O projeto "Casa do Blues" após oito anos, abre suas portas para São Jose do Rio Preto e região.
- casa do blues
- São José do Rio Preto, São Paulo, Brazil
- O projeto "Casa do Blues", após 8 anos, transfere suas atividades para São Jose do Rio Preto, trazendo uma opção diferenciada em entretenimento noturno para a cidade e região, acreditando no seguimento blues-rock, oferecemos o melhor do seguimento, videos em altíssima definição, cardápio muito bem elaborado com pratos da culinária nacional e internacional, bebidas de variadas nacionalidades e cerveja artesanal da melhor qualidade, venha conhecer nosso espaço, também com musica ao vivo aos finais de semana,
terça-feira, 10 de maio de 2011
Muse Live at Glastonbury 2010
O festival de Glastonbury, é hoje o maior festival do mundo de música ao ar livre, que é realizada perto da aldeia da Inglêsa Pilton no sudoeste da Inglaterra, desde o início dos anos setenta. O festival ocorre durante três dias, e nestes dias são centenas de músicos de diferentes gêneros - do rock e do jazz à música instrumental e do clube, já passaram por Glastonbury, nomes como Jimmy Page e Robert Plant, Slash, Muse dentre muitos outros ícones da musica, e em 2010 o festival comemorou 40 anos, contando com um concerto histórico do powertrio Muse, uma banda de rock alternativo britânica de Teignmouth, Devon. Formada em 1994, a banda foi originalmente chamada Rocket Baby Dolls. Os seus membros são Matthew Bellamy (vocal, guitarra e piano), Christopher Wolstenholme (baixo, voz secundária e teclado) e Dominic Howard (bateria e percussão).O estilo de Muse é um misto de vários géneros musicais, incluindo rock alternativo, música clássica e eletrônica. O Muse tornou-se, em 16 e 17 de Junho de 2007, a primeira banda a lotar o recém-construído Estádio de Wembley em Londres, e marca história de novo neste espetaculo, que temos o prazer de apresentar para nossos amigos em definição de HDTV, um pró shot da tv inglesa, que dispensa comentários, e então fica o convite para todos os nossos amigos, venham e confiram, altamente recomendado.
Musicas
1. Uprising
2. Supermassive Black Hole
3. New Born + School riff
4. Map of the Problematique + Who Knows Who riff
5. Guiding Light
6. Citizen Erased
7. Nishe
8. United States of Eurasia
9. Feeling Good
10. Undisclosed Desires
11. Resistance
12. Interlude + Hysteria + Back in Black
13. House of the Rising Sun intro + Time is Running Out + Power of Soul riff
14. Starlight
15. Stockholm Syndrome + Township Rebellion riff + Endless Nameless riff
Encore
16. Where the Streets Have No Name (feat. David "The Edge" Evans)
17. Plug In Baby
18. Man with a Harmonica intro + Knights of Cydonia
sábado, 16 de abril de 2011
GEORGE BALLANTINE, a consagração de um icone.
A história da marca BALLANTINE’S começou em 1827, quando o filho do fazendeiro George Ballantine abriu uma pequena loja de mantimentos na cidade de Edinburgo na Escócia. Ele também fornecia uma escala seleta de uísques a uma clientela distinta. Em 1872, quando abriu um estabelecimento maior na cidade de Glasgow, George passou o comando da primeira loja a seu filho mais velho, Archibald. Concentrou-se no comércio de vinho e uísques, especialmente o Old Glenlivet e Talisker Fine Malt, tendo entre seus muitos clientes a família real inglesa. Ao mesmo tempo, também começou a criar e aperfeiçoar suas próprias misturas de uísques, que se tornariam lendárias. Surgia assim a George Ballantine & Son Ltd, uma grande exportadora de uísque. Aposentou-se em 1881, passando o comando ao seu segundo filho George Junior, morrendo uma década depois.
O negócio continuou a prosperar sob o comando de Junior, que passou então a exportar para outros países seus vários tipos de bebidas. A família Ballantine’s capitalizou o sucesso em 1919, aceitando uma oferta de compra da empresa Barclay & McKinlay. Com a força do nome BALLANTINE’S, os novos proprietários começaram a desenvolver a marca que haviam comprado, Introduzindo, no ano seguinte, o Ballantine’s Finest (uísque envelhecido 8 anos). Na década de 30 foram introduzidos os uísques Ballantine’s 17 Year Old e 30 Year Old, este último um uísque raro e exclusivo, único em sua categoria na época.
Depois de 1933, com o fim da “Lei Seca” nos Estados Unidos, a marca é introduzida no mercado americano. A perseverança em conseguir distribuir seu produto no país criou a maior e melhor rede de distribuição da costa leste. Porém, recursos cada vez mais substanciais eram precisos para competir no crescente mercado mundial. Estes recursos vieram em 1937 através da empresa Hiram Walker Gooderham & Worts, uma grande destilaria canadense, que adquiriu parte do capital da George Ballantine & Son. Uma das primeiras ações foi à compra de uma destilaria na cidade de Miltonduff, perto de Elgin, no coração do Speyside, na Escócia. Também construiu uma nova destilaria, em Dumbarton, a 24km da cidade de Glasgow, que foi considerada a maior da Europa por muitos anos. No ano seguinte a empresa recebeu um título chamado Grant Heraldic, reconhecendo a BALLANTINE’S como nobreza escocesa. Desde então, o símbolo (um brasão) desse título aparece em toda garrafa de uísque da marca.
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Nas décadas seguintes a marca BALLANTINE’S foi disseminada pelos quatro cantos do mundo, tornando o uísque um dos mais populares e consumidos do planeta. Na década de 60 foi lançado o famoso BALLANTINE’S 12 Years, um legítimo escocês envelhecido por no mínimo 12 anos. Em 1986 os uísques BALLANTINE’S já estavam entre os três mais consumidos do mundo. Os últimos lançamentos da marca, ocorreram em 1988, com a introdução no mercado do Ballantine’s Gold Seal, um puro malte de reconhecida qualidade, envelhecido por 12 anos em barris de carvalho; e em 1993 com o lançamento do BALLANTINE’S 21 Year Old.
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Em setembro de 1996 um fato novo iniciou uma mudança radical no mercado de uísque. A empresa Allied Domecq, então proprietária da BALLANTINE’S, lançou uma nova apresentação da marca, especialmente para o Japão e para os Duty Frees, com a designação Ballantine's Purity Puro Malt, que foi, e é um Vatted Scotch Whisky, numa das mais lindas apresentações de uísques já lançadas no mundo. A empresa foi comprada em 2005 pela poderosa empresa francesa Pernod Ricard. No ano seguinte, Sandy Hyslop foi apontado como Master Blender da BALLANTINE’S (homem responsável pela qualidade do uísque, acompanhando todo o processo de fabricação), o quinto homem em toda a história da empresa a ocupar esse importante cargo.
BALLANTINE’S Finest – Com sabor único e marcante, é elaborado a partir de uma especial seleção de mais de 50 diferentes tipos de maltes. A presença marcante dos maltes Miltonduff e Glenburgie, das regiões escocesas de Speyside e Highlands, respectivamente, proporcionam ao uísque notas de chocolate, maçã e baunilha ao sabor.
BALLANTINE’S 12 anos – Scotch Whisky envelhecido em barris de carvalho por pelo menos 12 anos. Têm cor âmbar dourado, aroma suave e profundo, e sabor complexo com toques de turfa e madeira.
BALLANTINE’S Gold Seals – Uísque puro malte de reconhecida qualidade (40 tipos de maltes são utilizados em sua mistura), envelhecido por 12 anos em barris de carvalho.
BALLANTINE’S 17 anos - Scotch Whisky envelhecido em barris de carvalho por pelo menos 17 anos. Seu paladar tem toques especiais de mel, madeira e turfa. Um dos líderes de vendas na Coréia, Japão, China e Taiwan - principais mercados para uísques envelhecidos.
BALLANTINE’S 21 anos - Legítimo uísque escocês envelhecido em barris de carvalho por pelo menos 21 anos. Sua rara seleção de maltes faz com que sua produção seja limitada. Seu sabor é marcante, com toques de turfa, alcaçuz e levemente apimentado.
BALLANTINE’S 30 anos - Ele é um legítimo e popular uísque escocês com harmonização elegante que ganha sua riqueza de caráter única por meio do equilíbrio perfeito entre os maltes selecionado, uísques de grãos oriundos dos quatro cantos da Escócia. Produto envelhecido em barris de carvalho por no mínimo três décadas, possui uma rara e exclusiva mistura dos melhores maltes escoceses. Seu aroma é complexo, com leve doçura e toques de carvalho. Seu paladar também é complexo, além de maduro, com toques florais, de mel, fumo e levemente salinizado. Já o final de boca é muito prolongado e elegante. Suas garrafas são imprescindíveis em qualquer bar de um bom conhecedor de uísque. O uísque BALLANTINE’S, é um deleite para os apreciadores deste ícone das Terras Altas, é criado a partir da mistura de mais de 42 maltes da Escócia. O resultado é um scotch que representa a combinação perfeita de quatro temas básicos indicativos de um whisky escocês superior: aroma, gosto, corpo e contrapeso.
Em menor escala, a tradicional destilaria também produz os BALLANTINE’S Pure Malt, Master’s e Black Selected Malts.
Trabalhamos com toda linha da Diageo e Pernod Ricard
distribuída no Brasil, inclusive bebidas de alto luxo,
encomendas por telefone ou email
O negócio continuou a prosperar sob o comando de Junior, que passou então a exportar para outros países seus vários tipos de bebidas. A família Ballantine’s capitalizou o sucesso em 1919, aceitando uma oferta de compra da empresa Barclay & McKinlay. Com a força do nome BALLANTINE’S, os novos proprietários começaram a desenvolver a marca que haviam comprado, Introduzindo, no ano seguinte, o Ballantine’s Finest (uísque envelhecido 8 anos). Na década de 30 foram introduzidos os uísques Ballantine’s 17 Year Old e 30 Year Old, este último um uísque raro e exclusivo, único em sua categoria na época.
Depois de 1933, com o fim da “Lei Seca” nos Estados Unidos, a marca é introduzida no mercado americano. A perseverança em conseguir distribuir seu produto no país criou a maior e melhor rede de distribuição da costa leste. Porém, recursos cada vez mais substanciais eram precisos para competir no crescente mercado mundial. Estes recursos vieram em 1937 através da empresa Hiram Walker Gooderham & Worts, uma grande destilaria canadense, que adquiriu parte do capital da George Ballantine & Son. Uma das primeiras ações foi à compra de uma destilaria na cidade de Miltonduff, perto de Elgin, no coração do Speyside, na Escócia. Também construiu uma nova destilaria, em Dumbarton, a 24km da cidade de Glasgow, que foi considerada a maior da Europa por muitos anos. No ano seguinte a empresa recebeu um título chamado Grant Heraldic, reconhecendo a BALLANTINE’S como nobreza escocesa. Desde então, o símbolo (um brasão) desse título aparece em toda garrafa de uísque da marca.
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Nas décadas seguintes a marca BALLANTINE’S foi disseminada pelos quatro cantos do mundo, tornando o uísque um dos mais populares e consumidos do planeta. Na década de 60 foi lançado o famoso BALLANTINE’S 12 Years, um legítimo escocês envelhecido por no mínimo 12 anos. Em 1986 os uísques BALLANTINE’S já estavam entre os três mais consumidos do mundo. Os últimos lançamentos da marca, ocorreram em 1988, com a introdução no mercado do Ballantine’s Gold Seal, um puro malte de reconhecida qualidade, envelhecido por 12 anos em barris de carvalho; e em 1993 com o lançamento do BALLANTINE’S 21 Year Old.
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Em setembro de 1996 um fato novo iniciou uma mudança radical no mercado de uísque. A empresa Allied Domecq, então proprietária da BALLANTINE’S, lançou uma nova apresentação da marca, especialmente para o Japão e para os Duty Frees, com a designação Ballantine's Purity Puro Malt, que foi, e é um Vatted Scotch Whisky, numa das mais lindas apresentações de uísques já lançadas no mundo. A empresa foi comprada em 2005 pela poderosa empresa francesa Pernod Ricard. No ano seguinte, Sandy Hyslop foi apontado como Master Blender da BALLANTINE’S (homem responsável pela qualidade do uísque, acompanhando todo o processo de fabricação), o quinto homem em toda a história da empresa a ocupar esse importante cargo.
BALLANTINE’S Finest – Com sabor único e marcante, é elaborado a partir de uma especial seleção de mais de 50 diferentes tipos de maltes. A presença marcante dos maltes Miltonduff e Glenburgie, das regiões escocesas de Speyside e Highlands, respectivamente, proporcionam ao uísque notas de chocolate, maçã e baunilha ao sabor.
BALLANTINE’S 12 anos – Scotch Whisky envelhecido em barris de carvalho por pelo menos 12 anos. Têm cor âmbar dourado, aroma suave e profundo, e sabor complexo com toques de turfa e madeira.
BALLANTINE’S Gold Seals – Uísque puro malte de reconhecida qualidade (40 tipos de maltes são utilizados em sua mistura), envelhecido por 12 anos em barris de carvalho.
BALLANTINE’S 17 anos - Scotch Whisky envelhecido em barris de carvalho por pelo menos 17 anos. Seu paladar tem toques especiais de mel, madeira e turfa. Um dos líderes de vendas na Coréia, Japão, China e Taiwan - principais mercados para uísques envelhecidos.
BALLANTINE’S 21 anos - Legítimo uísque escocês envelhecido em barris de carvalho por pelo menos 21 anos. Sua rara seleção de maltes faz com que sua produção seja limitada. Seu sabor é marcante, com toques de turfa, alcaçuz e levemente apimentado.
BALLANTINE’S 30 anos - Ele é um legítimo e popular uísque escocês com harmonização elegante que ganha sua riqueza de caráter única por meio do equilíbrio perfeito entre os maltes selecionado, uísques de grãos oriundos dos quatro cantos da Escócia. Produto envelhecido em barris de carvalho por no mínimo três décadas, possui uma rara e exclusiva mistura dos melhores maltes escoceses. Seu aroma é complexo, com leve doçura e toques de carvalho. Seu paladar também é complexo, além de maduro, com toques florais, de mel, fumo e levemente salinizado. Já o final de boca é muito prolongado e elegante. Suas garrafas são imprescindíveis em qualquer bar de um bom conhecedor de uísque. O uísque BALLANTINE’S, é um deleite para os apreciadores deste ícone das Terras Altas, é criado a partir da mistura de mais de 42 maltes da Escócia. O resultado é um scotch que representa a combinação perfeita de quatro temas básicos indicativos de um whisky escocês superior: aroma, gosto, corpo e contrapeso.
Em menor escala, a tradicional destilaria também produz os BALLANTINE’S Pure Malt, Master’s e Black Selected Malts.
Trabalhamos com toda linha da Diageo e Pernod Ricard
distribuída no Brasil, inclusive bebidas de alto luxo,
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quinta-feira, 24 de março de 2011
Chivas Regal 25 Year Old.
Chivas Regal 12 anos, Chivas Regal 18 anos e Chivas Regal 25 Anos
Pela segunda vez em cem anos, Chivas escreve mais um capítulo de sua história de sucesso e teve o orgulho de apresentar ao mundo e ao Brasil o sabor do puro luxo, o incomparável Chivas Regal 25 Year Old.
O lançamento fez homenagem ao primeiro Chivas Regal que existiu, também um Scotch de 25 anos, exportado de Aberdeen para New York em 1909, para atender ao paladar sofisticado da alta sociedade norte-americana. Foi há quase um século que o Chivas Regal se transformou no primeiro whisky de luxo do mundo.
Produzido apenas em quantidades limitadas, o Chivas Regal 25 Year Old é um blend único que reúne os melhores whiskies envelhecidos por no mínimo 25 anos. Cada garrafa, numerada individualmente, reflete a qualidade incomparável e o legado do liquido dourado que traz em seu interior. O Brasil recebeu um lote de apenas 25 caixas, com doze unidades cada, mas é um privilégio, apenas 30 paises no mundo inteiro tiveram esta oportunidade, da América do sul apenas o Brasil.
Chistian Porta, diretor e CEO de Chivas Brothers, diz: “Da mesma maneira que o Chivas Regal original foi o primeiro Scotch de luxo, Chivas Regal 25 Year Old dita o padrão para todos os outros. Temos a possibilidade de lançar um blend tão incomparável quanto este graças a nossa tradição de possuir excepcionais whiskies envelhecidos. Como disse Charles Howard, Máster Blender da Chivas Regal, em 1894:” O nome Chivas deve equivaler ao máximo da qualidade”.
Sobre o fato salienta Ricardo Souza, diretor de marketing da Pernod Ricard Brasil: “Chivas Regal 25 Year Old é a representação do luxo contemporâneo. Para nós, é uma grande honra sermos o único ponto de chegada latino deste exclusivo produto. Com certeza, os consumidores terão à disposição um whisky de sabor inigualável para ser degustado, Chivas Regal 25 Year Old será também um importante ícone na consolidação da estratégia da Pernod Ricard de atuação no segmento de bebidas superpremium”.
Trabalhamos com toda linha da Diageo e Pernod Ricard
distribuída no Brasil, inclusive bebidas de alto luxo,
encomendas por telefone ou email. OBS: Temos uma garrafa de Chivas 25 para negócio, interessados entrar em contato, por email, ou telefone.
Pela segunda vez em cem anos, Chivas escreve mais um capítulo de sua história de sucesso e teve o orgulho de apresentar ao mundo e ao Brasil o sabor do puro luxo, o incomparável Chivas Regal 25 Year Old.
O lançamento fez homenagem ao primeiro Chivas Regal que existiu, também um Scotch de 25 anos, exportado de Aberdeen para New York em 1909, para atender ao paladar sofisticado da alta sociedade norte-americana. Foi há quase um século que o Chivas Regal se transformou no primeiro whisky de luxo do mundo.
Produzido apenas em quantidades limitadas, o Chivas Regal 25 Year Old é um blend único que reúne os melhores whiskies envelhecidos por no mínimo 25 anos. Cada garrafa, numerada individualmente, reflete a qualidade incomparável e o legado do liquido dourado que traz em seu interior. O Brasil recebeu um lote de apenas 25 caixas, com doze unidades cada, mas é um privilégio, apenas 30 paises no mundo inteiro tiveram esta oportunidade, da América do sul apenas o Brasil.
Chistian Porta, diretor e CEO de Chivas Brothers, diz: “Da mesma maneira que o Chivas Regal original foi o primeiro Scotch de luxo, Chivas Regal 25 Year Old dita o padrão para todos os outros. Temos a possibilidade de lançar um blend tão incomparável quanto este graças a nossa tradição de possuir excepcionais whiskies envelhecidos. Como disse Charles Howard, Máster Blender da Chivas Regal, em 1894:” O nome Chivas deve equivaler ao máximo da qualidade”.
Sobre o fato salienta Ricardo Souza, diretor de marketing da Pernod Ricard Brasil: “Chivas Regal 25 Year Old é a representação do luxo contemporâneo. Para nós, é uma grande honra sermos o único ponto de chegada latino deste exclusivo produto. Com certeza, os consumidores terão à disposição um whisky de sabor inigualável para ser degustado, Chivas Regal 25 Year Old será também um importante ícone na consolidação da estratégia da Pernod Ricard de atuação no segmento de bebidas superpremium”.
Trabalhamos com toda linha da Diageo e Pernod Ricard
distribuída no Brasil, inclusive bebidas de alto luxo,
encomendas por telefone ou email. OBS: Temos uma garrafa de Chivas 25 para negócio, interessados entrar em contato, por email, ou telefone.
terça-feira, 22 de março de 2011
Inverno na Casa do Blues
Vivemos em um país de clima tropical, e pouco ou quase nada temos de frio, um pesar para aqueles que apreciam as baixas temperaturas, pois com o frio temos a oportunidade de desfrutarmos bebidas mais encorpadas, pratos diferenciados de culinárias provenientes de paises com clima bem diferente, sim o clima influencia e muito, em paises mais frios existe a necessidade de pratos mais quentes e calóricos devido às baixas temperaturas, mas nós também temos nossos momentos de frio, e com eles trazemos pratos bem saborosos atípicos para nós, seria o caso da iguaria que a seguir falaremos o tal Fondue.
Fondue (fundida) é um prato de origem Suíça, normalmente à base de queijo, aquecido sobre uma lamparina, também conhecida, como ou rechaud, ou outra fonte de calor pouco intenso e do qual as pessoas se servem diretamente.
Consiste basicamente em uma mistura de queijos (normalmente dos queijos Gruyère e Emmental) fundidos com vinho (ou, como na receita original, a Kirschwasser alemã), que vai à mesa acompanhada de pedaços de pão, batatas e cenouras. Esses acompanhamentos devem ser mergulhados na fondue com um garfo especial antes de serem consumidos. Alem da fondue de queijo, existem algumas outras variações, como a fondue de chocolate e carne. Existe também a fondue chinesa (fondue chinoise), bastante servida em restaurantes na Suíça, feita à base de carnes, peixes e legumes, fervidos num caldo de carne com diversas especiarias.
A região de origem da fondue não é totalmente conhecida, mas deve situar-se na região de Jura/Savoie, na fronteira franco-suíça.
A receita mais antiga encontra-se num livro de cozinha escrito em Zurique em 1699.
Contrariamente à crença popular, não teria sido inventada por pessoas vivendo nos alpes suíços, pois nessa época o queijo usado na fondue era caro, o que significa que não estaria ao alcance da maior parte das pessoas vivendo nas montanhas.
Assim, durante os séculos XVIII e XIX a fondue teria sido uma iguaria desfrutada apenas por pessoas mais ricas, vivendo nas cidades.
Na década de 1950 a fondue entrou nas cozinhas do exército suíço, tornando-se assim conhecida dos soldados, que levaram esta receita para suas casas. Até hoje, a preparação da fondue é considerada como uma "coisa de homem" na Suíça.
A iguaria ganhou fama internacional na década de 50, quando o chefe Conrad Egli, do restaurante Chalet Suísse, em New York passou a servir o prato. Para complementar, criou a fondue de chocolate, que servia de sobremesa.
Dentro da região Jura/Savoie fica a cidade de La Chaux-de-Fonds que diz ser o berço do fondue de queijo.
Bom e então desde o inverno passado nós da Casa do Blues, concebemos esta idéia, de trazermos este prato muito apreciado no mundo inteiro para nosso cardápio de inverno, cardápio este que já será disponibilizado nos próximos dias com a chegada do frio, contando com versões originais e muito saborosas convidamos a todos os amigos, a vir apreciar esta preciosidade de prato, altamente recomendado, não percam.
segunda-feira, 7 de março de 2011
The Rolling Stones Ladies & Gentlemen 1972 - 2010
The Rolling Stones Ladies & Gentlemen, é um dos mais aclamados shows da Britânica banda de blues - rock The Rolling Stones, lançado em 1974, dirigido por Rollin Binzer e produzido por Binzer e Xadrez Marshall , foi filmado em 16 milímetros por Bob Freeze e Gebhardt Steve, na turnê americana de 1972 , na divulgação do seu clássico álbum de 1972 Exile on Main St..
Em 16 de setembro de 2010, uma versão re-masterizada em alta definição digital foi exibida nos cinemas nos Estados Unidos, apresentado por Omniverso Vision, Eagle Rock Entertainment e NCM Fathom., Este filme foi lançado em selecionados Cinemas no Reino Unido no dia seguinte, na sexta-feira 17 de setembro de 2010. Em 12 outubro de 2010, foi emitido em DVD e Blu-Ray, e em fevereiro de 2011, consigo por fim a angustia de não o ter assistido até então, pois já possuía uma versão digitalizada de VHS, com imagem muito inferior e áudio igualmente muito inferior também. Para todos Stoned’s crônicos, fica nosso convite, venham curtir conosco, em alta definição de imagem e áudio, como diria nosso querido Mick “let's spend the night together”...
The Rolling Stones - Live at L.A. Forum 1975
Stoned's de carteirinha esse esta quentinho pronto para ser degustado, mais esta obra digna de elogios, trata-se de um pro-shot capturado no Inglewood Forum em Los Angeles, Califórnia na dourada década de 70, quando nossos queridos Stones estavam extratosfericamente rolando, não tenho muito a declarar sobre o fato em si, a não ser que eles são realmente uma banda que tem uma apresentação diferenciada, desde seu inicio com os blues e ritm'n'blues, pulando para o rock and roll, piscodelia, até os comerciais anos atuais, amamos a obra Stoniana, e neste show temos a presença de Billy Preston, excepcional musico colaborador dos Stones, bem como dos Beatles, Eric Clapton, e muitos outros, bom do mais fica o convite para todos, curtam isso conosco, realmente altamente recomendado aqui na Casa do Blues.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Gary Moore - The Definitive Montreux Collection
Gary Moore - The Definitive Montreux Collection, isto mesmo a coleção definitiva deste grandioso musico em suas apresentações em Montreux Suiça , e que são 5 no total, de 1990 até 2001 e isto em altíssima definição de áudio e vídeo, nestes dois DVD's fantásticos, do blues ao rock and roll, Gary aproveita a viagem e mostra sua técnica, e no primeiro show conta com a participação mais que especial do bluesman , The Ice Man Albert Collins, importante influencia na obra de Gary, e de muitos outros, venham conferir mais este trabalho deste querido musico que recentemente nos deixou, deixando um vazio no mundo do blues e rock and roll, sentiremos sua falta, e as demais apresentações são desde já dispensadas, venham conferir, para os fans fica o convite, e para os que não conhecem fica também o convite, aproveitem, altamente recomendado.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Frango com Vegetais
Prato muito requisitado aqui na Casa do Blues, que tem sua origem através da culinária chinesa tradicional, mas com um toque bem brasileiro, preparado com filé de frango, pimentões, cebola e tomate, pode ter como variante, o acréscimo do brócolis de acordo com o pedido do cliente, recebe também molho de soja e molho ingles, servido em chapa de ferro quente, outra característica herdada da culinária chinesa, altamente recomendado.
Quinta Feira na Casa do Blues
Quinta feira também é dia de ouvir um bom blues e rock and roll, tomando uma cerveja bem gelada, e aproveitando os pratos diferenciados da Casa do Blues, ambiente sempre freqüentado por pessoas descoladas e descontraidas, amigos da Casa do Blues, e para os que não conhecem fica o convite, aproveitem, com telões de 42 e 125 polegadas de alta definição para curtir o melhor do blues e rock and roll.
Cesar e Matula , amigos da Casa do Blues
Cesar e Matula , amigos da Casa do Blues
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Gary Moore morre, morre um bluesmam.
Virtuoso guitarrista e compositor, conhecido inicialmente por sua participação na irlandesa banda de hard rock Thin Lizzy , e na banda Skid Row, teve Eric Clapton, Peter Green e Jimi Hendrix como principais influencias, foi um guitarrista virtuoso que entre suas influencias podemos notar o hard rock, o jazz e o blues, com quem flertou muito intensamente, e deixou registros, realmente dignos de um verdadeiro bluesman .Durante toda sua carreira ele gravou nada menos que 20 álbuns de estúdio, além de 6 apresentações ao vivo oficiais, entre elas uma lendária apresentação no famosos festival de Moutreux, no ano de 1990, item religiosamente indispensável que também faz parte de nosso acervo.A vida de quem cresceu em meio às bombas do IRA e às brigas religiosas do pós-guerra refletia no som marcante de sua gibson guitarra esta que podemos notar sua preferencia, um som extremamente triste e sofrido, mas também visceral e técnico quando solicitado.Ele iniciou a trajetória profissional aos 16 anos de idade, participando das gravações de um álbum da banda de folkDr. Strangely Stranger. Pouco depois, Moore estava no Thin Lizzy, onde conheceu seu fiel comparsa, Mr. Phil Lynott. Apesar do fanatismo pelo blues, o jazz também fazia sua cabeça, tanto que foi o estilo melhor explorado em seu primeiro álbum-solo, Grinding Stone (1973), e em sua breve jornada com a segunda encarnação do Colosseum, batizada de Colosseum II.No Thin Lizzy, ele colaborou na gravação de alguns álbuns, mas gravar mesmo foi só no compacto Darling (1974) e no álbum Black Rose (1979).Em parceria com Ozzy Osbourne, Moore compôs e gravou a canção "Lead Clones", presente em seu disco After The War e no CD "The Secret Songs" de Ozzy. Fez a sua carreira solo e com muito sucesso, com destaque em duas fases distintas: a mais pesada de discos como "Corridors Of Power" (1982) e a mais blueseira de álbuns como Still Got the Blues (1990).Alguns de seus temas mais conhecidos são Still Got the Blues, Walking by Myself, Out In The Fields e Empty Rooms . Foi encontrado morto, num quarto de hotel, no dia 6 de Fevereiro de 2011, na costa del sol malaguenha em Estepona, Espanha, onde se encontrava a passar as férias féria, e deixa agora muita tristeza e pesar, e nós da Casa do Blues, em homenagem a sua obra e vida esta semana estaremos fazendo na terça feira um especial "Still Got the Blues", que sera uma seleção de vários vídeos que registram Moore, em varias fazes de sua vida, desde o começo até os últimos trabalhos, fica aqui nossos sentimentos, e celebrações de sua vida e obra.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Led Zeppelin Live Royal Albert Hall 1970, O Zepelin de Chumbo
Quando nossos amigos pedem por Led aqui na Casa do Blues, pensam logo que iram ver o aclamado The Song Remains The Same, mas o que vem à minha mente, não é bem isso, lembro logo da memorável apresentação do Led Zeppelin no Royal Albert Hall no ano de 1970, em imagem que impressiona pela qualidade e som igual, apresento então esta obra prima, muitos não conhecem e então se deparam com a monumental força do Zeppelin de Chumbo, no auge de sua energia, dos blues aos pesados acordes do rock and roll, o Zeppelin paira leve e denso dentro do Salão Real de Albert, uma apresentação memorável e imortal, dos prodigiosos Zeppelin’s, o espetáculo começa com We’re Gonna Groove, seguida do blues pesado I Can’t Quit You Baby, viajando na piscodélica Dazed and Confused, and many more, ok , mais chega de ladainha, convido a todos a vir e conferir mais esta obra prima do blues e rock and roll, em altíssima resolução de áudio e vídeo, artigo recomendado e que leva o selo de qualidade da Casa do blues.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Grand Old Parr - O Blended Whisky desconhecido.
Vários bebedores de uísque do tipo blended, não conhecem este uísque proveniente de Speyside, que tem como principal malte na sua composição o Cragganmore . Concordo que quando se quer uma experiência original se tratando de uísque, os uísques de malte é o caminho a se trilhar, mas às vezes eu só quero uma bebida saborosa e confiável, e eu quero beber até ficar bêbado.
Batizado com o nome de Grand Old Parr, em homenagem ao legendário Thomas Parr. Cuja lenda diz que o espírito de longevidade deste incrível homem está em cada dose de Old Parr.
O Grand Old Parr é um uísque 12 anos blended, que é tão bom se não melhor do que qualquer outro no mercado de uísques do tipo blended. E a apresentação é totalmente original, ele geralmente é vendido em uma caixa dourada e sempre em um frasco quadrado marrom com uma textura interessante do lado de fora
E o sabor é muito mais limpo e mais suave do que a maioria de seus equivalentes no mercado, mas tem algumas características únicas, eu sempre senti algumas nuances de maçã e passas, e talvez um pouco de turfa.
Com gelo, este uísque pode satisfazê-lo a noite toda. Ele mantém-se bem, e não perde suas características. Altamente recomendado como um produto de extrema qualidade, e encontrado em nosso cardápio como item indispensável, venha conferir.
Trabalhamos com toda linha da Diageo e Pernod Ricard
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encomendas por telefone ou email.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Da Escócia para o mundo.
A JOHNNIE WALKER tem uma história de determinação que se estende por três gerações de uma família. Cada geração compartilhou da mesma paixão pela fabricação e destilação do uísque. Johnnie era filho do fazendeiro, Alexander Walker, que morreu em 1819, e o rapaz, então com 15 anos, era muito novo para continuar tocando a fazenda da família.
Com a venda da fazenda, John abriu uma pequena loja em 1820 na cidade de Kilmarnock, localizada no oeste da Escócia, investindo £417 no novo negócio. O pequeno estabelecimento vendia chás, vinhos, bebidas e comidas secas, começando a desenvolver uma clientela de alta reputação. Enquanto isso, o mercado de uísque estava mudando no mundo inteiro. As destilarias, muitas delas ilícitas, começaram a se profissionalizar e Johnnie viu uma grande oportunidade de ingressar nesse ramo de atividade, começando a destilar seu próprio uísque. Utilizando toda sua habilidade, iniciou a produção, vendendo o produto para seus clientes, que logo começaram a exigir um nome para o uísque. Foi neste momento que o uísque ganhou o nome de JOHNNIE WALKER. Em 1857, o filho de John, Alexander, assumiu os negócios da família com a morte de seu pai.
Em 1865 surgiu o percussor do Black Label chamado Walker Old Highland Whisky, mediante a combinação de cerca de 40 dos melhores maltes e uísques de grãos escoceses, envelhecidos por, no mínimo, 12 anos. Em 1867, criou a etiqueta para o uísque, muito parecida com a etiqueta atual do Black Label. Em 1876, conseguiu registrar como marca, o modelo da tradicional garrafa quadrada, introduzida em 1870, e as cores preta e ouro das escritas de seu rótulo. Em 1880, abriu escritório na cidade Londres, por onde exportava seu produto para o resto do mundo. Quando Alexander morreu em 1889, deixou o negócio para seus dois filhos, George e Alexander. Alexander ficava responsável pela produção dos uísques e George viajava o mundo estabelecendo uma rede de distribuição. Em 1920, podia-se encontrar os uísques Johnnie Walker em 120 países. Nas décadas de 30 e 40, investiu no setor de distribuição para popularizar ainda mais a marca pelo mundo.
O resto da história é o sucesso de uma marca que se espalhou pelo mundo.
Trabalhamos com toda linha da Diageo e Pernod Ricard
distribuída no Brasil, inclusive bebidas de alto luxo,
encomendas por telefone ou email.
Com a venda da fazenda, John abriu uma pequena loja em 1820 na cidade de Kilmarnock, localizada no oeste da Escócia, investindo £417 no novo negócio. O pequeno estabelecimento vendia chás, vinhos, bebidas e comidas secas, começando a desenvolver uma clientela de alta reputação. Enquanto isso, o mercado de uísque estava mudando no mundo inteiro. As destilarias, muitas delas ilícitas, começaram a se profissionalizar e Johnnie viu uma grande oportunidade de ingressar nesse ramo de atividade, começando a destilar seu próprio uísque. Utilizando toda sua habilidade, iniciou a produção, vendendo o produto para seus clientes, que logo começaram a exigir um nome para o uísque. Foi neste momento que o uísque ganhou o nome de JOHNNIE WALKER. Em 1857, o filho de John, Alexander, assumiu os negócios da família com a morte de seu pai.
Em 1865 surgiu o percussor do Black Label chamado Walker Old Highland Whisky, mediante a combinação de cerca de 40 dos melhores maltes e uísques de grãos escoceses, envelhecidos por, no mínimo, 12 anos. Em 1867, criou a etiqueta para o uísque, muito parecida com a etiqueta atual do Black Label. Em 1876, conseguiu registrar como marca, o modelo da tradicional garrafa quadrada, introduzida em 1870, e as cores preta e ouro das escritas de seu rótulo. Em 1880, abriu escritório na cidade Londres, por onde exportava seu produto para o resto do mundo. Quando Alexander morreu em 1889, deixou o negócio para seus dois filhos, George e Alexander. Alexander ficava responsável pela produção dos uísques e George viajava o mundo estabelecendo uma rede de distribuição. Em 1920, podia-se encontrar os uísques Johnnie Walker em 120 países. Nas décadas de 30 e 40, investiu no setor de distribuição para popularizar ainda mais a marca pelo mundo.
O resto da história é o sucesso de uma marca que se espalhou pelo mundo.
Whisky Johnnie Walker Red Label 1L. Produzido na Escócia e envelhecido em barris de carvalho. Seu sabor leve e curto é resultado da fermentação precisa de seus maltes. Sua cor, força e aroma exuberante o fazem o whisky mais vendido no mundo. Graduação alcoólica 40% vol.
Johnnie Walker Black Label é o resultado criterioso da mistura de mais de 40 "single malts" envelhecidos, por no mínimo, 12 anos. Graduação alcoólica 40% vol.
Johnnie Walker Green Pure Malt. Primeiro Scotch Whisky vendido no Brasil, composto apenas por maltes, tendo como principal diferencial o sabor scotch whisky mais suave que os simples maltes. Esses maltes são provenientes unicamente da região mais famosa da Escócia, as Terras Altas, que é reconhecida pela indiscutível qualidade de seus whiskies.
Johnnie Walker Gold Label. Com 18 anos de envelhecimento, este Scotch Whisky Premium é composto por 15 whiskys, que compõe a profundidade, doçura e aroma fresco, principais características do Gold Label. A água utilizada em sua composição, provém de um manancial de onde se extrai ouro, fazendo com que seu sabor seja único. Graduação alc. 40% vol.
Johnnie Walker Blue Label. Lançado em 1909 por George & Alexender Walker, netos de John Walker, que decidiram criar um "Blended Scoth Whisky" que fosse ao mesmo tempo rico e encorpado. Blue Label tem uma selação inigüalável de mais de 35 maltes na sua composição, que garantem a sua superioridade. Possui aroma doce amadeirado, cravo-da-índia, doce de manteiga e sabor rico com mel. Johnnie Walker é o whisky escocês mais vendido no mundo e sinônimo de categoria no Brasil. Acompanha lindo cartucho, com parte interna em cetim. Ideal para presente! Graduação alc. 40% vol.
Edição de colecionador contendo 4 tipo diferentes de miniaturas de 200 ml, lançada em 2002 sendo que as graduaçoes alcoolicas são de 43%.Trabalhamos com toda linha da Diageo e Pernod Ricard
distribuída no Brasil, inclusive bebidas de alto luxo,
encomendas por telefone ou email.
sábado, 27 de novembro de 2010
Paul McCartney Live in Brasil 2010-11-27
Beatlemaníaco de carteirinha, desde 1990, nós esperávamos ansiosamente por um retorno de Paul McCartney ao Brasil, e em 21 de Novembro de 2010, dia do músico, Sir Paul, mais uma vez deu o ar de sua graça, para nós que somos apaixonados por sua obra, e apaixonados por rock and roll. Aos primeiros acordes de Magical Mistery Tour começou a gritaria. Ao fim da canção, Paul, extremamente bem humorado, perguntou ao público em um português arrastado: “Tudo bem com a chuva?” E respondeu rindo aos fãs: “Chove chuva”. O Morumba foi ao delírio. Paul depois dos óbvios e esperados hits engrena uma sequência de canções do Wings, sua banda formada em 1971, logo após o término dos Beatles. Os três telões gigantes (dois na vertical e um na horizontal) e a aparelhagem de iluminação posicionada ao redor de todas as arquibancadas mostram toda parafernália técnica que envolve um espetáculo desse porte.
Ao cantar My Love, dedicada a sua mulher que faleceu em 1998, ele dispara: “Eu escrevi essa música para minha gatinha, Linda. Mas esta noite ela é para todos os enamorados”.
Em Here Today, McCartney presta uma singela homenagem ao amigo John Lennon, música gravada logo após seu assassinato em 1980. O ex-parceiro de banda voltaria a ser lembrado mais para frente, quando Give Peace a Chance entra no medley de A Day in the Life. Depois foi a vez de homenagear George Harrison, com a canção Something. Nas primeiras notas. No telão, imagens do amigo morto em 2001, vítima de câncer no pulmão.
Paul pula do violão para a guitarra, da guitarra para o bandolim, do bandolim para o piano. Nesta sequência, mais hits dos Beatles: Ob-la-di, Ob-la-da, Back in the USSR, Paperback Writer, A Day in the Life, Let it Be. Em Live and Let Die, colunas de fogo, fumaça e muitos fogos de artifício atrás do palco “incendiaram” a apresentação da música que foi tema de um filme de 007. Bom acho que já escrevi de mais, e o negócio é ver esse show altamente recomendado pela casa do blues, mais um clássico que recebe o selo de qualidade da casa do blues, Paul McCartney Live in Brasil 2010-11-27, venham e confiram aqui na nossa casa que também é sua casa, em altíssima definição de áudio e vídeo.
Ao cantar My Love, dedicada a sua mulher que faleceu em 1998, ele dispara: “Eu escrevi essa música para minha gatinha, Linda. Mas esta noite ela é para todos os enamorados”.
Em Here Today, McCartney presta uma singela homenagem ao amigo John Lennon, música gravada logo após seu assassinato em 1980. O ex-parceiro de banda voltaria a ser lembrado mais para frente, quando Give Peace a Chance entra no medley de A Day in the Life. Depois foi a vez de homenagear George Harrison, com a canção Something. Nas primeiras notas. No telão, imagens do amigo morto em 2001, vítima de câncer no pulmão.
Paul pula do violão para a guitarra, da guitarra para o bandolim, do bandolim para o piano. Nesta sequência, mais hits dos Beatles: Ob-la-di, Ob-la-da, Back in the USSR, Paperback Writer, A Day in the Life, Let it Be. Em Live and Let Die, colunas de fogo, fumaça e muitos fogos de artifício atrás do palco “incendiaram” a apresentação da música que foi tema de um filme de 007. Bom acho que já escrevi de mais, e o negócio é ver esse show altamente recomendado pela casa do blues, mais um clássico que recebe o selo de qualidade da casa do blues, Paul McCartney Live in Brasil 2010-11-27, venham e confiram aqui na nossa casa que também é sua casa, em altíssima definição de áudio e vídeo.
domingo, 21 de novembro de 2010
Buddy Guy - Living Proof "74 Years Young"
Acordei hoje domingo 21 de novembro de 2010, e logo após ter acordado fui presenteado por um amigo
com um álbum de um senhor de 74 anos, sim aos 74 anos e com muita energia Buddy Guy acaba de lançar
seu novo álbum, chamado “Living Proof“. Como alguém que definitivamente não precisa provar nada a ninguém, Buddy Guy vem provar o excelente bluesman que é com esse lançamento, ele simplesmente prova que está cada vez melhor.
Numa sequência de excelentes CDs lançados nos últimos cinco anos (“Bring ‘em In”, 2005, e “Skin Deep”, 2008), “Living Proof” vem celebrar os 74 anos de idade desse guitarrista que, sem dúvida, é um dos ícones e
mestres do blues elétrico.O álbum começa manso, num violão, em “74 Years Young”. Buddy Guy canta: “I’m 74 years young, there ain’t nothing, i haven’t done“. A música parece que vai tranqüila, com ele destilando na letra sua vida, até que chega o momento do solo, e então Buddy Guy mostra ao que veio, com uma guitarra vibrante e ensandecida. E o restante das músicas, acredito que agradará a todos os amantes do bom e velho blues. Outro ponto alto do álbum, na minha opinião, é o dueto de Buddy com o amigo de longa data, B.B. King. Na melódica “Stay Around A Little Longer“, os dois celebram a vida, e ouvir B.B. King aos 85 anos com esta energia, e tocando Lucille é emocionante. Outra participação especial no álbum é do guitarrista Santana, na música “Where The Blues Begins”, e ai vai mais uma recomendação da Casa do Blues, item religiosamente indispensável, confiram, altamente recomendado.
com um álbum de um senhor de 74 anos, sim aos 74 anos e com muita energia Buddy Guy acaba de lançar
seu novo álbum, chamado “Living Proof“. Como alguém que definitivamente não precisa provar nada a ninguém, Buddy Guy vem provar o excelente bluesman que é com esse lançamento, ele simplesmente prova que está cada vez melhor.
Numa sequência de excelentes CDs lançados nos últimos cinco anos (“Bring ‘em In”, 2005, e “Skin Deep”, 2008), “Living Proof” vem celebrar os 74 anos de idade desse guitarrista que, sem dúvida, é um dos ícones e
mestres do blues elétrico.O álbum começa manso, num violão, em “74 Years Young”. Buddy Guy canta: “I’m 74 years young, there ain’t nothing, i haven’t done“. A música parece que vai tranqüila, com ele destilando na letra sua vida, até que chega o momento do solo, e então Buddy Guy mostra ao que veio, com uma guitarra vibrante e ensandecida. E o restante das músicas, acredito que agradará a todos os amantes do bom e velho blues. Outro ponto alto do álbum, na minha opinião, é o dueto de Buddy com o amigo de longa data, B.B. King. Na melódica “Stay Around A Little Longer“, os dois celebram a vida, e ouvir B.B. King aos 85 anos com esta energia, e tocando Lucille é emocionante. Outra participação especial no álbum é do guitarrista Santana, na música “Where The Blues Begins”, e ai vai mais uma recomendação da Casa do Blues, item religiosamente indispensável, confiram, altamente recomendado.
domingo, 14 de novembro de 2010
Crossroads Guitar Festival 3
Mais uma vez os ícones do Blues e Rock and Roll se juntam para mais um Crossroads Guitar Festival, edição esta de 2010, no dia 26 de junho, aconteceu no Toyota Park, em Chicago, nos Estados Unidos, a terceira edição do Crossroads Guitar Festival, tendo como anfitrião do evento, o guitarrista Eric Clapton, que dispensa apresentações.
O festival beneficiou o Centro Crossroads, uma instalação de tratamento de dependência, fundada por Clapton na ilha caribenha de Antigua, na década de 1990, e que hoje vem a ser um centro de referencia em tratamento de dependência química no mundo inteiro. E então temos mais um evento que, sem duvida nenhuma, se torna um espetáculo digno de elogios, e não poderia ser diferente, devido é claro aos integrantes deste maravilhoso festival de musica, e ai vai a lista de feras, Albert Lee, BB King, Bert Jansch, Buddy Guy, Ronnie Wood, David Hidalgo e Cesar Rosas dos Los Lobos, Derek Trucks, Doyle Bramhall II, Earl Klugh, Eric Clapton, Gary Clark Jr., Hubert Sumlin, James Burton, Jeff Beck, Jimmie Vaughan, Joe Bonamassa, John Mayer, Johnny Winter, Jonny Lang, Keb' Mo', Pino Daniele, Robert Cray, Robert Randolph, Sheryl Crow, Susan Tedeschi, Sonny Landreth, Stefan Grossman, Steve Winwood, Vince Gill, Warren Haynes e ZZ Top. E hoje podemos curtir este maravilhoso espetáculo, em alta definição de imagem e áudio, aqui na Casa do Blues, e então está aberto o convite para todos os amantes do blues e rock and roll, para vir e curtir mais esta obra prima, que com certeza entrará para a história da musica.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
O Carpaccio nosso de cada dia
O Carpaccio surgiu meio por acaso num beco sem saída perto da Praça São Marcos, em Veneza. Ali, na Calle Vallaresso nº 1232, fica o Harry's Bar - de Giuseppe Cipriani que, nos seus quase oitenta anos, foi sempre freqüentado por gente famosa, Ernest Hemingway, Somerset Maugham, Arturo Toscanini, Orson Welles, Aristóteles Onassis, Maria Callas, Truman Capote, Charles Chaplin. Para eles Ciprianni inventou drinks de sucesso -como o "Bellini" ou o "Tiziano".
Mas nada lhe deu tanto prestígio quanto aquelas lâminas muito finas de carne crua, acompanhadas de molho à base de mostarda. Tudo se deu em 1950, quando a condessa Amália Nani Moncenigo pediu a seu velho amigo Giuseppe, que lhe preparasse algo com carne crua (rica em ferro) - exigência do seu médico, que tentava curá-la de severa anemia.
Não era tarefa fácil. Sobretudo porque havia, nesse tempo, grande preconceito em relação a carnes cruas. Mas a receita acabou sendo um sucesso absoluto. O nome foi escolhido por estar havendo na cidade exposição do pintor renascentista Vittore Carpaccio (1460-1525), conhecido por usar em todos os seus quadros luminosos tons vermelhos. Lembrando a cor da carne crua.
Prato testado e aprovado, e recomendado por nós da Casa do Blues, fazendo também parte de nosso cardápio, sofre algumas alterações do original, mas sem perder a essência, e com muita criatividade adicionamos Bourbon ao molho, tornando o marcante no sabor, e muito aromático, experimente acompanhado é claro de um ótimo vinho tinto à sua escolha, e uma boa musica.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
The Black Crowes Unplugged
Durante o final da década de 80 e até recentemente, os Black Crowes eram uma "máquina de puro Rock n Roll". Com um visual "retro" copiado de uma banda acabada de sair de "Woodstock", os Crowes eram apontados como dignos sucessores dos Rolling Stones , Allman Brothers Band ou Lynyrd Skynyrd.Um som que agradou imediatamente os puristas do Rock e que se demarcou dos restantes grupos da época. Confesso que até bem pouco tempo atrás não conhecia o trabalho desta banda digna de elogios, até ver uma participação de Cris em um tributo à Bob Marley, interpretando a musica Kink Reggae, ai foi o ponto de partida para a aquisição de mais alguns itens para o acervo, dentre eles um ao vivo junto com Jimmy Page, repaginando as melhores do Led, datado do final de 1998, um outro show de 2006, e agora um Unplugged de 2008 creio eu, o qual estou assistindo agora, um best of acústico, formato que lhes assenta bem, onde encontramos grandes pérolas do Rock como "Jealous Again"; "Soung Singing" e "Remedy" (talvez a melhor música deles de sempre) e algumas baladas que não envergonham ninguém. É o caso de "Wiser Time"; "She Talks to Angels" e "Thorn in My Pride".Pelo meio ainda há uma versão de "She", um original do malogrado Graham Parsons para tornar as coisas mais interessantes. Enfim, mais um item indispensavel , e que nós da Casa do blues, convidamos a virem curtir junto de nós, em alta definição de áudio e vídeo, altamente recomendado.
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