Este modelo manteve apenas os elementos da Gibson Les Paul que contribuíram para o tom e reprodução, incluindo o corpo em maple esculpidos e hardware padrão mecânicos e eletrônicos. O Les Paul Até sua morte em agosto de 2009, Les Paul tocava sua guitarra Gibson Les Paul pessoal no palco, semanalmente, em um bar de New York City. Paul preferiu sua 1972 Gibson com a eletrônica diferente e um corpo de mogno e a parte elétrica toda modificada pelo próprio Les Paul. E claro a sua inseparável ponte Vibrato Bigsby. Modelos Gibson Les Paul Genéricos Devido à popularidade da guitarra Les Paul, centenas de imitações ou versões genéricas começaram a vender em os E.U.A e no exterior. Devido à falta de legislação E.U.A luta até hoje contra as violações de patentes e como restringir as vendas de importação, o preço mais barato das imitações criaram problemas jurídicos e financeiros para a Gibson Guitar Corporation. Aqui no Brasil temos os mais variados exemplos de Les Pauls vindas da China de outras marcas. Modern Les Pauls Em janeiro de 1986, a Gibson mudou de proprietário e começou a fabricar uma gama variada de modelos Les Paul para atender diferentes necessidades dos utilizadores. Devido à demanda dos consumidores, a guitarra Gibson Les Paul está disponível hoje em uma grande variedade de opções, que vão desde guitarras equipados com eletrônica digital moderna, modelos clássicos re-construídos para coincidir com a aparência e as especificações da primeira produção e modelos com desenhos diferenciados e modernos. Epiphone Les Paul A Epiphone é uma fábrica de propriedade da Gibson. Hoje ela fabrica 20 modelos diferentes de Les Paul, todas cópias das Gibson originais. A Gibson fatura muito com a Epiphone, já que a mesma conta com guitarras muito mais baratas, e aparece no cenário musical como uma das marcas que mais vendem guitarras no mundo. Feitos em lugares fora os E.U.A, como Japão e China, as Epiphone Les Pauls são feitas a partir de mais madeiras mais comuns e seus acabamentos possuem menos detalhes em comparação com as originais Gibson Les Paul. Signature Modelos Slash é um dos poucos guitarristas de renome que escreveu toda a sua história com guitarras Gibson Les Paul, e possui alguns modelos Les Paul (Gibson e Epiphone) assinado por ele. Além dele, outros guitarristas possuem modelos “signature”, entre eles estão: Gary Moore, Pete Townshend, Jimmy Page, Ace Frehley, Billy Gibbons, Buckethead, Sammy Hagar, Billie Joe Armstrong e Zakk Wylde. Modelos de guitarras Gibson, essas com certeza são as melhores guitarras já existentes no mundo inteiro, muitos guitarristas famosos tocam com Gibson um desses guitarristas é o famoso Slash ex-guitarrista da banda Guns N’ Roses, Slash só toca com Gibson modelo Les Paul, esse é um modelo clássico e muito conhecido sem dizer que é um modelo de qualidade e com um design muito bonito. A Gibson possui vários modelos de guitarras lindas e muito conhecidas no mundo inteiro, todos os modelos da Gibson são conhecidas, mas com certeza as mais conhecidas são a Les Paul, SG, Explorer, dentre outras. Muitos guitarristas tem o grande sonho de ter uma Gibson, pois é uma guitarra simplesmente fantástica. Tal foi criada por Orville Gibson no final da década de 1890, Orville criou as guitarras semi-acústicas que são mais conhecidas por muitos como archtop, o projeto continuou dando um bom resultado e então na década de 1930 as guitarras semi-acústicas de Orville passaram a ser comercializadas, Charlie Christian popularizou os modelos. O modelo mais conhecido Les Paul começou a ser comercializada na década de 1950 e no final da década de 1960 foi comprada Norlin Corporation e com isso a qualidade dos instrumentos musicais decaiu, mas em 1986 os donos atuais Henry Juszkiewicz (chefe executivo) e David H. Berryman (presidente) resgataram a companhia e com isso a marca é o que é hoje em dia. Agora que você conhece um pouco sobre a marca Gibson veja a baixo os modelos dessa marca fantástica.
Les Paul
Les Paul Custom
Les Paul Recording
Les Paul BFG
Les Paul Supreme
Les Paul Standard
Les Paul Deluxe
Les Paul Classic
Les Paul Goddess
A minha Gibson Epiphone Les Paul Special

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A SAGA DE UMA FAMILIA

O legado do verdadeiro espírito americano, sendo já uma tradição com mais de duzentos anos de história, a verdadeira saga de sete gerações de destiladores de um precioso liquido dourado que vem dentro de uma garrafa quadrada inconfundível. O Bourbon JIM BEAM é uma verdadeira instituição americana, o mais puro espírito do oeste. Durante mais de 200 anos, a família Beam tem se dedicado à fabricação do Bourbon mais vendido do mundo. Tudo começou em 1788 quando Johannes “Jacob” Beam, bisavô do lendário Jim Beam, decidiu ir para o oeste em busca de uma vida melhor. Ele carregou todos os seus pertences, amarrou seu alambique de cobre na parte traseira da sua carroça de segunda mão e viajou para o oeste, estabelecendo-se na região central do estado do Kentucky. Naquela época, o excedente de grãos era difícil de armazenar, e ainda mais complicada a sua comercialização. Ele sabia que o uísque representava a forma mais segura e econômica de usar o excedente de milho. Com isso, o milho não estava sujeito ao mofo, era fácil de transportar e considerado ainda mais valioso do que a instável moeda dos estados americanos. Usando seu próprio alambique, Jacob começou a produzir um uísque de cor âmbar, feito a partir de uma pasta fermentada de milho, centeio e malte. O produto - que usava mais milho do que qualquer outro ingrediente - foi chamado de Bourbon, em homenagem ao município de Bourbon, em Kentucky. Jacob vendeu seu primeiro barril de Bourbon em 1795. O uísque foi introduzido no mercado inicialmente com o nome de Old Jake Beam. Ele transmitiu a seu filho de 18 anos, David, em 1820, as tradições familiares para a fabricação do Bourbon. Durante a gestão de David como destilador mestre, o país estava entrando na era industrial. A descoberta do ouro na Califórnia fez com que centenas de americanos rumassem para o oeste, e levas de novos imigrantes chegavam à América em busca de liberdade e riqueza. A abertura do Canal do Erie, em 1825, e a navegação no rio Mississippi tornaram o transporte de mercadorias, como o Bourbon, mais fácil e accessível do que nunca. David M. Beam, filho de David e neto de Jacob, assumiu a destilaria e os segredos da família para a fabricação do tradicional Bourbon em 1850, alguns anos antes do início da Guerra Civil. Logo após a morte do seu pai, em 1854, David mudou a destilaria para o Município de Nelson, também no Kentucky, mais próxima à primeira ferrovia do estado. Ele chamou a sua nova casa de Destilaria “Clear Spring”, em alusão à água clara da nascente encontrada em um rio das proximidades. Em 1880 o Bourbon da família Beam, então chamado Old Tub, se tornou nacionalmente conhecido graças às ferrovias e a perseverança da família. O filho de David, o lendário James “Jim” Beauregard Beam, começou a ajudar o pai nos negócios quando tinha apenas 16 anos de idade. David ensinou-lhe as mesmas técnicas e conhecimentos para a fabricação de Bourbon que seu pai havia lhe transmitido. Jim assumiu a destilaria da família em 1894, aos 30 anos de idade, e durante os 52 anos seguintes continuou supervisionando o processo de destilação. A empresa de Jim Beam continuou a crescer e prosperar durante os primeiros anos da década de 1900, até que ela foi obrigada a fechar devido à Lei Seca, em 1919. Durante os 14 anos da lei, Beam vendeu todos os seus negócios relacionados a bebidas alcoólicas para dedicar-se ao cultivo de frutas cítricas na Flórida e, depois, à exploração de minas de carvão e uma pedreira de calcário. Com a revogação da Lei Seca em 1933, Jim Beam, então com 70 anos de idade, voltou reativou a destilaria e incorporou a The James B. Beam Distilling Co., em Clermont, Kentucky, no dia 14 de agosto de 1934. Foi a partir deste momento que o Bourbon adotou oficialmente o nome JIM BEAM. Doze anos mais tarde, em 1946, seu filho T. Jeremiah Beam se tornou presidente e tesoureiro da empresa. E foi ele o responsável por internacionalizar a marca enviando caixas de JIM BEAM para as tropas americanas estacionadas ao redor do mundo. Jim Beam faleceu um ano depois, aos 83 anos de idade. Jeremiah observou que o filho de sua irmã, F. Booker Noe, Jr., tinha a paixão e o talento da família pela fabricação de Bourbon. Foi então que ele trouxe o sobrinho para a destilaria da família quando ele tinha 21 anos de idade. Ao lado de Jeremiah, ele aprendeu as tradições e segredos familiares para a preparação de Bourbon. Sob o olhar cuidadoso de Booker, a destilaria JIM BEAM ainda usa a mesma variedade clássica de levedura criada por Jim Beam em 1934. Uma segunda destilaria foi inaugurada em 1954, próxima a cidade de Boston no Kentucky. Pouco mais de uma década depois, em 1967, a empresa foi adquirida pela American Brands (atual Fortune Brands). Em 1987, ele lançou no mercado um Bourbon com sua própria assinatura, o Booker’s Bourbon, com 65,05 de graduação alcoólica. Criado inicialmente como um presente de Natal para amigos especiais, esse uísque é engarrafado diretamente do barril, inteiro e sem ser filtrado. Em 1992, mais três Bourbons artesanais, Knob Creek Bourbon (50% de graduação alcoólica), Basil Hayden’s Bourbon (40% de graduação alcoólica) e Baker’s Bourbon (53,55% de graduação alcoólica), foram acrescentados a essa linha (Bourbon Collection) para criar uma coleção super premium de uísques produzida em pequenos lotes. A partir de 2004 a empresa começou a licenciar a marca JIM BEAM para ser utilizada em comidas, como por exemplo, carne defumada embebida no mais puro Kentucky Bourbon, além de molhos e temperos que levam doses de JIM BEAM. Além disso, o licenciamento foi estendido para outras categorias de produtos ligadas a marca, como uma completa linha de acessórios para churrascos incluindo pincéis, termômetros, ferro de marcar carne, marinador, injetor de temperos, amaciador, espetos e espátulas. Em 2005 a destilaria alcançou um momento histórico quando Frederick Booker Noe III (conhecido como Fred Noe), bisneto do lendário Jim Beam e 7ª geração da família à frente da empresa, encheu o barril de número 10 milhões na história da marca. Foi também neste ano que a marca lançou a primeira campanha televisa em toda sua história. A JIM BEAM produz atualmente algumas variedades de uísques (Kentucky Bourbon e Rye Whiskey) e derivados:
Jim Beam White label (rótulo branco): envelhecido 4 anos com 40% de graduação alcoólica. Vendido na Austrália com 37.5% de álcool.
Jim Beam Destillers : envelhecido 7 anos com 45% de graduação alcoólica. Em comemoração às sete gerações de destiladores de bourbon
Jim Beam Green label (rótulo verde, também conhecido como Jim Beam Choice): envelhecido 5 anos com 40% de graduação alcoólica e destilado pelo método Charcoal.
Jim Beam Black label (rótulo preto): envelhecido 8 anos com 43% de graduação alcoólica. Recentemente sua garrafa foi completamente redesenhada para se diferenciar dos outros uísques da marca, adquirindo um formato mais esquio e sofisiticado.
Jim Beam Yellow label (rótulo bege): envelhecido 4 anos com 40% de graduação alcoólica. É considerado um Rye Whiskey (com no mínimo 51% de centeio em sua composição).
Jim Beam Red Stag: lançado recentemente, em 2009, é um uísque que sofre a infusão de cerejas pretas, responsável pelo seu sabor adocicado. O nome do novo uísque foi inspirado nos bandos de veados que vagueiam no estado do Kentucky, em especial os veados vermelhos (Red Stag).
Jim Beam and Ginger Ale: bebida que contém Bourbon envelhecido 4 anos (com apenas 5% de graduação alcoólica) e Ginger Ale.
Jim Beam and Cola: bebida que contém Bourbon envelhecido 4 anos (com apenas 5% de graduação alcoólica) e refrigerante de cola .
Jim Beam Signature;O Jim Beam Signature é o novo lançamento da Jim Beam; representa uma mistura de uísques de 6 cereais diferentes: milho, centeio, cevada, trigo, triticale e arroz. Apresenta uma cor âmbar rica. Aroma com notas de carvalho, especiarias e nuances doces de baunilha. Na boca revela notas especiadas. Final seco e limpo.
Knob Creek Bourbon: envelhecido nove anos em madeira, dá-lhe a distinção de ser o whisky com maior idade dos Bourbons Small Batch. Este envelhecimento extra permite-lhe absorver mais do açúcar na madeira, dando-lhe um sabor e aroma ligeiramente doce. Cor cobre a âmbar médio, com um aroma a nozes tostadas e grãos de carvalho. O paladar é rico, doce, amadeirado, encorpado, quase frutado. O acabamento é longo, rico e brilhante. A inalação é voluptuosa, com aromas profundos de noz torrada, cereais e caramelo; o arejamento serve para estimular ainda mais perfumes que incluem mel, doces e pêssegos maduros.Existe uma explosão de calor no inicio do palato; O sabor é rico, com textura e doce. O Bourbon representa o puro espírito americano e é produzido somente no estado do Kentucky. Porque o JIM BEAM é um autêntico Bourbon? Porque segue, pela lei americana, todas as características para ser considerado um Bourbon: ● Contém pelo menos 51% de milho em sua composição. ● É destilado pelo menos a 160º. ● É armazenado em barris a 125º. ● É envelhecido por, no mínimo, dois anos em barris novos de carvalho “tostados” por dentro. ● Não é adicionado sabores ou corantes que alterem o Bourbon.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Filé Mignon Suíno ao Molho de Manga e Habanero.

Particularmente eu prefiro o Filé Mignon Suino da Sadia, pois possui um tempero bem suave, e sendo assim se torna fácil usar outros temperos com harmonia. 500 gr de filé mignon suíno cortado em cubos de aproximadamente 2 cm. 1 colher de gengibre sem pele triturado. 2 dentes de alho triturado. 50 ml de shoyo. 50 ml de água mineral. Sal a gosto 4 colheres de azeite de oliva extra virgem de sabor suave. Refogue a carne no azeite até dourar, junte o alho e o gengibre e doure, junte o sal e a água mineral e o shoyo, deixe secar e desligue o fogo. Para o molho: 2 xícaras de purê mangas maduras (de cerca de 2-3 mangas) 2 colheres de chá de gengibre ralado e descascado fresco, marinado em 2 colheres de sopa de pimenta Tabasco Habanero, 1 dente de alho picados 3/4 de colher de chá de Cury em pó, Suco de uma laranja 3 colheres de sopa de azeite extra-virgem, No liquidificador bata todos os ingredientes até que o molho fique homogêneo. Servir a uma temperatura ambiente. Sirva porções da carne de porco em pratos acompanhado de arroz parboilizado , e o molho em pequenas tigelas individuais, espeta-se a carne mergulhando-a no molho de manga e habanero, o molho pode ser servido sobre a carne também, é uma sensação direta dos trópicos. Espero que gostem, o molho é uma sugestão que vem nas caixinhas de Tabasco Brand Habanero Sauce, seguindo tendências Jamaicanas de preparo de molhos de pimenta, aproveitem.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Red Hot Chili Peppers, Live At Slane

Live At Slane Castle é um show da banda californiana Red Hot ChiliPeppers, lançado em 2003. Foi gravado na Irlanda em 23 de agosto de 2003 e foi lançado à venda em 17 de novembro do mesmo ano. O DVD contém todas as músicas do concerto menos "Soul To Squeeze", onde o guitarrista John Frusciante quebrou uma corda. É considerado o melhor show da história do Red Hot Chili Peppers, eu particularmente nunca tinha visto um show da banda, nem dado muita atenção ao trabalho dos mesmos, mas tenho que admitir que o show é envolvente e contagiante, quando percebemos que estamos cantando os hits da banda, e reparamos no trabalho individual de cada um, então nos damos conta de que realmente gostamos daquilo que estamos vendo, e isso é Red Hot Chili Peppers, altamente recomendado, nós aqui da Casa do Blues curtimos mais esse show, venha curtir com agente.

Ben Harper and The Blind Boys of Alabama, Live At The Apollo

Me lembro a primeira vez que ouvi Ben Harper, foi em um tributo à Bob Marley, interpretando "Get Up Stand Up", achei aquela interpretação muito boa, o que me chamou a atenção para o trabalho de Ben, e então a algumas semanas, fui presenteado com seu Dvd Live At The Apollo junto dos The Blind Boys Of Alabama, grupo de cantores cegos de música gospel dos EUA. Pesquisei e descobri que essa parceria começou em 2004 para o álbum There Will Be A Light, e deu tão certo que acabaram fazendo uma turnê juntos. Disso tudo surgiu o Dvd que recomendo hoje, Ben Harper na guitarra Slide e vocais, um show de sentimento, o "blues do gargalo da garrafa", de mãos dadas com o gospel, gravado em 2005, esse Live At The Apollo é fantástico, as belas letras de Harper que tratam de religião, fé e esperança combinam perfeitamente com a roupagem gospel dos Blind Boys. O resultado é inspirador, e nós aqui da Casa do Blues, recomendamos e curtimos, atenção especial para as musicas, Picture Of Jesus, Church House Steps, Give A Man A Home, Church On Time e Where Could I Go.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Leslie West "Unusual Suspects"



Ontem fui a casa de um amigo e ele me presenteou com o novo album de Leslie West, guitarrista e fundador da clássica e influente banda, Mountain uma banda de Blues-rock/Hard rock
norte americana fundada em 1969 junto com seu amigo e produtor do Cream,
o baixista Felix Pappalardi, álbum este chamado "Unusual Suspects".
O álbum apresenta uma seleção de famosos guitarristas escolhidos a dedo incluindo Slash, Zakk Wylde, Billy Gibbons, Steve Lukather e Joe Bonamassa, nomes que dispensam apresentaçoes, e só fazem a coisa ficar melhor ainda, pois cada um com seu estilo particular, pincela um toque
diferente e característico de cada um, um disco que é pura energia, guitarras que inspiram e influenciam nas ultimas 4 decadas, item obrigatório, e altamente recomendado, lançado na Europa no dia 19 de setembro pela Provogue Records é o sucessor do “Blue Me”, lançado em 2006.





“Esses caras não apenas aparecem e tocam nos álbuns de todo mundo. São todos estrelas por si só, e músicos fantásticos – cada um com seu próprio estilo de som, bem longe do comum.” LeslieWest.

sábado, 1 de outubro de 2011

Saiba mais, sobre a Casa do Blues, sob a ótica do jornalista José Antonio Jaime.

Casa do Blues: Para quem tem bom gosto e bom paladar!


Um verdadeiro ponto de referência na gastronomia e na noite de Catanduva e região. Um empreendimento que foi ganhando o gosto dos clientes dia a dia, desde sua inauguração em 18 de dezembro de 2009. Não precisou se valer de artifícios de marketing que garantem a “lotação” nos primeiros dias de lançamento, passando a imagem de “point” do momento. Mas que aos poucos vai se apagando e se incorporando a paisagem, até desaparecer no ostracismo.

Ao contrário. A Casa do Blues apareceu timidamente. Ou melhor, reservadamente, pois de tímida não tem nada. Foi ganhando a preferência dos clientes, somando simpatia e competência, e fazendo da propaganda boca-a-boca seu grande trunfo. Um crescimento natural que permite vislumbrar um futuro infinito.

No comando, a dupla Lucimar Gusmão e Eder Karlos Cardoso de Paula. Dois nomes que demonstram competência, talento e disposição. O proprietário Eder karlos, já a mais de quinze anos trabalha no ramo de alimentação, tendo adquirido ao longo dos anos, uma boa bagagem no que se diz respeito à gastronomia e entretenimento, trabalhando em casas de muito prestigio em Catanduva nesses últimos anos, hoje se esforça sempre para trazer novidades aos seus clientes. E a proprietária Lucimar Gusmão, já a mais de dezessete anos vem se destacando e trabalhando no seguimento de importados, tendo já bastante prestigio por sua idoneidade e profissionalismo, hoje se dedica a trazer aos seus clientes produtos das mais nobres procedências, produtos diferenciados do setor gastronômico e de bebidas de alto luxo.

Soma-se a esses currículos um talento nato de ambos para a arte de bem receber. Só poderia ser o sucesso que é hoje a Casa do Blues, colocando Catanduva na rota dos grandes centros de gastronomia e entretenimento das grandes cidades. Quem freqüenta a Casa do Blues logo percebe que trata-se de um lugar antológico, que escreve uma parte significativa da noite Catanduvense atual, devendo ficar registrada como uma das mais belas páginas.

Nesta entrevista exclusiva, os proprietários contam “o segredo do sucesso”, com muito tempero e um som que inclui o melhor do blues e do rock´n roll. Confira.

Como vocês situariam a Casa do Blues no que se refere ao perfil do seu público-alvo?

O projeto Casa do Blues veio para suprir a necessidade de um publico que estava carente em Catanduva, o publico blues-rock, seguimento musical bastante popular em nosso País, e que nos últimos anos vem adquirindo milhares de adeptos ao redor do mundo. A opção por este seguimento musical vem exclusivamente da nossa paixão pelo blues e rock and roll.

Porque a opção por associar tão diretamente a música ao estabelecimento?

Viajei muito e também sempre procuramos ficar antenados nas tendências e podemos observar que ao redor do mundo inteiro a receita da certo.

Como é realizado o trabalho de escolha musical e quais os critérios adotados?

Basicamente, associamos a idéia de interatividade direta com nosso publico, o nosso publico orienta aquilo que vamos ver. Possuímos um acervo de mais de quinhentos vídeos raros e também atuais da historia do blues e rock and roll, sempre a disposição de nossos clientes.

Qual é a orientação da casa para a possibilidade de um cliente solicitar a veiculação de vídeos/músicas de outros estilos musicais, como MPB ou Sertanejo, por exemplo?

Explicamos que o compromisso que temos com nosso publico, nos impede de veicular qualquer outro tipo de seguimento musical, se não o blues e rock and roll. Isso para os mais desavisados, pois a maioria quando entra em nossa estabelecimento, até pelo nome ‘Casa do Blues’, já tem uma noção dos nossos estilos musicais.

Um dos grandes diferenciais da Casa do Blues é a importância e o cuidado com a gastronomia, envolvendo cardápio, mantimentos, condimentos etc. Como funciona este segmento, que atingiu tanto sucesso?

A idéia partiu de uma tendência mundial, que vem se popularizando nos últimos anos, que é a de associar boa gastronomia aos já tradicionais Pub’s, hoje conhecidos como gastro-pubs. Procuramos trabalhar com produtos de extrema qualidade, e observando sempre com rigor a procedência dos tais.

E no que se refere à parte de bebidas, quais os diferenciais da Casa do Blues?

Contamos com um cardápio de bebidas elaborado, com artigos de diversas nacionalidades, que vai desde os tradicionais vinhos, aos sofisticados destilados e licores dos mais variados tipos.

Outro item que tem recebido elogios é a infra-estrutura, incluindo a estrutura física da casa do Blues, num visual clean, com ambientes diferenciados. Poderiam falar sobre este item?

A idéia de transformar uma casa domestica em um restaurante e bar noturno, vem da idéia de aconchego, que uma casa traz, mesmo que inconscientemente não nos demos conta, isso acontece, nos sentimos mais a vontades dentro de uma casa.

Quais as próximas metas da Casa do Blue?

Prosseguir, e continuar a prosseguir.

A Casa da Blues está localizada em Catanduva, na Avenida São Vicente de Paula, 730, telefones 17-35220076, 17-91623938, 17-91491352. Na internet: Blog: casadoblues.blogspot.com, E-mail: casadoblues@hotmail.com.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Glastonbury 2011 - BB KING & U2



O Festival de Glastonbury , oficialmente Glastonbury Festival of Contemporary Performing Arts, é o maior festival de música a céu aberto do mundo.
Conhecido principalmente por suas apresentações musicais, também possui atrações de dança, humor, teatro, circo,cabaré e outras formas de arte.
Em 2005 a área do festival cobria cerca de 3,6 quilômetros quadrados,
teve por volta de 385 apresentações ao vivo e público de aproximadamente 150.000 pessoas.
Criado por Michael Eavis, como muitos dos festivais criados no mesmo período,
Glastonbury foi influenciado pela cultura hippie e especialmente pelo Festival da ilha de Wight.
Eavis declarou que decidiu organizar o primeiro festival, chamado então de Pilton Festival, após assistir a uma apresentação a céu-aberto do Led Zeppelin em 1970.
O festival ainda mantém vestígios desta tradição, incluindo as áreas Green Futures/Healing Fields e a sua reputação pelo consumo de drogas.
Seu equivalente americano é o "Coachella Valley Music and Arts Festival", mais conhecido como "Coachella Festival", que acontece anualmente em abril,
na Califórnia.
E neste ano de 2011 dentre as varias personalidades da música que se apresentaram, nós da Casa do Blues tivemos o prazer de assistir dois shows, um do Rei do Blues aos 85 anos esbanjando vitalidade, e outro da banda U2 esbanjando energia, realmente dois shows altamente recomendado, venham e curtam conosco, muito blues e rock and roll, nós somos suspeitos para elogiar eu sei, mas mesmo assim estas duas apresentações levam nosso selo de qualidade.


quarta-feira, 29 de junho de 2011

Molho Tabasco, escolha nossa.

O molho tabasco é um molho de pimenta fabricado nos Estados Unidos, sendo o mais conhecido e vendido em todo o mundo. De sabor picante, prepara-se com pimentas vermelhas (Capsicum frutescens) da variedade tabasco, vinagre, água e sal, macerados em barris de carvalho. O molho é produzido na ilha de Avery, que fica localizada na Paróquia de Iberia, no estado estadunidense da Luisiana.
É vendido em mais de 160 países e territórios, sendo embalado em 22 línguas e dialectos. São produzidas cerca de 720.000 pequenas garrafas de 57 ml por dia, na fábrica de tabasco na ilha de Avery, na Luisiana. Existem garrafas de diversos tamanhos, desde as mais comuns de 57 ml e 148 ml, até às de 3,7 litros (que correspondem a um galão norte-americano), usadas em restaurantes, e às miniaturas de 3,7 ml.

Variedades

Além do molho tabasco clássico, existem outras variedades:
TABASCO Green, um molho suave feito a partir da pimenta verde jalapeño mexicana que é uma seleção especial da pimenta suave anteriormente denominada Jalapa.
TABASCO Habanero, um molho feito da pimenta Habanero (estilo jamaicano) misturada com manga, papaia, tamarindo, banana, gengibre e pimenta preta moída. O resultado é um molho frutado, bastante apimentado.
TABASCO Chipotle, um molho feito com pimentas defumadas.
TABASCO Garlic, um molho de pimenta vermelha com sabor suave de alho.

TABASCO Sweet & Spicy, um molho de pimenta com uma mistura de ingredientes asiáticos, criando um sabor único.


O molho tabasco foi inventado em 1868 por Edmund McIlhenny, um antigo banqueiro nascido no estado de Maryland, nos Estados Unidos, que se mudara para o estado da Luisiana por volta de 1840. Após a sua morte em 1890, foi sucedido pelo seu filho mais velho, John Avery McIlhenny, que expandiu e modernizou o negócio. Alguns anos mais tarde, este demitiu-se para se juntar a um regimento voluntário de cavalaria de Theodore Roosevelt.
Em consequência desta demissão, o seu irmão Edward Avery McIlhenny, um naturalista auto-didacta vindo de uma viagem pelo Árctico, viria a assumir o controlo da companhia, dirigindo-a desde 1898 até à sua morte em 1949. Tal como o seu irmão, empenhou-se na expansão e na modernização, assim como o viria a fazer o seu familiar e herói de guerra Walter S. McIlhenny, que viria a dirigir a companhia até à sua morte em 1985.
Actualmente, a companhia McIlhenny é ainda uma empresa privada, liderada por um membro da família McIlhenny.

A produção

A pimenta macerada é fermentada e envelhecida durante três anos em barris de carvalho branco, como o mais fino dos vinhos, e cada lote é inspecionado pessoalmente por um membro da família McIlhenny que verifica sua cor e aroma antes da produção final. Este método assegura o sabor único do molho de pimenta TABASCO, reconhecido hoje no mundo todo. E por ser altamente concentrado e de sabor intenso, o molho de pimenta TABASCO é usado em quantidades menores que outros molhos de pimenta, fazendo com que uma garrafa dure muito mais tempo. Até 1960, todo o cultivo da pimenta se limitava aos domínios de Avery Island. Hoje, cerca de 90% da plantação concentra-se em terras tropicais de países como Honduras, Colômbia, Venezuela, República Dominicana e, mais recentemente, no nordeste brasileiro, nos arredores da capital cearense, estratégia adotada pela empresa para evitar grandes perdas, em caso de desastres naturais. Quando todas as quatro linhas de produção na fábrica da Ilha de Avery estão em operação, mais de 700.000 garrafas de 60ml do molho de pimenta TABASCO podem ser feitas em um único dia.