O projeto "Casa do Blues" após oito anos, abre suas portas para São Jose do Rio Preto e região.
- casa do blues
- São José do Rio Preto, São Paulo, Brazil
- O projeto "Casa do Blues", após 8 anos, transfere suas atividades para São Jose do Rio Preto, trazendo uma opção diferenciada em entretenimento noturno para a cidade e região, acreditando no seguimento blues-rock, oferecemos o melhor do seguimento, videos em altíssima definição, cardápio muito bem elaborado com pratos da culinária nacional e internacional, bebidas de variadas nacionalidades e cerveja artesanal da melhor qualidade, venha conhecer nosso espaço, também com musica ao vivo aos finais de semana,
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
CIGAR BOX GUITAR - GUITARRA DE CAIXA DE CHARUTO
Me lembro a primeira vez que vi uma "cigar box guitar", eu nem sabia do que se tratava, pra mim era só uma guitarra quadrada, sendo tocada por Bo Diddley um dos grandes do blues, foi em um show dos Stones, eu acho que a turnê de 1995, eles tocam "Who do you love".
Durante muito tempo convivi com a ideia da guitarra quadrada, perturbando minha mente, porque quadrada ? Qual seria o motivo, seria uma adaptação em busca de uma acústica melhor, timbres, ou apenas estética. Comecei a desvendar estas duvidas ao descobrir que elas não eram quadradas a toa, o motivo é que elas eram na realidade caixas de charuto, adaptadas par se tornarem instrumentos musicais, como forma de baratear o custo e aquisição, de uma forma geral a ideia se espalhou na América do norte, e depois para o mundo, a história remonta ao inicio do século passado ou até antes, com podemos ver nessas fotos obtidas na própria internet.
Pelos tempos atuais não é tão difícil de se deparar com desconhecidos e conhecidos usando cigar box nos mais variados estilos, pois ao redor do mundo todo, hoje elas são confeccionadas artesanalmente por luthiers, com os mais diferentes temas e materiais, a cultura da cigar box guitar, hoje é mundial. Vamos a alguns conhecidos adeptos das caixas.
Então depois de pesquisar e absorver muito sobre o assunto, e escutar os mais variados timbres em musicas dos mais variados estilos, resolvi que quando surgisse a oportunidade adquiriria uma; o tempo passou e um dia desses, um amigo meu veio em casa fazer um show de blues, e queria me mostrar uma guitarra diferente, disse que eu iria pirar com o instrumento por ser diferenciado, quando a case é aberta me deparo com uma caixa de charuto com um braço, com captadores e tudo mais, conversando com ele fico sabendo de um luthier aqui de nossa cidade conhecido nosso que estaria fazendo as obras de arte, com muita curiosidade vou até o atelie do grande mestre e me deparo com outras cigar box guitar prontinhas para os blues.
Ate que em um belo de um dia,um amigo me traz uma cigar box, para experimentar a sonoridade dela, resultado agora já tenho duas, as duas com seis cordas, mas com sonoridades diferentes e timbres bem distintos, devido as caixas de diferentes tamanhos, os braços de modelos diferentes e captadores igualmente distintos.
Abaixo apresento a minhas quadradas.
Se liguem no timbre dela através do link:
https://www.facebook.com/video.php?v=872892389490754&set=vb.100003100039043&type=2&theater
quarta-feira, 20 de maio de 2015
O BLUES E ROCK AND ROLL NÃO PODEM PARAR.
Venho agradecer a todos, que nestes quase seis anos vem nos prestigiando, com a presença e carinho, muito obrigado aos amigos da Casa Do Blues, por nos ajudar a tornar este sonho possível. Segue abaixo nossa agenda cultural musical.
Agenda de show Casa Do Blues Catanduva
21 de Maio 21:00 quinta feira acústico Deh Mendonça
22 de maio 22:00 Kaio Páttero Leandro Duo Riva
23 de Maio 22:00 The Trip Rock
28 de Maio 21:00 quinta feira acústico Jeff Stars e Eduardo Ramos
29 de Maio 22:00 Blues Custom
30 de Maio 22:00 Hard Smile
3 de Junho 21:00 véspera de feriado Juninho Silva
4 de Junho 22:00 feriado Deh Mendonça
5 de Junho 22:00 Centro da Terra
6 de Junho 22:00 El Mojito Jam Band
8 de Junho Kaio Páttero
19 de Junho 22:00 Juninho Silva
20 de Junho 22:00 Moonkeys
25 de Junho 21:00 Banda Hellraiser Julio Candido Eder Karlos Cardoso de Paula e Gustavo Saconato
26 de Junho 22:00 Rico Pereira Groove Street
27 de Junho 22:00 Banda Hurricane
2 de Julho 21:00 Ivan Outeiro
3 de Julho 22:00 Projeto Rock N' Dois Rafael Sakura e Samuel Oliveira
4 de Julho 22:00 Vivi Sanches e Marcelo Beduti Forte
10 de Julho 22:00 Kaio Pattero
https://www.facebook.com/casa.catanduva?ref=hl
quinta-feira, 24 de julho de 2014
PROJETO "UNLPLUGGUED" CASA DO BLUES
A Casa Do Blues Catanduva começou neste ultimo dia 19 de julho de 2014 o projeto unplugged, espaço aberto para que os músicos de Catanduva e região, possam estar vindo mostrar seu trabalho dentro deste seguimento blues e rock and roll, estaremos realizando aos finais de semana após as 22:00 hs (sexta,sábado).
O inicio das atividades se deu com a apresentação impecável de nossos amigos de Novo Horizonte João Victor Sardella e Flavio Oliveira, apresentando clássicos do rock and roll e blues, a galera compareceu em grande quantidade, casa lotada e todo mundo satisfeito, muito obrigado a todos.
Músicos interessados em agendar horários, favor entrar em contato com Lucimar ou Eder, fones: 17- 991491352 ou 17991623938.
sexta-feira, 23 de março de 2012
MARSHALL AMPLIFICADORES, 50 ANOS DE SUCESSO.
A Marshall Amplification começou em 1962 em Londres, Inglaterra. Foi lá que Jim Marshall montou sua loja de instrumentos musicais, começando pelas baterias, por ser sua paixão. Como todos sabem lojas de música não são apenas um lugar aonde músicos entram e compram equipamentos, mas também são lugares onde os músicos vão para conversar e passar algumas horas do dia. Neste contexto, a loja Marshall não era diferente de qualquer loja de música. Os bateristas iam à loja, e junto seus guitarristas. Os guitarristas falavam sobre o que eles queriam em matéria de guitarras, e as qualidades que eles estavam procurando em um amplificador de guitarra, qualidades apresso-me a acrescentar que eles não poderiam encontrar em outro lugar naquela época. Foi a partir dessas conversas que Jim Marshall começou seu legendário negócio de fabricação de amplificadores, e escreveu seu nome na história do blues e do rock and roll .
Eis que em 1962 é lançado o cabeçote JTM45, que vira sucesso absoluto em muito pouco tempo. Para completar o pacote, Jim projeta e constrói uma caixa acústica para ser ligada ao cabeçote. O JTM45 foi um marco para o rockn´roll, que nesta época ainda estava engatinhando, pois produzia um som limpo e cristalino, mas que rosnava alto e selvagemmente quando o seu volume era posto no talo.
Pete Townshend do lendário The Who foi um dos pioneiros a utilizar o JTM45.
Quando Pete Townshend e John Entwistle do The Who pediram pra Jim Marshall criar para eles amplificadores mais potentes, pra que eles conseguissem ouvir melhor seus instrumentos, que eram normalmente engolidos pelas pancadas de Keith Moon. “Eles também queriam que tivesse o dobro do tamanho.”, Jim Marshall bateu cabeça e criou talvez um dos maiores ícones do rock, o Marshall Stack, que consistia em 2 caixas com 4 falantes de 12'' que ficavam empilhadas , ainda hoje os stacks da Marshall são cobiçados pela grande maioria dos guitarristas do mundo todo.
No final da década de 60/ inicio da década de 70, era muito fácil ver nos palcos de grandes shows e acompanhando a maioria dos músicos daquela época os cabeçotes e stacks Marshall, que atendia com muita flexibilidade músicos de pegada e estilos próprios e bem diferentes. Vale lembrar que foi nessa época que surgiram os maiores nomes do rockn´roll e momento em que o heavy metal estava já na fase de embrião. Nesta ocasião, a Marshall oferecia além do JTM45 o cabeçote Marshall 1959 Super Lead “Plexi” (lançado em 1966), que fazia a cabeça de músicos como Jimi Hendrix.
No final dos anos 90 a Marshall lança a linha Valvestate, que com modelos mais acessíveis, combinando válvula com transistores, atingem nichos de mercado que até então não tinham acesso aos produtos da empresa. Neste mesmo período também é lançada a linha de pré amplificadores de rack, que trazem junto a potência e o timbre peculiar dos Marshall´s.
Bom ainda não possuo um Marshall, mas logo em breve terei o meu valvulado,
ai então acho que terei mais problemas com os vizinhos, mas tudo tem um preço.
No dia 22 de setembro de 2012, vai acontecer na Arena de Wembley, no norte de Londres, na Inglaterra, um super concerto para comemorar o 50º aniversário dos lendários amplificadores Marshall.
Há meio século, os fantásticos equipamentos sonoros tem acompanhando os melhores músicos do mundo.
Os grandes nomes confirmados para o concerto são:Billy Duffy, Brian Tichy, Corey Taylor, Doug Aldrich, Joe Satriani, Nicko McBrain, Paul Gilbert, Yngwie Malmsteen, Zakk Wylde, e ainda tem mais.
Acabo de saber sobre o falecimento de Jim Marshall, também conhecido como "The Father of Loud e The Lord of Loud", fica nossa homenagem a esse celebre empreendedor, que como já mencionei na postagem acima, escreveu seu nome na história da música contemporânea, James Charles "Jim" Marshall nasceu em Acton, West London aos 29 de julho de 1923 e veio a falecer em Milton Keynes, em 5 de abril de 2012, morre o homem nasce o mito.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
ETTA JAMES, A DIVA DESCANSA.
Etta James nasceu na Califórnia, filha de Dorothy Hawkins, uma afro-americana mãe solteira de 16 anos. Filha de pai branco, Etta procurou saber quem era seu genitor, desconhecido até então, sua mãe diz ser Minnesota Fats e do qual ela recebia pensão na condição de manter segredo sobre sua paternidade.
Ela teve o seu primeiro contacto com a música aos 5 anos de idade, tendo aulas com James Earle Hines, diretor musical da escola Echoes of Eden da Igreja Batista de St. Paul, em Los Angeles.
Sua família mudou-se para São Francisco, Califórnia, em 1950, e em 1952 Etta e mais duas amigas formaram o trio (As Creolettes), o qual viria a chamar a atenção de Johnny Otis. Otis inverteu as sílabas do seu nome para lhe dar uma melhor sonoridade assim surgindo o seu nome artístico. A partir daí Otis investiu na garota começando a gravar os seus primeiros temas.
Sua primeira gravação, e seu primeiro êxito R&B, foi de sua própria autoria, "The Wallflower (Dance with Me, Henry)", uma música-resposta para a músia de Hank Ballard, "Work with Me, Annie". Em 1954, Etta gravou juntamente com a banda de Otis e com Richard Berry, o qual cantava a segunda voz.
Etta James teve um sério problema de drogas e romances mal sucedidos, que interferiram em sua carreira. Posteriormente ela tem problemas com a obesidade (chegando a ter quase 200 kg), que levaram-na a fazer uma cirurgia gástrica em 2003, fazendo-a perder quase 100kgs.
Em 2003 Etta James recebeu uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood. Etta fez tours pela América junto com seus dois filhos, Donto e Sametto. Em 2011, cantou com Flo Rida, na musica Good Feeling, com uma participação não-creditada. Cinco dias antes de seu aniversário de 74 anos, ela finalmente sucumbiu à leucemia e outras doenças no Riverside Community Hospital, na cidade de Riverside, na Califórnia.
E na noite de 28 de Janeiro de 2012 nosso grande amigo Luis Carlos Menegon, diretamente dos estúdios da Radio Rockfly pilotando a nave sonora chamada ROCK N ROLL GOLDMINE, homenageia nossa saudosa diva, com um programa todo especial, repleto de informações sobre sua vida e carreira, bem como sucessos solos e em parcerias memoráveis, um verdadeiro deleite para nós fãs de Etta, e amantes do blues , e nós aqui da Casa do Blues agradecemos por essa curtição sem igual a todo pessoal da Radio Rockfly, e deixamos nosso convite a todo pessoal desta radio sem precedentes, que já é nossa radio oficial, que venham curtir com agente, uma vigem através da história do blues e rock and roll, contamos com vocês.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Lou Reed & Metallica, Cologne, Germany 11,11, 2011
Bom vamos começar pelo quesito originalidade, não tem preço, e o mais novo trabalho de Lou Reed e Metallica, é antes de mais nada ORIGINAL, e particularmente eu adorei, não ouvi ainda o álbum de estúdio, mas segunda feira passada recebi de presente de um amigo, a apresentação em Cologne Alemanha, apresentação promocional do álbum, e sem duvida ficou muito bom, diferente de tudo que se tem feito ultimamente dentro do seguimento, eu sou suspeito para falar pois curto muito Velvet Underground, e também o trabalho do Metalica, me lembro quando presenciei esta parceria pela primeira vez, foi na The 25th Anniversary Rock & Roll Hall Of Fame Concerts (2009), o Metalica no palco convida Lou Reed para juntos cantarem Sweet Jane, foi emocionante, e algo me dizia que aquilo não ia parar por ali, para nós fãs um deleite, e fica então o convite para todos os que curtem o bom e velho rock and roll, curtam com agente mais esta obra prima do rock and roll, poesia e peso, de mãos dadas.
sábado, 5 de novembro de 2011
Guitar Hero na Casa do Blues.
Após dois anos de pedidos do nosso publico, e seguindo uma tendência, no seguimento de entretenimento, nós da Casa do Blues estaremos disponibilizando um espaço exclusivo para jogos de Guitar Hero no console PS3, jogo este composto exclusivamente por clássicos do Rock and Roll.
Guitar Hero é um videojogo de música desenvolvido para o console Playstation 2, e agora PS3. O jogo apresenta um controlador de jogo em forma de guitarra que o jogador usa para simular a reprodução dos riff's, acordes, slides, tocando assim sua guitarra virtual. A jogabilidade é semelhante à GuitarFreaks, em que o jogador pressiona os botões do controlador com notas musicais na hora em que o deslocamento do ecrã do jogo. O jogo apresenta 30 canções populares de rock abrangendo cinco décadas do rock, de 1960 até 2005, além de faixas bônus de artistas independentes.
I Love Rock ‘n Roll – Joan Jett & The Blackhearts
I Wanna Be Sedated - The Ramones
Thunder Kiss '65 - White Zombie
Smoke On The Water - Deep Purple
Infected - Bad Religion
Iron Man - Black Sabbath
More Than A Feeling - Boston
You Got Another Thing Coming - Judas Priest
Take Me Out - Franz Ferdinand
Sharp Dressed Man - ZZ Top
Killer Queen - Queen
Hey You - The Exies
Stellar - Incubus
Heart Full of Black - Burning Brides
Symphony Of Destruction - Megadeth
Ziggy Stardust - David Bowie
Fat Lip - Sum 41
Cochise - Audioslave
Take It Off - The Donnas
Unsung - Helmet
Spanish Castle Magic - Jimi Hendrix
Higher Ground - Red Hot Chili Peppers
No One Knows - Queens of the Stone Age
Ace Of Spades - Motorhead
Crossroads - Cream
Godzilla - Blue Oyster Cult
Texas Flood - Stevie Ray Vaughan
Frankenstein - The Edgar Winter Group
Cowboys From Hell - Pantera
Bark at the Moon - Ozzy Osbourne
Call Out - Acro-Brats
Behind the Mask - Anarchy Club
The Breaking Wheel - Artillery
Fire It Up - Black Label Society
Sail Your Ship By - Count Zero
Fly on the Wall - Din
Decontrol - Drist
Get Ready 2 Rokk - Freezepop
Cheat on the Church - Graveyard BBQ
Hey - Honest Bob and the Factory-to-Dealer Incentives
Farewell Myth - Made in Mexico
Guitar Hero - Monkey Steals the Peach
Caveman Rejoice - The Bags
The Story of my Love - The Model Sons
Even Rats - The Slip
Eureka! I Found Love - The Upper Crust
All of This - Shaimus
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
MARIE BRIZARD, A ELEGÂNCIA ENGARRAFADA.
No dia 11 de janeiro de 1750, Marie Brizard de 36 anos, atravessava a praça Real em Bordeaux, em uma esquina, Thomas, um marinheiro do oeste da Índia a bordo do Intrépido, estava jogado no chão com muita febre. Marie Brizard o cuidou e salvou sua vida. Como forma de agradecimento, Thomas ofereceu-lhe seu único tesouro: A receita secreta de um licor de anis, composto com 11 plantas, especiarias e frutas que era extremamente refrescante e aromatizado. Nasceu então o licor de Anis da Marie Brizard. Em 1755 em parceria com seu sobrinho Jean-Baptiste Roger, Marie Brizard fundou a jovem companhia Marie Brizard e a primeira destilaria próxima ao porto.
Outro primo, Capitão Paul Brizard, fornecia as especiarias da África e do oeste da Índia. Logo o famoso licor de Anis havia viajado pelo mundo e até servido nos jardins do rei Louis XV em Versailles. No século 19, a companhia estendeu a sua gama de licores e estabeleceu a primeira cadeia de agentes distribuidores a nível mundial. No século 20, Marie Brizard consolidou seu negocio e criou um grupo verdadeiramente internacional. Hoje orgulhosa de seu passado e totalmente comprometida com a inovação, Marie Brizard esta se preparando para somar outra centena a sua história.
Cordial Citron Verte (26% suco de Limão)
Essence Licor Cannele(Canela)
Essence Licor Jasmini (Jasmim)
Essence Licor Romarin(Alecrim)
Essence Licor Spicy Mix(Especiarias)
Essence Licor Thé(Chá)
Essence Licor Violette(Violeta)
Linha Clássica – Amaretto (Amêndoa)
Linha Clássica – Apry – Apricot
Linha Clássica – Banane (Banana)
Linha Clássica – Cacao Blanc (Cacau Branco)
Linha Clássica – Cacao Brun (Cacau)
Linha Clássica – Café
Linha Clássica – Cherry Brandy (Cereja)
Linha Clássica – Créme de Cassis de Dijon
Linha Clássica – Curaçao Bleu
Linha Clássica – Fraise – Strawberry (Morango)
Linha Clássica – Fraise des Bois – Wild Strawberry (Morango Silvestre)
Linha Clássica – Framboise – Rasberry (Framboesa)
Linha Clássica – Grenade (Romã)
Linha Clássica – Kiwi
Linha Clássica – Lemon Grass (Capim Limão)
Linha Clássica – Menthe Blanche (Menta Branca)
Linha Clássica – Menthe Verte (Menta Verde)
Linha Clássica – Mûre – Blackberry (Amora)
Linha Clássica – Pêche du Verger – Peach (Pêssego)
Linha Clássica – Perfect Amour
Linha Clássica – Poire William (Pera)
Linha Clássica – Triple Sec (Casca de Laranja)
Linha Clássica – Vanille de Madagascar (Baunilha)
Linha Exclusiva – Licor Anisette
Linha Exclusiva – Licor Charleston Blue´s
Linha Exclusiva – Licor Chocolat Royal
Linha Exclusiva – Licor Grand Orange
Linha Exclusiva – Licor Litchao (Licor de Lichia)
Linha Exclusiva – Licor Mint´s (Menta)
Linha Exclusiva – Licor Charleston
Linha Latino – Ananas (Abacaxi)
Linha Latino – Coconut (Coco)
Linha Latino – Cranberry (Oxicoco)
Linha Latino – Limoncini (Limão Siciliano)
Linha Latino – Mangoa (Manga)
Linha Latino – Manzanita (Maçã Verde)
Linha Latino – Melocotón (Pêssego)
Linha Latino – Melon (Melão)
Linha Latino – Watermelon (Melancia)
domingo, 23 de outubro de 2011
PORQUE USAMOS GIBSON, E ADORAMOS.
Em 1950, com o lançamento da Fender Telecaster, logo a guitarra se tornou um dos instrumentos mais populares, e a Fender ia ganhando espaço no mercado com isso. Como uma sacada inteligente, Ted McCarty trouxe um dos músicos mais populares da época para ser o endorser da Gibson.
Na verdade, o Les Paul, nos idos dos anos 45 e 46, já havia desenvolvido uma guitarra para ele mesmo, ela era conhecida como “The Log” . O guitarrista chegou a apresentar a guitarra a fábrica da Gibson, mas foi rejeita.
Mas em 1951, a rejeição inicial, tornou-se em uma das parcerias de maior sucesso da história da produção de instrumentos musicais. Foi acordado que a nova guitarra Les Paul era para ser um instrumento de altíssimo nível, caro e de tradição da Gibson. Apesar de sempre se ter histórias diferentes a respeito de quem contribuiu com o quê para o projeto da Gibson Les Paul, com certeza, a Les Paul era uma guitarra diferenciada, bem diferente das Fenders, que lideravam o mercado da época.
Desde 1930, a Gibson era conhecida por suas Guitarras Acústicas e Semi Acústicas, como a ES-150 . Estes modelos elétricos de corpo oco forneceram um boa gama de sugestões para o projeto básico da nova guitarra Gibson, incluindo um corpo curvado e o braço colado no corpo, em contraste com as Fenders em que os braços eram parafusados.
Mas apesar de tudo, apesar da guitarra ter levado seu nome, a importância das contribuições de Les Paul para o projeto da nova Gibson permanece até hoje um pouco controverso. Quer um exemplo? O livro “50 Years of the Gibson Les Paul” limita as contribuições de Paul para apenas dois conselhos: o estandarte trapézio, e uma preferência por cor dourada, que geraria o sentimento de desejo, e preta porque a guitarra ficaria parecida com um Smoking e da impressão de que os dedos se movem mais rápido.
Quer mais? O presidente da Gibson Ted McCarty afirmou que a Gibson Guitar Corporation apenas usou Les Paul para o nome do modelo, já que o guitarrista era o ShowMan da época e consequentemente as vendas aumentariam muito.
Entretanto, muitos historiadores e o próprio Les Paul, consideram a Gibson Les Paul GoldTop como desenhada totalmente por Les Paul. Mas todo esse misticismo sobre a criação da Gibson Les Paul, provavelmente, nunca será realmente comprovado.
Modelos e Variações
A linha de guitarras Gibson Les Paul foi originalmente concebida para incluir dois modelos: o modelo limpo e regular (apelidado de Goldtop), e o modelo Custom , que ofereceu um upgrade de hardware e acabamento preto mais formal.
No entanto, com os avanços da tecnologia, vieram inúmeras melhorias no corpo e novos projetos de hardware, o que permitiu que a Gibson Les Paul tornasse em uma série de guitarras de longo prazo e longo sucesso. Foram criados modelos para todo o tipo de gosto e guitarrista.
Além da concepção e do desenho do corpo, há uma série de características que distinguem a Gibson Les Paul de outras linhas guitarras. Por exemplo: elas possuem uma forma similar as guitarras acústicas e as cordas das guitarras Les Paul são sempre montadas na parte superior do corpo da guitarra, em contrapartida das Stratocaster, da concorrente Fender, onde as cordas passam através do corpo da guitarra. A Gibson também apresenta uma variedade de cores, como Cherry Sunburst, Wine Red, Ebony, Classic White, Fire Burst, e Alpine White. Além disso, os modelos Les Paul oferecem uma variedade de acabamentos decorativos e níveis, uma diversidade de opções de hardware e um conjunto inovador da parte elétrica: como as muitas opções pick-ups Humbuckers.
1961 O nascimento das Gibson SG
Em 1960, a Gibson teve um declínio nas vendas de guitarra, devido aos preços elevados e um gigante fortalecimento de sua eterna rival a Fender com as Stratocasters. Em resposta, a Gibson modificou sua Les Paul Standard, linha de 61, transformando-a em uma guitarra mais esguia, mais leve, confortável, com um sistema de vibrato e ainda mais roqueira.
No entanto, este “redesign” foi feito sem o conhecimento de Les Paul. Quando o músico viu a nova guitarra Gibson, pediu na hora para tirar seu nome do instrumento. Embora este pedido tenha ocorrido em 1960, a Gibson já tinha fabricado um bom tanto desta nova guitarra com o nome de Les Paul, logo, a mudança só se deu devidamente em 1963, quando as novas guitarras chegaram no mercado com o nome de SG (Solid Guitar).
E até a reinstauração das Gibson Les Paul em 1968 (uma nova Standard GoldTop e a Custom 68), as SG foram os modelos padrões de guitarra da Gibson.
Um interesse renovado nas Gibson Les Paul
Em 1964, Keith Richards (frontman dos The Rolling Stone), obteve uma Gibson Les Paul de 59, guitarra equipada com uma ponte vibrato Bigsby. Keith usou esta Les Paul como sua principal guitarra até 1966.
Em 1966, Eric Clapton também reconheceu o potencial do rock do final dos anos 50 e adotou a Les Paul (particularmente os modelos 1958-1960 Standard Sunburst), e deu-lhes ampla exposição. Ele começou a usar as Gibson Les Paul, devido à uma forte influência de Freddie King e Hubert Sumlin.
Logo artistas como Peter Green , Mike Bloomfield , Mick Taylor, Tony Iommi, Jeff Beck, Jimmy Page e Joe Perry começaram a usar o modelo Gibson Les Paul. Este repentino interesse aconteceu também porque os novos modelos Les Paul da Gibson estavam muito mais estabilizados e com timbres mais potentes que as antigas Les Paul da década de 50.
Apesar disso as autênticas 1950 Gibson Les Paul, ao longo dos anos, se tornaram em algumas das guitarras mais desejadas e caras de todo o mundo. Apenas 1.700 foram feitas entre 1958 e 1960. Em revenda de hoje, uma Les Paul 1959 em bom estado pode ser facilmente fixado o preço entre US$ 200.000,00 e US$ 750.000,00.
DeLuxe (1968-1982)
A DeLuxe estava entre as “novas” Gibson Les Pauls de 1968. Esse modelo apresentado com exclusivos mini humbuckers, também conhecido como “New York” humbuckers.
O captador humbucker caber no mini-carved P-90 pickup cavidade pré usando um anel adaptador desenvolvido por Gibson (na verdade, apenas um corte sem tampa captador P90) a fim de utilizar uma fonte de Epiphone mini-humbuckers que sobraram de quando Gibson mudou para o Japão produção Epiphone.
A DeLuxe foi introduzido no final de 1968 e ajudou a padronizar a produção das Gibson Les Paul nos E.U.A. Deu uma cara nova as Les Paul e ajudou a fortalecer o modelo Les Paul. Se hoje quem vê uma guitarra, seja qual for o modelo de Les Paul, e já reconhece a guitarra como uma Gibson Les Paul, é graças a DeLuxe.
Les Paul Studio
A “Studio” foi um modelo lançado em 1983, e ainda está em produção. O mercado destinados a esta guitarra foi o músico de estúdio e, portanto, as características do projeto “Les Paul Studio” foram centradas em torno de saída de som ideal, com altíssima qualidade.
Este modelo manteve apenas os elementos da Gibson Les Paul que contribuíram para o tom e reprodução, incluindo o corpo em maple esculpidos e hardware padrão mecânicos e eletrônicos.
O Les Paul
Até sua morte em agosto de 2009, Les Paul tocava sua guitarra Gibson Les Paul pessoal no palco, semanalmente, em um bar de New York City. Paul preferiu sua 1972 Gibson com a eletrônica diferente e um corpo de mogno e a parte elétrica toda modificada pelo próprio Les Paul. E claro a sua inseparável ponte Vibrato Bigsby.
Modelos Gibson Les Paul Genéricos
Devido à popularidade da guitarra Les Paul, centenas de imitações ou versões genéricas começaram a vender em os E.U.A e no exterior. Devido à falta de legislação E.U.A luta até hoje contra as violações de patentes e como restringir as vendas de importação, o preço mais barato das imitações criaram problemas jurídicos e financeiros para a Gibson Guitar Corporation. Aqui no Brasil temos os mais variados exemplos de Les Pauls vindas da China de outras marcas.
Modern Les Pauls
Em janeiro de 1986, a Gibson mudou de proprietário e começou a fabricar uma gama variada de modelos Les Paul para atender diferentes necessidades dos utilizadores.
Devido à demanda dos consumidores, a guitarra Gibson Les Paul está disponível hoje em uma grande variedade de opções, que vão desde guitarras equipados com eletrônica digital moderna, modelos clássicos re-construídos para coincidir com a aparência e as especificações da primeira produção e modelos com desenhos diferenciados e modernos.
Epiphone Les Paul
A Epiphone é uma fábrica de propriedade da Gibson. Hoje ela fabrica 20 modelos diferentes de Les Paul, todas cópias das Gibson originais. A Gibson fatura muito com a Epiphone, já que a mesma conta com guitarras muito mais baratas, e aparece no cenário musical como uma das marcas que mais vendem guitarras no mundo.
Feitos em lugares fora os E.U.A, como Japão e China, as Epiphone Les Pauls são feitas a partir de mais madeiras mais comuns e seus acabamentos possuem menos detalhes em comparação com as originais Gibson Les Paul.
Signature Modelos
Slash é um dos poucos guitarristas de renome que escreveu toda a sua história com guitarras Gibson Les Paul, e possui alguns modelos Les Paul (Gibson e Epiphone) assinado por ele. Além dele, outros guitarristas possuem modelos “signature”, entre eles estão: Gary Moore, Pete Townshend, Jimmy Page, Ace Frehley, Billy Gibbons, Buckethead, Sammy Hagar, Billie Joe Armstrong e Zakk Wylde.
Modelos de guitarras Gibson, essas com certeza são as melhores guitarras já existentes no mundo inteiro, muitos guitarristas famosos tocam com Gibson um desses guitarristas é o famoso Slash ex-guitarrista da banda Guns N’ Roses, Slash só toca com Gibson modelo Les Paul, esse é um modelo clássico e muito conhecido sem dizer que é um modelo de qualidade e com um design muito bonito.
A Gibson possui vários modelos de guitarras lindas e muito conhecidas no mundo inteiro, todos os modelos da Gibson são conhecidas, mas com certeza as mais conhecidas são a Les Paul, SG, Explorer, dentre outras. Muitos guitarristas tem o grande sonho de ter uma Gibson, pois é uma guitarra simplesmente fantástica.
Tal foi criada por Orville Gibson no final da década de 1890, Orville criou as guitarras semi-acústicas que são mais conhecidas por muitos como archtop, o projeto continuou dando um bom resultado e então na década de 1930 as guitarras semi-acústicas de Orville passaram a ser comercializadas, Charlie Christian popularizou os modelos.
O modelo mais conhecido Les Paul começou a ser comercializada na década de 1950 e no final da década de 1960 foi comprada Norlin Corporation e com isso a qualidade dos instrumentos musicais decaiu, mas em 1986 os donos atuais Henry Juszkiewicz (chefe executivo) e David H. Berryman (presidente) resgataram a companhia e com isso a marca é o que é hoje em dia.
Agora que você conhece um pouco sobre a marca Gibson veja a baixo os modelos dessa marca fantástica.
Les Paul
Les Paul Custom
Les Paul Recording
Les Paul BFG
Les Paul Supreme
Les Paul Standard
Les Paul Deluxe
Les Paul Classic
Les Paul Goddess
A minha Gibson Epiphone Les Paul Special
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